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quarta-feira, 2 de março de 2016

HENTAI quadrinhos

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http://www.arroto.info/sasuke-e-sua-almofada/

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Conto Erótico-20 segundos (O diário de Victor)

Para o fim de semana seguinte minha agenda reserva algumas reuniões com pessoas importantes. E como todas as reuniões são acompanhadas de almoços ou jantares, eu precisava estar bem acompanhado.
Comprei roupas e jóias novas para Cailean e em poucas horas estávamos dentro do jatinho da empresa. Ao sairmos de casa não teve como não notar os olhares levemente invejosos das outras três. Embora eu não possa afirmar se foram por causa dos presentes que minha cachorrinha tinha ganhado, ou porque ela seria a primeira a viajar comigo.
Nossa primeira parada foi na Alemanha, perdidos num resort numa cidade pequena. Era um local escondido, centrado em um vale e encimado por montanhas e arvores. Nunca entendi o porque de marcarem reuniões e encontros importantes em lugares tão abastados, eles de nada contribuem para a conclusão de contratos. No entanto, não posso negar que me seria um fim de semana bem divertido.
Sou um amante da privacidade, ainda que vocês possam duvidar, e como de praxe, escolhi o quarto mais recolhido que estava disponível. Apesar de ser fora de mão e levarmos quinze minutos para voltar às partes principais, tem lá suas vantagens.
-O que me diz, Cailean? – ela estava boquiaberta. Não sabia se olhava para a jakuzzi em um lado, para a cachoeira que invadia o quarto pelo outro, para a pequena e eficiente cozinha, para a cama gigantesca, para… bem, vocês entenderam.
-Nossa, mestre… que lugar é esse?
-Não sei o nome, deve ter um panfleto por aí. Mas então, o que você achou? – perguntei enquanto a abraçava por trás, envolvendo sua barriguinha.
-É maravilhoso – ela se soltou, saindo para a sacada, que na verdade se estendia como um píer. Metade do quarto havia sido construído sobre o enorme lago que cercava o resort. – Por quanto tempo vamos ficar?! – ela gritou lá de fora.
Não me dei ao trabalho de responder, ao invés disso fui pegar uma mala que tinha enviado no dia anterior e comecei a desfazê-la. O interfone tocou perguntando se precisávamos de algo, o que neguei prontamente. Tudo o que eu queria para os dias seguintes estava bem ali comigo.
Quando minha cachorrinha voltou para dentro sugeri que fosse tomar um banho enquanto eu lia o itinerário. Tínhamos ainda quatro horas antes das reuniões começarem. Eu precisava reler uns papeis e escrever discursos de emergência, mas antes, fui preparar dois drinks de frutas.
Cailean demorou um bom tempo no banheiro, me perguntava o que ela tinha encontrado para se entreter tanto. Eu estava sentado numa das enormes poltronas, apenas com um calção fino, quando ela saiu. Elegante como sempre, os cabelos molhados caindo sobre o rosto e os seios avantajados dançando sensualmente acompanhando seus passos. Vestia um dos robes brancos da pousada, grosso, de algodão, deliciosamente agarrado em suas curvas repletas de perdição.
Minha cachorrinha procurou-me pelo quarto e quando me encontrou, fixou os olhos nos meus. Ainda que não pudesse ver, senti seu sorriso malicioso enquanto ela acertava os passos em minha direção. Algum brilho novo tomava conta de seus olhos verdes e propositalmente ela não piscava… apenas encarava-me e me imergia em uma disritmia contida, exalando tesão.
Aproximou-se de mim tão rápido que senti seu perfume arrepiar meu corpo enquanto chacoalhava meus cabelos. Delicadamente arrumou as pastas ao meu lado e tomou os papeis que eu tinha em mãos. Notando a taça apoiada ao meu lado, deu um gole modesto, apenas para umedecer os lábios. Apoiou-se delicadamente em minhas pernas e subiu em meu colo, sentando-se exatamente em cima de meu pau. Tocou meus ombros e seguiu arranhando a extensão de meus braços, forçando-me a esticá-los. Beijou-me.
Um beijo leve, com gosto de pêssego. Sua boca fria envolveu a minha para depois molestar meus lábios numa mordida carinhosa. A ponta da língua abriu caminho aquecendo a minha com seu hálito quase vulgar. E na mesma sutileza com que chegou, afastou-se de mim. Pondo-se em pé a minha frente, desafiando meu olhar.
-No que você está pensando, cachorrinha? – me arrisquei em perguntar.
Ela limitou-se a continuar me encarando por um tempo, irredutível. Olhar fixo no meu.
