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terça-feira, 18 de setembro de 2012

Cartas de AMOR

Uma das coisas mais linda ,é receber uma carta de amor...Mas hoje em dia já não existe mais tal coisa,com modernidade,são sms,msn,email e as cartas de amor,escrita a punho?Já ficou no passado.Mas eu tive ainda esse privilégio de receber cartas,nossa achava tão lindo,hoje se falamos para nosso filhos eles dão muita risada.De certa forma a evolução não vez tão bem para o homem assim,acabou o romantismo,não estou falando que tenha que escrever  uma carta para ser romântico,mas vamos concordar que cartas ainda encanta algumas pessoas.
Lendo uma postagem em um site,me deparei com algumas cartas escritas por grandes nomes da história,em que nós os via apenas pelo que fizeram,e esquecemos que todo mundo vive ou viveu um amor.Olhem se alguma os agrada.
De Napoleão Bonaparte para Josefina

É como dizem: sorte no front, seca no amor. Napoleão era desses. Até que conheceu Josefina de Beauharnais, viúva de um visconde e seis anos mais velha que ele. Não demorou muito até que o baixinho subisse ao altar com a dama. Enviado para o campo de batalhas, Napoleão declarava em cartas o seu amor pela esposa. O problema é que Josefina não estava na mesmavibe que o cara: além de não retribuir as correspondências, começou a traí-lo. Ao tomar conhecimento do chifre, Napoleão decidiu dar o troco: começou a se relacionar com uma mulher que se disfarçava de homem para lutar. Confira a carta que Napoleão escrevia, enquanto Josefina o traía…
“Já não te amo: ao contrário, detesto-te. És uma desgraçada, verdadeiramente perversa, verdadeiramente tola, uma verdadeira Cinderela. Nunca me escreves; não amas o teu marido; sabes quanto prazer tuas cartas dão a ele e ainda assim não podes sequer escrever-lhe meia dúzia de linhas, rabiscadas apressadamente. Que fazes o dia todo, Madame? Que negócio é assim tão importante que te rouba o tempo para escrever ao teu devotado amante? Que afeição abala e põe de lado o amor, o terno e constante amor que lhe prometeste? Quem será esse maravilhoso novo amante que te ocupa todos os momentos, tiraniza seus dias e te impede de dedicar qualquer atenção ao teu esposo? Cuidado, Josefina: alguma bela noite as portas se abrirão e eu surgirei. Na verdade, meu amor, estou preocupado por não receber notícias tuas; escreve-me neste instante quatro páginas plenas daquelas palavras agradáveis que me enchem o coração de emoção e alegria. Espero poder em breve segurar-te em meus braços e cobrir-te com um milhão de beijos, candentes como o sol do Equador. Bonaparte”

De Karl Marx para sua esposa Jenny von Westphalen


O intelectual alemão escreveu cartas à mulher que viria a ser sua esposa e mãe de seus filhos, Jenny von Westphalen, filha de um barão da Prússia. Os dois se conheceram ainda na universidade e, para driblar a proibição familiar de namorar, mantiveram durante anos uma relação de amor por meio de cartas. Confira uma delas.
“Meu amor, enquanto nos separa um espaço, estou convencido de que o tempo é para o meu amor como o sol e a chuva são para uma planta: fazem crescer. Basta você ir, meu amor por você apresenta-se a mim como ele realmente é: gigantesco; e nele se concentra toda minha energia espiritual e toda a força dos meus sentidos …. Você vai sorrir, meu amor, e te perguntarás por que eu caí na retórica. Mas se eu pudesse pressionar contra o meu coração o seu, puro e delicado, guardaria em silêncio e não deixaria escapar nem uma só palavra.”

