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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Perigosa Aventura-CONTO ERÓTICO


Depois da transa com o motorista substituto, ao chegar em casa, fiquei pensando no que havia aprontado com ele. Senti uma vontade enorme de fazer tudo de novo… ser enrabada de novo… mas para minha surpresa, no dia seguinte ele pediu demissão. Talvez ficara com medo de minha mãe. Tudo bem, azar o dele!
O relato a seguir partiu de uma curiosidade, não sugiro que façam o que eu fiz, pode ser perigoso, só fiz o que fiz porque quando a minha amiga me disse o que acontecia no metrô, fiquei estupefata, pasma! Ela me contou que existem alguns tarados viajando no metrô só para encoxar as menininhas e um deles chegou a sujar a calça jeans dela de porra, puts! O cara bateu uma punheta dentro do metrô! Chega a ser inacreditável! Eu tinha que ver ir de perto! Adoraria ser vítima de um tipo desses…
Peguei bolsa e celular, como sempre camiseta, sem soltien e saia curta com uma tanguinha branca, fio-dental, que mal tapava a bucetinha. Pedi ao meu motorista, (o nosso velho e amigo motorista) que me levasse ao metrô e que voltasse mais tarde para me buscar. Fiquei de ligar pra ele. Disse que iria à casa de uma amiga, seria a tal que me contara sobre o metrô.
Na estação do metrô fiquei andando para lado e outro e logo percebi um tipo suspeito, um carinha de um metro e sessenta e poucos, lindo, lindo, lindo! Uma fofura! Demais!… Pensei, ele bem que podia ser um dos tais taradinhos… Fiquei na expectativa, à surdina, sem levantar suspeita de que eu o observava. Vá que fosse o dito cujo! Eu não podia de forma alguma deixar margem, entregar que desejava ser encoxada, não. Isso deveria acontecer a partir da vontade dele, ou seja, de sua tara.
Bem, o metrô chegou e embarcamos… Uma multidão! Todo mundo espremido. Então saquei o movimento, enlatados como estávamos, dava pra fazer mais que uma punheta…. A minha viagem no metro iria durar 30 minutos, eu praticamente ia atravessar a cidade… Fiquei em pé, espremida, segurando no ferro vertical, ao fim do vagão… não demorou muito e senti a famosa encoxada. Enfiei a mão na bolsa, tirei o celular e fingi uma discada, o pretexto era pra ver através do celular quem estava atrás de mim… era justamente o tal que eu desejava que fosse… Meu instinto sexual estava mesmo aguçado! Como dizia meu avô, um cão fareja o cio a um quilômetro de distância. Guardei o celular e me ajeitei discretamente pra que ele pudesse me encoxar gostoso…
Senti o pau duro roçando na minha bunda… ele ajeitou o pau pra cima e encaixou ele bem no meu reguinho, deixando as bolas roçando em cada uma de minhas nádegas… Suei de tesão e medo… Sei lá, uma sensação boa e ao mesmo tempo perigosa…. Mas o tesão era forte, muito forte que me deixou lubrificada. Não resisti, me entreguei. Fingi de boba e deixei o cara me encoxar. Aproveitei o balanço do trem e mexi a bundinha, dando reboladinhas discretas, no balanço do vagão. O cara endoidou, sacou logo que eu estava adorando a encoxada. Logo, ele colocou a mão na minha cintura. Mantive-me quieta, controlando a respiração. Ele deslizou vagarosamente a mão tocar no meu peitinho do lado direito. Ficou um tempo com a mão ali, como se tivesse sido por acaso. Como eu não reagi contrariando sua ação, ele começou a me bolinando, muito calmamente, podia-se dizer que fora com muito carinho. Eu já estava em chamas, completamente perdida, desejando intensamente que ele fosse mais ousado. Ele apenas se apertou no meu traseiro. Senti o pau se alojar no meu rego e as bolas esmagadas pela carne de minha bunda. Não me agüentei, suspirei, engoli a seco. Ele temeu que eu fosse gritar ou tomar qualquer atitude desfavorável, e, se descolou-se do meu traseiro e afastou a mão do meu peito. Mantive-me quieta por instantes, depois mexi na bolsa como se procurasse algo, mas era o pretexto para inclinar um pouco o traseiro e encostar de leve a bundinha no pau dele. Uma rápida encostadinha, um sarrinho e retornei à posição anterior. Ele tossiu e voltou lentamente, me encoxando, aos poucos, no ritmo do balanço do vagão, a princípio o pau não estava tão duro, mas, a cada movimento do trem ele me encostava um pouco mais e foi assim até que ficou novamente com o pau coladinho no meu rabo. A essa altura, o pau já estava em ponto de bala outra vez. Ficamos assim por alguns minutos. Eu, quieta, e ele colocado no meu traseiro. Novamente ele foi com a mãozinha boba e pegou no meu peitinho, preenchendo com isso a palma da mão. Fui ao delírio! Ele sentiu a minha respiração ofegante! Talvez tivesse