-Eu só sinto que… eu não estava mostrando a você… bastante apreciação, eu quero que você saiba… o quanto eu adoro você, mestre – levou as mãos macias para a faixa que amarrava seu robe, desenlaçando-o e deixando-o cair.
Ela estava linda, usando um corpete negro detalhado em vermelho sangue com meias 7/8 nas mesmas cores, realçando com muito glamour suas pernas torneadas. Só então percebi que ela estava de salto alto, depois, subindo com o olhar, quase despi sua cinta liga para vislumbrar a minúscula calcinha que escondia sua xotinha inchada.
Lentamente, desfilando perante meu olhar sedento, minha cachorrinha foi até o radio colocar uma musica. Mas eu tinha a impressão de ter ficado surdo, toda a minha atenção era voltada para o seu rebolar, o balanço sincronizado e perfeito de seu corpo lindo.
Cailean voltou, estacando na minha frente. Quando fiz menção de me levantar ela me empurrou de volta para o sofá. Arqueada em minha direção, tentei roubar-lhe um beijo, mas ela desviou a face com um sorriso no rosto. Deslizava as mãos pelo meu corpo e depois recompôs a postura, jogando os cabelos loiros e molhados para trás. Ainda sustentando meu olhar, começou a rebolar devagar, quase sem mover os quadris.
Deixava-se levar pela musica aos poucos, erguendo os braços e tocando as mãos sobre a cabeça. Ainda com um deles esticado, descia com o outro percorrendo a lateral do corpo e fazendo uma breve pausa sobre o seio, para apertá-lo um pouco, depois voltava a deslizar a mão até onde alcançava. E arqueava o tronco, empinando deliciosamente seu bumbum redondo. Dobrou as pernas e num único lance voltou a ficar ereta ondulando o corpo todo. Voltou a procurar meus olhos, mas eles estavam perdidos nas curvas alucinantes que a cintura descrevia com seu abdômen.
Cailean avançou dois passos quase se colando em mim. A cada movimento ousado de seus braços e cabelos em minha direção, mais do seu perfume impregnava minhas narinas me enchendo de tesão. Ela dançava provocantemente, às vezes me tocando, às vezes recuando para evitar meu toque. Ia e vinha num ritmo sedutor, rebolando gostoso. Virando-se de costas, esticou-se toda em direção ao chão de pernas eretas, deixando seu rabinho todo desprotegido se não fosse a minúscula calcinha encoberta pela cinta-liga. E quando ela fez isso, pude ver de leve uma mancha mais escura em sua calcinha, denunciando sua excitação.
Insinuei-me em ir para frente e tocar seu bumbum, mas como eu previa, ela se afastou de forma cadenciada, voltando a dançar procurando meus olhos. Mais uma vez ela veio até mim, escorando o peso no encosto do sofá e aproximando seus generosos seios do meu rosto. Chegou a poucos centímetros, como se fosse me matar com seus mamilos enrijecidos, e depois desceu o corpo, descrevendo uma trilha em meu peito com seu hálito quente.
Chegando em meu membro duro, apertou-o com os peitos soltando seu peso em mim. Vi seu sorriso alargando quando sentiu a rigidez em que eu estava. Rapidamente ela levou as mãos para meu calção, despindo-me. E tomou muito cuidado para fazer isso sem encostar-se em meu pênis que já cuspia um prenuncio de gozo.
Minha cachorrinha me deixou ali sentado, nu, e retomou sua dança. Movimentos treinados e improvisados, ondulando os quadris, empinando o bumbum. Serrilhando os olhos e lambendo os lábios maliciosamente, acariciando o próprio corpo, bagunçando o cabelo. E me encarando, seduzindo-me sem saber que eu já estava entregue.
Não me agüentando mais, me levantei e segui em sua direção. Quando estava bem próximo ela virou-se de costas, erguendo na beira do impossível seu rabinho redondo, e sem hesitar encaixei meu pau duro nele. Ela rebolava e eu acompanhava, melando toda sua calcinha que já estava quase ensopada. Acariciava sua barriguinha e sentia o toque áspero do espartilho. Quando subi as mãos para os seios também escondidos, senti os mamilos ameaçando furar o tecido negro. E minha cachorrinha continuava a dançar, erguendo os braços, convidando meu toque.
Joguei seus cabelos úmidos para o lado e ensaiei um beijo no pescoço nu, senti-a arrepiar. Mordisquei a orelha e ela agarrou meus cabelos enquanto eu descia uma das mãos em direção a sua grutinha inchada. E nós rebolávamos, vidrados nos corpos um do outro. Ela virou um pouco o rosto, até onde eu quase pudesse beijá-la, mas negou meu desejo. Em vez disso prensou ainda mais seu quadril contra o meu, masturbando meu mastro com o bumbum.
Após alguns minutos nessa dança de corpos colados, virei Cailean de frente e beijei-a com fervor. Explorava sua boca o máximo que podia, num beijo molhado e cheio de tesão. 