  De Lewis Carroll para Gertrude Chataway

 
Gertrude Chataway foi a mais importante criança que o escritor Lewis Carroll teve como amiga.O poema A caça ao Snark, inclusive, é dedicado a ela e aberto com um acróstico com seu nome. Biógrafos de Carroll, conhecido por escrever Alice no país das maravilhas, revelam que ele conheceu a garota quando ela tinha apenas 9 anos e que, desde então, os dois mantiveram uma amizade que se estendeu até a vida adulta. Meio estranho? Espere até ler a carta.
“Minha querida Gertrude, você vai ficar admirada, surpresa, desolada ao saber que terrível indisposição eu senti quando você partiu. Mandei chamar um médico e lhe disse: ‘Dê-me um remédio contra o cansaço porque eu estou cansado’. Ele me respondeu: ‘Nunca! Você não precisa de remédio! Se você está cansado, vá para a cama!’ ‘Não’, repliquei, ‘não se trata desse tipo de cansaço que passa quando se deita. Eu estou cansado no rosto.’ Ele ficou muito sério e depois disse: ‘Sim, estou vendo, é seu nariz que está cansado; e isso acontece por que você mete o nariz em tudo’. E eu respondi: ‘Não, não é bem o nariz. Talvez tenha sido um gole de ar’. Então ele fez uma expressão de espanto e disse: ‘Agora estou entendendo: naturalmente você tocou muitas árias em seu piano’. ‘De forma nenhuma, protestei. Nada de árias, mas de alguma coisa que fica entre o meu nariz e o meu queixo’. Aí ele ficou muito sério e perguntou: ‘Ultimamente você tem andado muito com seu queixo?’ Eu disse: ‘Não’. ‘Bem!’ disse ele, ‘isso me preocupa muito. Não sente alguma coisa nos lábios? ‘Claro!’ exclamei. É exatamente isso que eu sinto!’ Então ele ficou mais sério do que nunca e disse: ‘Acho que você andou dando muitos beijos’. ‘Bem’, respondi, ‘na verdade eu dei um beijo numa menininha que é muito minha amiga.’ ‘Pense bem’. disse ele, ‘você tem certeza de que foi somente um?’ Eu pensei bem e disse: ‘Talvez tenham sido onze’. Então o doutor respondeu: ‘Você não deve dar nenhum beijo até que seus lábios tenham descansado bastante’. ‘Mas o que devo fazer’, repliquei, ‘se ainda estou devendo a ela cento e oitenta e dois beijos?’ Nessa hora ele ficou tão triste, mas tão triste, que as lágrimas começaram a rolar em seu rosto. E ele disse: ‘Você pode enviálos numa caixa’. Então eu me lembrei de uma pequena caixa que eu havia comprado em Dover, pensando em poder um dia oferecê-la a uma menininha. Por isso é que eu lhe envio essa caixa depois de ter colocado nela todos os meus beijos. Diga-me se eles chegaram bem, ou se algum se perdeu pelo caminho.”

Tem outras lá no site onde tirei http://super.abril.com.br/blogs/historia-sem-fim/tag/karl-marx/ ,quem quiser dar uma olhadinha.

Ah...O amor...

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Amor é prosa, sexo é poesia.