sentido a alteração de meu batimento cardíaco. Então ele começou a massagear o meu peitinho. Naquele instante mexi a cintura como se desejava sentir um pouco mais o pau no meu rego. Ele se apertou ao máximo contra mim. Suspirei fundo novamente e o surpreendi: levei a mão pra trás, abri-lhe o zíper, tirei o pau e, discretamente o coloquei por baixo da minha saia em contato direto com a minha pele… Ele permaneceu por um algum tempo imóvel. Realmente eu o havia surpreendido. Depois que ele recuperou o sentido de que minha atitude era fato consumado e que eu queria ser fodida, ele prosseguiu: manteve a mão no meu peitinho, bolinando sem nenhum pudor; enfiou a outra mão por baixo, puxou a minha tanguinha de lado, arregaçou a cabeça do pau e começou a esfregá-lo na minha bunda, caçando um buraquinho pra entrar… Eu abri um pouco as pernas e empinei o traseiro deixando a bundinha e a bucetinha pra escolha dele… Ele ia enfiar no meu cuzinho, saí fora… levei a mão e encaminhei aquela pica grossa e quente pra minha bucetinha. Ele deu uma estocada e a cabeça entrou fácil, pois eu já me escorria de tesão. Não houve possibilidade de o pau entrar todo, mas o que entrou, talvez a metade, fora o suficiente pra eu sentir prazer. Na verdade, naquele momento, um dedo mindinho me faria gozar como se eu tivesse sido penetrada por um cavalo. A cabeça grande da rola grossa foi como se um jumento tivesse me esfolando e no balanço do metrô, acrescido de minhas reboladinhas bem safadas, bastaram alguns minutinhos para nós gozarmos. Assim que gozei, ainda sentia espasmo, quando senti o esguicho do esperma na portinha da minha xana. Ele tava tirando o pau pra gozar fora e terminou de gozar esporrando na minha bundinha. Antes que a porra rala e quente começasse a descer por minhas perna, tirei lenços umidecidos da minha bolsa e limpei. Depois peguei o celular para vê-lo, mas ele já não estava mais atrás de mim.
Havia um outro homem, que foi se chegando aos poucos e acabou por me encoxar, acredito que não queria me encoxar, porque vi através do celular que ele ficou muito sem jeito quando minha bundinha esquentou o pau dele, que subiu imediatamente… vendo que estava sem jeito, dei uma viradinha e olhei para ele e fiz cara de “o senhor tá com o pau duro na minha bunda, mas eu entendo a situação…” Queria dizer isso pra ele, mas ficou só no gesto facial… ele soergueu as sobrancelhas se desculpando e se esforçou para não me encostar. Era de fato respeitador e a encoxada teria sido mesmo obra do acaso.
Desembarcamos na última estação, e esse segundo homem, o Senhor Respeitador, pareou-se comigo e puxou assunto:
— Desculpa! Eu não tive a intenção de…
Eu o cortei imediatamente.
— O senhor não vai acreditar! O rapaz que estava atrás de mim, antes do senhor… — demorei um pouco, abaixei a cabeça e continuei fingindo-me constrangida — Ele… ele gozou na bunda… Não tive como evitar… Estou suja de… de porra e isso tá me incomodando muito!
— Moro aqui perto, se quiser tomar um banho…?
Cavaleiro e gentil, observei. Reparei que ele não oferecia perigo algum. Bem, as aparências poderia enganar, mas ele estava sendo sincero. A atitude no metrô provara que se tratava de uma pessoa de boa índole. Isso não se podia negar. Aceitei o convite.
Era um rapaz vinte e cinco anos, aparentemente tímido e pelo breve contato que tivemos no vagão, percebi que seu pau não passa dos vinte e não era tão grosso quanto o do cara que havia transado comigo. Seria um cara normal, portanto.
Chegamos ao apartamento dele. Ele me ofereceu um suco. Tomei o suco e fui para o banho. Durante o banho aproveitei pra lavar a calcinha que estava toda melada de porra, torci e a vesti úmida assim mesmo. Imaginei que quando saísse do banho ele estaria lá na sala me esperando de pau duro e me chamaria de vadia e iria a todo custo me comer todinha. Fiquei animada, cheia de tesão por pensar assim. Respirei fundo e saí do banheiro.
Ele estava na sala, sentado, fumando um cigarro e assistindo tv, volveu-se a mim e disse:
— Se quiser, posso levá-la em casa.
— Não precisa… — sorri gentil e espontaneamente. — Pensei que o senhor queria algo mais comigo. Fiquei até com medo de…
Ele me interrompeu esbaforindo a fumaça do cigarro:
— Eu gostaria, mas não forçado.
Encarei-o por instantes.
— Pela sua gentileza, posso lhe fazer alguma coisa…
— Tem quase um ano que não faço isso — confessou-me acanhado. — Tenho medo de…
— — Puxa! Como consegue ficar sem trepar todo esse tempo? — eu o interrompi, com bom-humor, afim de deixá-lo à vontade.
— Eu me masturbo — parecia estar me dizendo uma coisa extremamente pecaminosa.
