
Degusta-me bem devagar.
Hoje quero teu carinho.
Me faz beber, te ver, dançar,
que eu tiro a roupa do teu caminho.
Grudemos os nossos corpos,
os nossos dedos descendo então.
Cabelos, pescoço, tronco,
unhas e línguas,
beijos e mãos.
A unha suave,
o arrepio.
Massagem e pele,
não dê um pio.
Quero gemidos, sorriso e tempo.
O vento leve na água a frio.
Calor crescendo dentro da pele,
vontade louca de entrar lá.
Entremos devagarinho.
Buraco negro do infinito.
Dançando em cima,
meu corpo, insisto.
E você embaixo,
crescendo o ritmo.
Acelerando,
agora é fúria,
tesão, encanto,
amor, luxúria.
Gozemos juntos,
vem, meu amor,
te quero sempre,
com muito ardor.
Mariana Valle
Hummm, gostei de ler uma poesia tão gostosa como esta,...
ResponderExcluirO amor está no ar,... rs
Beijo In_Correto!
Belo verso...e a foto, well...
ResponderExcluirA mão é MINHA....
ResponderExcluirGostei da foto e do poema. Beijo
Nossa, Aldrey!
ResponderExcluirQue delícia de texto! Geralmente venho aqui e leio textos polêmicos, que adoro demais, adoro a forma como voce nos faz pensar e como traz a tona assuntos inusitados, mas realmente ler um texto assim neste domingo foi muito bom, não vou dizer que foi relaxante, porque na verdade foi excitante.
Beijos pra voce, excelente domingo e ótima semana!
Quando fores uma escritora famosa, espero que este meu zelo de vir aqui comentar, me garanta a comissãozinha de assessor, ou outro tacho qualquer que te permita repartir comigo uma módica quantia da fortuna entretanto angariada.
ResponderExcluirAdenda:
Brincadeirinha à parte, adorei o teu post.
:)))
degustar é muito melhor do que comer!
ResponderExcluirBoa semana
Beijosss molhados proce!
Leo.Seximaginarium
visite www.sexicine.blogspot.com
rapidinhas quentes!
Não é que fiquei surpresa...amei o texto, muito excitante!
ResponderExcluirBjs
Huuuum!!!!Delícia!!!!!!
ResponderExcluiraiai...
ResponderExcluirfaz bem..
Miauuuu!!!
ResponderExcluirMiaudelicioso...;)
Miaubeijokas =^.^=
Poetas
ResponderExcluirAi almas dos poetas
Não as entende ninguém,
São almas de violeta
Que são poetas também.
Andam perdidas na vida,
Como estrelas no ar;
Sentem o vento gemer
Ouvem as rosas chorar!
Só quem embala no peito
Dores amargas secretas
É que em noites de luar
Pode entender os poetas.
E eu que arrasto amarguras
Que nunca arrastou ninguém
Tenho alma para sentir
A dos poetas também!