Sábado, fui andar na praia em busca de inspiração para meu artigo de jornal. Encontro duas amigas no calçadão do Leblon:
- Teu artigo sobre amor deu o maior auê… – me diz uma delas.
- Aquele das mulheres raspadinhas também… Aliás, que você tem contra as mulheres que barbeiam as partes? – questiona a outra.
- Nada… – respondo. – Acho lindo, mas não consigo deixar de ver ali nas partes dessas moças um bigodinho sexy… não consigo evitar… Penso no bigodinho do Hitler, do Sarney… Lembram um sarneyzinho vertical nas modelos nuas… Por isso, acho que vou escrever ainda sobre sexo…
Uma delas (solteira e lírica) me diz:
- Sexo e amor são a mesma coisa…
A outra (casada e prática) retruca:
- Não são a mesma coisa não…
Sim, não, sim, não, nasceu a doce polêmica ali à beira-mar. Continuei meu cooper e deixei as duas lindas discutindo e bebendo água-de-coco. E resolvi escrever sobre essa antiga dualidade: sexo e amor. Comecei perguntando a amigos e amigas. Ninguém sabe direito. As duas categorias trepam, tendendo ou para a hipocrisia ou para o cinismo; ninguém sabe onde a galinha e onde o ovo. Percebo que os mais “sutis” defendem o amor, como algo “superior”. Para os mais práticos, sexo é a única coisa concreta. Assim sendo, meto aqui minhas próprias colheres nesta sopa.
O amor tem jardim, cerca, projeto. O sexo invade tudo isso. Sexo é contra a lei. O amor depende de nosso desejo, é uma construção que criamos. Sexo não depende de nosso desejo; nosso desejo é que é tomado por ele. Ninguém se masturba por amor. Ninguém sofre de tesão. O sexo é um desejo de apaziguar o amor. O amor é uma espécie de gratidão posteriori pelos prazeres do sexo.
O amor vem depois, o sexo vem antes. No amor, perdemos a cabeça, deliberadamente. No sexo, a cabeça nos perde. O amor precisa do pensamento.
No sexo, o pensamento atrapalha; só as fantasias ajudam. O amor sonha com uma grande redenção. O sexo só pensa em proibições: não há fantasias permitidas. O amor é um desejo de atingir a plenitude. Sexo é o desejo de se satisfazer com a finitude. O amor vive da impossibilidade sempre deslizante para a frente. O sexo é um desejo de acabar com a impossibilidade. O amor pode atrapalhar o sexo. Já o contrrário não acontece. Existe amor sem sexo, claro, mas nunca gozam juntos. Amor é propriedade. sexo é posse. Amor é a casa; sexo é invasão de domicílio. Amor é o sonho por um romântico latifúndio; já o sexo é o MST. O amor é mais narcisista, mesmo quando fala em “doação”. Sexo é mais democrático, mesmo vivendo no egoísmo. Amor e sexo são como a palavra farmakon em grego: remédio e veneno. Amor pode ser veneno ou remédio. Sexo também – tudo dependendo das posições adotadas.
Amor é um texto. Sexo é um esporte. Amor não exige a presença do “outro”; o sexo, no mínimo, precisa de uma “mãozinha”. Certos amores nem precisam de parceiro; florescem até mas sozinhos, na solidão e na loucura. Sexo, não – é mais realista. Nesse sentido, amor é uma busca de ilusão. Sexo é uma bruta vontade de verdade. Amor muitas vezes e uma masturbação. Seco, não. O amor vem de dentro, o sexo vem de fora, o amor vem de nós e demora. O sexo vem dos outros e vai embora. Amor é bossa nova; sexo é carnaval.
Não somos vítimas do amor, só do sexo. “O sexo é uma selva de epiléticos” ou “O amor, se não for eterno, não era amor” (Nelson Rodrigues). O amor inventou a alma, a eternidade, a linguagem, a moral. O sexo inventou a moral também do lado de fora de sua jaula, onde ele ruge. O amor tem algo de ridículo, de patético, principalmente nas grandes paixões. O sexo é mais quieto, como um caubói – quando acaba a valentia, ele vem e come. Eles dizem: “Faça amor, não faça a guerra”. Sexo quer guerra. O ódio mata o amor, mas o ódio pode acender o sexo. Amor é egoísta; sexo é altruísta. O amor quer superar a morte. No sexo, a morte está ali, nas bocas… O amor fala muito. O sexo grita, geme, ruge, mas não se explica. O sexo sempre existiu – das cavernas do paraíso até as saunas relax for men. Por outro lado, o amor foi inventado pelos poetas provinciais do século XII e, depois, revitalizado pelo cinema americano da direita cristã. Amor é literatura. Sexo é cinema. Amor é prosa; sexo é poesia. Amor é mulher; sexo é homem – o casamento perfeito é do travesti consigo mesmo. O amor domado protege a produção. Sexo selvagem é uma ameaça ao bom funcionamento do mercado. Por isso, a única maneira de controla-lo é programa-lo, como faz a indústria das sacanagens. O mercado programa nossas fantasias.
Não há saunas relax para o amor. No entanto, em todo bordel, FINGE-SE UM “AMORZINHO” PARA INICIAR. O amor está virando um “hors-d’oeuvre” para o sexo. O amor busca uma certa “grandeza”. O sexo sonha com as partes baixas. O PERIGO DO SEXO É QUE VOCÊ PODE SE APAIXONAR. O PERIGO DO AMOR É VIRAR AMIZADE. Com camisinha, há sexo seguro, MAS NÃO HÁ CAMISINHA PARA O AMOR. O amor sonha com a pureza. Sexo precisa do pecado. Amor é o sonho dos solteiros. Sexo, o sonho dos casados. Sexo precisa da novidade, da surpresa. “O grande amor só se sente no ciúme” (Proust). O grande sexo sente-se como uma tomada de poder. Amor é de direita. Sexo, de esquerda (ou não, dependendo do momento político. Atualmente, sexo é de direita. Nos anos 60, era o contrário. Sexo era revolucionário e o amor era careta). E por aí vamos. Sexo e amor tentam mesmo é nos afastar da morte. Ou não; sei lá… e-mails de quem souber para o autor.