Eu me aproximei desviando-se de seu olhar. Não queria que ele se sentisse acuado. Às vezes pecamos em encarar o parceiro achando que estamos sendo sedutoras, quando na verdade estamos intimidando-os. Isso seria perigoso, pois provocaria uma das duas reações a seguir: ou o parceiro falha ou torna-se agressivo. E nenhuma dessas duas anotações poderia se transformar em realidade naquele momento.
Ele era realmente tímido, então lhe desci as calças… Puts!… Eu não tinha sentido o pau dele direito no metrô!… Puta que pariu! Era grande; mais de vinte centímetros, grosso e cabeçudo… Meti a boca nele e o chupei com vontade. Minha esperança fossw que o sujeito gozasse com a minha chupada, mas não, babei nele todo, lambi as bolas, masturbei e chupei ao mesmo tempo e nada do cara gozar e cada minuto meu tesão ia aumentando… Quando minha bucetinha começou a latejar e babar toda como acontecera no metrô com o primeiro encoxador, eu senti que era hora de subir naquela tora…
Tirei minha roupa, deitei-o no sofá e sentei em cima. Fui devagarzinho deixando a cabeça entrar… uau! O cabeção encheu a minha bucetinha como nunca e foi entrando, rasgando, aprofundando… Quando senti os bagos dele encostando na minha bunda, gozei… gozei e fiquei paralisada.
— Gozei!… — exclamei boquiaberta e arregalada.
E continuei gozando! Mais e mais… Comecei rebolar, cavalgar, gemer, suspirar e dizer que estava gozando e gozei durante uns dez minutos ininterruptos. Logo, parei de cavalgar. Ele me botou de quatro e novamente me enterrou aquela tora deliciosa na bucetinha, que escorria baldes de orgasmo. Foi até o fundo, e socou gostoso, meteu com velozmente. O pau ia e voltava e a cada estocada eu ia ao delírio, os bagos agora batiam no meu grelo provocando uma sensação que eu nunca tinha experimentando. Eram bolas pesadas, duras, pareciam cheias de esperma. E para completar meu tesão ele enfiou o dedo no meu cuzinho e… naquele momento eu gozei de estremecer o corpo inteiro e desejei que ele tirasse o pau. Eu não tinha mais forças pra gozar, estava ficando sem ar, sem lugar, sem noção… Pra minha sorte ele começou a gozar, urrou feito jumento e tirou o pau rapidamente, me pedindo pra eu chupar. Mas, eu não tive tempo de abocanhar o cacete, que parecia um chafariz explodindo porra pra todos os lados. A pressão fora tanta que por um segundo saíram dois esguichos, como se ele tivesse dois canais uretrais. E sua porra bateu nos meus seios como que saídos de uma mangueira com ar comprimido e escorreu até meu umbigo. Durante a ejaculação ele não parou de urrar e quando não havia mais esperma para ser dispensado, ele me beijou longa e apaixonadamente. Eu era sua amante que há muito tempo não tinha contato. Eu era a deusa que ele sonhara por toda sua vida. E o beijo se alastrou, caminhando pelo pescoço até se deter nos seios. Ele babou nos meus seios e lambeu a própria porra, que ainda escorria, agora fria, pelo meu abdômen. Isso o encheu de tesão novamente e, infelizmente, naquele instante seria mesmo infelizmente, eu não tive como escapar… Ele me virou, colocou-me apoiada no sofá e preparou-se para me enrabar. Cuspiu na cabeça do pau e o encaminhou pro meu cuzinho…
“Tô ferrada!” Pensei. “Hoje eu vou ver…”
E a pica entrou rasgando, queimando e esticando o couro do meu cuzinho, causando dor e tesão.
— Tudo, não! — gritei desesperada.
— Calma, querida! Não vou te machucar.
— Já tá me machucando.
— Eu vou tirar….
— Não! Mantenha assim, com a cabecinha dentro…
Ele me interrompeu com ar de ironia:
— Já tá todo dentro, meu bem!
— Então não mexa com força. Continue bem devagar…
E ele foi obediente, alternando entre o meu cuzinho e minha bucetinha… fazendo eu gozar escandalosamente… loucamente… até que não mais me aguentei…
— Eu vou desmaiar…
Parecia a palavra mágica, ele estava dentro da minha xaninha, tirou dela, colocou somente a cabeça no meu cuzinho e esporrou lá dentro. A quentura da porra entrando no meu rabo era o refresco da minha alma. Eu renascia em cada esguichada. “Graças a Deus!” Pensei no Salvador naquela hora. “Bendita seja essa gozada!” Pensei aliviada e completamente saciada. Eu nem sei se havia gozado junto, pois eu gozava durante a trepada como se fosse eu própria o sinônimo de orgasmo.
Foi uma aventura maravilhosa… perigosa, pois, ele podia ser um cara mau! Dei sorte e me dei bem! Eu faria tudo outra vez, desde que fosse noutro dia, ou noite, ou madrugada…
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Um comentário:

Lynce disse...

Txiiiiii...lindona....que tesão me deste...Adorei este post, querida!
Beijinhos com carinho.