Arnaldo Jabor

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Amanhã pode ser muito tarde!!

Não deixe para amanhã!
Amanhã pode ser muito tarde 
para você dizer que ama, 
para você dizer que perdoa, 
para você dizer que desculpa, 
para você dizer que quer tentar de novo... 

Amanhã pode ser muito tarde 
para você pedir perdão, 
para você dizer: “Desculpe-me, o erro foi meu!...” 

O seu amor, amanhã, pode já ser inútil.
O seu perdão, amanhã, pode já não ser preciso. 
A sua volta, amanhã, pode já não ser esperada. 
A sua carta, amanhã, pode já não ser lida.
O seu carinho, amanhã, pode já não ser mais necessário.
O seu abraço, amanhã, pode já não encontrar outros braços... 
Porque amanhã pode ser muito... muito tarde! 

Não deixe para amanhã, dizer: 
“Eu amo você!” - “Estou com saudades de você!”
“Perdoe-me!” - “Desculpe-me!”
“Esta flor é para você!” - “Você está tão bem!...”

Não deixe para amanhã 
O seu sorriso, o seu abraço, o seu carinho, 
O seu trabalho, o seu sonho, a sua ajuda... 

Não deixe para amanhã, perguntar: 
“Por que você está triste?” - “O que há com você?”
“Ei!...Venha cá, vamos conversar...” - “Cadê o seu sorriso?”
“Ainda tenho chance?...” - “Já percebeu que eu existo?”
“Por que não começamos de novo?”
“Estou com você.” - “Sabe que pode contar comigo?”
“Cadê os seus sonhos?” - “Onde está a sua garra?...”

Lembre-se: 
Amanhã pode ser tarde...muito tarde! 
Procure. Vá atrás! Insista!
Tente mais uma vez! 
Só hoje é definitivo! 
Amanhã pode ser tarde...


Autor (desconhecido)

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Eu me lembro

Eu lembro bem
Da primeira vez que eu vi
Sua cabeça em torno da porta
Por que a minha parou de funcionar

Eu lembro bem
Seu cabelo estava molhado
Eu fiquei na escada
E o tempo parou de passar

Te quero aqui hoje à noite,
Te quero aqui
Porque não consigo acreditar no que encontrei
Te quero aqui hoje à noite,
Te quero aqui
Porque nada vai me desanimar

Eu me lembro bem
Peguei um táxi numa tempestade
Pra te ver tocar
E meus navios navegavam

Eu me lembro bem
Estava na sua fila
E sua boca, sua boca, sua boca...

Te quero aqui hoje à noite
Te quero aqui
Porque não consigo acreditar no que encontrei
Te quero aqui hoje à noite
Te quero aqui
Porque nada vai me desanimar

Exceto você meu amor. Exceto você meu amor...
Venham todos vocês, perdidos
Mergulhem no musgo
Eu espero que minha sanidade cubra o custo
De remover a mancha desse amor,
de papel machê

Venham todos vocês, renascidos
Toquem minha buzina
Estou dirigindo feito um louco
Isso é amor, isso é pornografia
Que Deus me perdoe,
mas eu me chicoteio com desprezo, desprezo

Eu quero ouvir o que você tem a dizer sobre mim
Ouvir se você vai viver sem mim
Eu quero ouvir o que você quer
Eu me lembro de dezembro
E eu quero ouvir o que você tem a dizer sobre mim
Ouvir se você vai viver sem mim
Eu quero ouvir o que você quer
O que diabos você quer?
Damien Rice-letra música

domingo, 14 de novembro de 2010

O que as mulheres querem,afinal?

Uma pergunta que todos homens fazem,porque vamos falar a verdade,tem muita louca por ai,mas são apenas mulheres a procura da felicidade.
De certa forma é uma pergunta estranha,depende do idade que ela está,a mulher é mais misteriosa do que o homem,somos também especiais.
Quem nesse mundo consegue fazer tanta coisa ao mesmo tempo?Ser amante,mãe,amiga,confidente,linda,inteligente,traballhadora e acima de tudo mulher!!Corajosa,enfrenta a dor com mais garra que os homens,se tratando dos filhos não sabe o que é medo.
A mulher deseja ser amada por seu homem,ou parceira,desejada por todos,bem sucedida,dona da sua vida e de suas escolhas.A mulher moderna se transformou,quer sua liberdade...
As mulheres nunca são feias,elas sempre tem algo que as torna interessante,inteligente  e bela,me desculpe as feias e burras,digo isso porque podem ser lindas por fora mas burras,por não correrem atrás de sua felicidade,aceitar relacionamentos sem tesão e amor,por conveniência e comodismo,ali permanecem.
Mulheres que não corrigem seus erros,tornam-se chatas e sem graça,não porque nasceram assim,mas por opção.
Queremos alguém que nos entenda,nos ouça falar,não precisa nos encher de flores,apenas nos procure sempre,nos envolva de carinho,tesão e paixão...Queremos a sensibilidade,para saber quando precisamos de um colo,sexo?É maravilhoso,ainda mais quando feito com alguém que amamos,ou temos uma química,mas não é tudo,já vi muitos homens dizer que não pagam vale,sempre estão em dia com suas parceiras,mas ninguém vive só de sexo,24h.
Queremos amor,que quebre barreiras,que nos faça feliz,namorar, casar,ser mãe,a maioria quer isso,claro tem muitas que não nasceram pra compromisso,mas para o amor todas nós nascemos.As vezes queremos tudo e outras vezes não queremos nada,mas cedo ou tarde nos damos conta,que viver sem um amor,é impossível!!



quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Los Amores...

Amor que queima...Transborda...Toque na pele...Beijos..Los Amores...


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Mistérios do Amor

Como o amor tem mistérios,fico pensando,a gente nunca sabe quando vai encontrar o amor,crescemos ouvindo histórias sobre ele,que ele mata,e que ele também faz viver.
 Crescemos e vamos ao encontro desse amor,tão misterioso,vemos o primeiro menino que aparece em nossas vidas e pensamos, é para uma vida inteira...Mas que nada tudo aquilo que sentimos some,e aparece outra pessoas e nos perguntamos,será que agora é o amor?
E quando nos damos conta,já estamos fazendo besteiras,umas boas e outras ruins,de repente achamos a alma metade,pelo menos achamos que seja,ficamos anos a fio,namorando,noivamos e depois casamos,e queremos ficar ao lado dessa pessoa,é algo tão bom,queima por dentro,contamos minutos para poder estar ao lado dela,nada faz sentindo,se não for com ela,mas as  vezes a vida toma outro rumo e lá estamos nós sozinhos de novo,chorando,se debulhando em lágrimas se enchendo de chocolate,pelo menos as mulheres,chocolate dá uma calma e engorda muito também,mas a gente na hora nem se dá conta,quer se afundar nos chocolates...
Somos seres dos extremos,ou nos damos exagerada importância,ou nos consideramos seres perdidos...
Passa o tempo,a gente não acredita mais nesse tal amor,que tanto as pessoas falam que existe,retomamos a vida e vamos a padaria comprar um pão,e na fila nos esbarramos com um individuo,já começa o coração bater mais forte,e já perdemos o chão,aiii coisa gostosa...
Não entendemos,por exemplo,que o amor é energia onipresente,livre e independente de nossas neuroses afetivas,mas que encontra-se a nossa disposição sempre que dela precisarmos nos momentos de aflição.O amor não tem contra indicação,é viver,deixa-lo entrar em nossas vidas,o tanto de vez que precisarmos.
Sabe,não se já aconteceu com vcs,mas por nada começamos a não gostar  de alguém,sei lá,a pessoa te irrita,vc fala que não gosta dela de jeito nenhum,e um belo dia descobrimos,que ela é a pessoa,vê se pode...Destino?Talvez...
E é engraçado,ele pode estar bem do seu lado e você nem sabe,passa a vida viajando pelo mundo,e ele está ali,está vendo?Esse é o mistério do amor,nos prega muitas peças,pode passar anos,e as vezes nos encontramos com aquele primeiro amor,e descobrimos que ainda existe uma faísca lá no fundo acesa por ele.
O  amor é o remédio para todos os males da alma e do corpo...Então não fuja de seu destino...

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Fuja de um Don Juan..

Eai meninas,quem já não ouviu falar em sindrome de Don Juan?Aquele homem encantador,sedutor que só pensa em te conquistar,e depois abandonar...
O Don Juan é um personagem literário tido como símbolo da libertinagem,de uma personalidade que necessita seduzir o tempo todo,que aparentemente se enamora da pessoa,uma vez conquistada,a abandona.
As pessoas com esse traço não consegue se apegar a uma determinada pessoa,partindo como louco a novas conquistas.
Dúvido que vc já não tenha conhecido um Don Juan,mas sabe que tem mulheres que adoram,um cafajeste,porque pra mim ele não passa de um,mas o pior de tudo que o desgraçado consegue envolver uma a uma as mulheres...
E na a maioria das vezes ele arrebenta com o coração de uma mulher,o narcisismo dele é uma das grandes caracteristica deles,preferem amar a si mesmo,do que outra pessoa.
Ele desempenha papéis sociais sempre teatrais,sem falar que ele é inconstante.Quando percebe que a mulher está totalmente apaixonada,ele resolve abandona-la.Ele sempre faz estilo "príncipe encantado",tudo que uma mulher sonha em ter.
Para o portador da síndrome,a conquista amorosa tem ares de divertimento e competição.É comum ele apostar com amigos suas conquistas.Observa as fragilidades de uma mulher para poder atacar.Há quem acredite que uma das caracteristicas fundamentais da personalidade de um Don Juan é uma acentuada imaturidade afetiva(com certeza).
Eu só não entendo,porque as mulheres preferem eles?É na verdade sabemos,mas mesmo assim vem na cabeça,ahh..o que tem de mais,de repente comigo vai ser diferente...Bobagem,não se iluda,vc só vai ser mais uma na lista,mas se quiser se aventurar...Boa Sorte amiga!!!

domingo, 18 de julho de 2010

Fobia de rótulos


Tem coisa mais estressante que esse medo que as pessoas estão tendo,quanto rotular seus relacionamentos,hoje em dia está na moda o ficar,todo mundo fica e pronto,raros os casos que se assumirem,que está acontecendo?Amor está fora de moda?Casar?Noivar?
Algumas vezes essa ressistencia tem a ver com do histórico da vida da pessoa,algo relacionada com os pais ou um relacionamento muito sofrido,que causou essa fobia.
Sempre uma boa conversa ajuda entre o casal,não é porque algum dia deu errado seu relacionamento,todos vão ser iguais,temos que nos permitir mais.
As mulheres em geral são mais corajosas,metem a cara,mas os homens como sempre se sentem com medo,e acabam se fechando.
Se perceberem que elas querem algo mais sério pulam fora,e muitas  vezes gostando...Seria uma loucura?Não sei,o medo,faz recuar.
A gente cansa de ver entre amigos,tipo ela toda feliz,achando que está namorando e ele em outra rodinha falando que só estão se conhecendo...Credo se conhecendo a quase um ano??Hahahaha
Que medo é esse de rotular seu relacionamento,não está indo pra forca...Chega um momento que não dá pra deixar a solta o relacionamento,acaba que algum momento pode pintar um chifre em sua testa,ora bolas,vc não tem nado com ele...Fala sério,pra cima de moá não rola...Atitudeeeee...Quem vai dar o primeiro passo?Assim não dá,né?
As pessoas tem medo de confiar,seus sentimentos e sairem magoadas,querem viver um amor sim!
Se vc gosta dele ou dela,vai lá e fala o que está sentindo,curte seus momentos,vivem uma paixão,não se preocupe com o tempo,a vida se encarrega disso.
Embora essa nova geração descompromissada existe,a tendencia das pessoas é criar um vinculo entre elas,nada melhor que viver um amor,deixa de ser COVARDE,lhe permita ser FELIZ.


 


terça-feira, 20 de abril de 2010

Amor sem idade


Quem já não ouviu alguém falar que não tem idade pra esse tipo de coisa,já passou da idade de amar...
Nossa eu acho isso um horror,imagina ter idade pra sentir aquele friozinho na barriga,coração sair pela boca,mãos frias...Tem coisa melhor?Claro que não!!
Quando eu era bem novinha tipo 13 anos,imagina que a gente amava,e ficando bem mais velha acabaria o amor.Mas com o passar dos anos a gente percebe que o amor não tem limites e nem idade.O amor surge como um raio em nossa vida,a gente não escolhe hora nem lugar,só acontece.Não é porque vc já casou,se separou que não possa mais amar,tem na verdade muitas mulheres que se fecharam para a vida,por conta da vergonha de suas idades,da familia careta,e as vezes até de filhos ciumentos,acabem não se permitindo,muitas se atiram,não sentem prazer em se arrumar,ir ao cabelereiro,comprar uma roupa nova ou uma lingerie.
Amor é sinônimo de doar,é a essência da vida,prazer de viver.As pessoas não podem ter pressa para o amor,ele não tem tempo para acontecer,mas pode ter certeza que será intenso.
No abismo de cada alma sempre vai existir um segredo valioso para ser descoberto,quando o amor verdadeiramente chegar.Hoje pode estar sofrendo por amor,mas quem sabe amanhá alguém vai estar sofrendo por vc.A vida é assim mesmo,tenha coragem,deixe que o amor aconteça.O amor é como o vento, a gente não vê apenas senti...

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Amor patologico





Amor a primeira vista, amor de verão e amor de infância. Quase todo mundo já teve um ou todos eles. E o amor patológico? Você já viveu algum?


O amor patológico é uma doença que causa dependência como se fosse uma droga, só que nesse caso, a droga não é um produto químico ou álcool, é o parceiro ou parceira. De acordo com a psicóloga Sílvia Rezende Azevedo, o amor patológico atinge com mais freqüência as mulheres, mas os homens também podem sofrer desse mal.


Para saber se alguém tem amor doentio é só analisar o relacionamento. "Chega a um ponto que o amor fica obcecado e a pessoa deixa a sua vida para viver a do outro ou não permite que o parceiro tenha vida própria".


Segundo Sílvia, quando a pessoa deixa os amigos, o parceiro passa a ocupar mais espaço do que a família, o trabalho e outros afazeres, ou o medo da relação acabar é incontrolável e se começa a seguir e vigiar o outro, é certo que o amor deixou de ser algo saudável e se transformou num vício


"Pesquisas mostram que as áreas do cérebro que são ativadas quando se está interessado por alguém são as mesmas da obsessão. É uma sensação química e quando o amor passa a ser doentio a pessoa tem crises se está longe ou sem o parceiro, tem sentimentos de culpa. É como se fosse uma droga que não se pode ficar sem", explica Sílvia.


A psicóloga afirma que é difícil perceber que o limite saudável de uma relação está sendo ultrapassado devido a uma questão cultural de que em um relacionamento amoroso, principalmente no início, é normal amar exageradamente, demonstrar que ama e fazer uma série de coisas pelo outro.


"É como o consumo de álcool que é uma droga aceitável e consumida socialmente. No começo você bebe e não percebe nada porque está dentro do normal, com o passar do tempo sua vida começa a girar em torno disso e você não percebe que está passando do limite", compara.


A pessoa doente se torna impulsiva e compulsiva devido ao vício. O amor se transforma em um sentimento destrutivo para o casal e que em alguns casos pode ocasionar tragédias como crimes e suicídios


O amor patológico pode atingir, principalmente as mulheres com mais de 30 anos e que não têm um relacionamento estável. "As mulheres estão mais seletivas e depois de determinada idade, quando encontram um parceiro, ficam doentes por ele e são capazes de fazer tudo para não perder essa relação", diz Sílvia.


Esse amor doentio não fica restrito a relação homem-mulher. Pode atingir também pais, irmãos, filhos e amigos. "Algumas mães gostam tanto dos filhos que acabam com o relacionamento amoroso deles e alguns amigos têm ciúme doentio pelo outro", exemplifica.


Características do amor patológico


A psicoterapeuta e pesquisadora do Ambulatório do Amor em Excesso (Amore) da USP, Eglacy Sophia, destaca alguns sintomas dos 'doentes de amor':


- Sintomas de abstinência (como angústia, taquicardia e suor) na ausência ou no distanciamento (mesmo afetivo) do amado


- O indivíduo se preocupa excessivamente com o outro


- Atitudes para reduzir ou controlar o comportamento de cuidar do parceiro são mal-sucedidas


- É despendido muito tempo para controlar as atividades do parceiro


-Abandono de interesses e atividades antes valorizadas


O quadro é mantido, apesar dos problemas pessoais e familiares















quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Amor ou amizade?





Bom todo mundo sabe,que na vida a gente quer arranjar um amor,aquele amor que leve você ao céu,as vezes a procura é grande,e o amor as vezes não está tão longe ,pode estar ao seu lado,já pensou nisso?

E o pior de tudo, se você passa o tempo todo contando tudo pra seu melhor amigo,suas decepções,tristezas,transas que gostou e outras nem tanto...

E as vezes a amizade é tão grande que vocês acabam sendo cumplices de tudo,de certa forma é bom,também não vamos generalizar,as vezes é melhor ficar só na amizade,porque pode vc estar meio caido,carente daí já é outra coisa.

Mas derrepente lá pelas tantas vc percebe que está apaixonada pelo seu amigo ou amiga,pense bem,porque através de alguns sinais vc pode perceber se a pessoa está ou não se declarando.

Alguns sinais pode transmitir o interesse dele sobre vc,tipo vontade dele(a)fazer programas somente vcs 2,desculpa de alguma coisa apenas para poder tocá-la,sentir ciumes de vc numa balada,claro tem que ver bem também se ele não quer dividir sua atenção com outra pessoas,apenas por ser seu amigo,só que quando é demais desconfie,também observe sua relação com ele ,se vc se sente mais feliz que o normal.

As vezes se declarar sendo amigo é pior ainda,porque vai se vc estraga tudo e acaba percebendo que foi bobagem,apenas uma grande carência,então antes de se declarar pense bem,em todos os aspectos.

Não pense que é bobagem,mas as vezes vc tem como amigo, essa pessoa há anos e vc nunca percebeu nada,e um dia como quem não quer nada começa vê-lo com outros olhos,ai ai ai será que vale a pena se declarar?

Quer saber acho que tudo na vida vale a pena,porque quem nessa vida não quer ser feliz?Se não tentar nunca vai saber,então se declare,se está te angustiando,tome uma atitude,claro mas seje sensato,não vai dá um fora,tipo o amigo é casado ou está namorando,daí vc pode estar entrando em uma furada,além de perder seu amigo pode estragar o casamento ou namoro dele.A não ser que já esteje estragado o relacionamento de seu amigo,então fique esperto,de olho bem aberto em seus sentimentos,no mais é viver com intensidade essa vida boa!!!

O amor pode estar ao lado,como diz a música do Jota Quest.Ah! E cuide de seu coração,pra ele não sofrer!!