Ela correspondia, apertando minha bunda, agarrando meu pau. Enquanto nossas línguas se digladiavam ela me batia uma punheta sofrida, não duvido que estava sentindo mais tesão que eu em ter meu membro duro pulsando em sua mão. E o mesmo fazia eu, agarrando sua xotinha por trás e dedilhando tanto o grelo escondido quanto o cuzinho.
Alternava a invasão de meus dedos com alguns tapas no bumbum, fazendo minha cachorrinha gemer, e lentamente conduzi-a para o sofá. Ainda ao ritmo harmonioso da musica, Cailean acariciava meu pau com sua mão habilidosa. E ante protestos, forcei-a a virar-se e ficar de costas para mim, para depois sentar-me no sofá ficando cara-a-cara com sua bundinha convidativa.
Apalpei as duas bandas do rabinho de uma só vez, enchendo minhas mãos e apertando forte, sentindo ela se contrair e arrepiar. Depois massageei de leve com movimentos circulares e então desci para as coxas grossas. Deslizava minhas mãos para cima e para baixo, sentindo o tecido da meia 7/8 e as amarras que as prendia à cinta-liga. Até que voltava para o rabinho e apertava de novo, e ela se empinava toda, rebolando os quadris de leve.
Esquecendo da musica, vidrado nos gemidos contidos de minha cachorrinha, baixei sua calcinha lentamente revelando aos poucos a grutinha encharcada de tesão.
Ordenei que afastasse um pouco as pernas e com uma mão forcei suas costas, fazendo com que ela se inclinasse para frente. Avancei certeiro com minha língua em direção ao risco úmido que escorria pelo pouco de coxa exposta. Sorvi todo o mel furtivo que tentava fugir e aproveitei para mordiscar a polpa durinha de seu bumbum, arrancando gemidos tesudos de minha cachorrinha. Ela levantava o rabinho o máximo que a posição permitia, e com os braços para trás, abria-se toda me convidando a saborear o mel direto da fonte.
Sem regalias, caí de boca, penetrando sua xotinha encharcada até onde minha língua alcançava. Abracei seu corpo esbelto levando uma das mãos para cima até segurar firme em seu seio que pegava fogo. Com o outro braço, envolvi suas pernas para alcançar o grelinho pelo outro lado. E assim eu ia chupando minha cachorrinha enquanto masturbava deliciosamente o grelinho inchado ditando seus gemidos. E a cada pulo que eu sentia seu peito dar acompanhando o coração acelerado, meu pênis pulsava em resposta, doendo minhas bolas.
Não agüentando mais a tortura comigo mesmo, levantei-me e passei a pincelar meu pau duro feito pedra na xotinha inchada da minha cachorrinha. Cailean me olhou sorrindo, a face vermelha e ofegante.
-Me come, mestre… – rebolava a bucetinha. – Fode sua cachorrinha…
Calmamente, introduzi a cabeça em minha cachorrinha sendo prontamente recepcionado por seu interior fervente. Fiquei ali parado beijando o pescocinho e acariciando a cintura, sem explorar nem um centímetro a mais da sua grutinha.
-Ain… por favor, mestre… me fode! – Cailean empinava mais o rabo tentando me engolir.
-Sabe o que me dá mais tesão nesse seu corpo lindo, cachorrinha? – perguntei colado em seu ouvido acompanhando o rebolar com as mãos nos quadris largos.
-O quee? – jogava o rabinho para trás, mas eu recuava com seu movimento. Subi minhas mãos passando pela barriguinha seca até encontrar os seios generosos e os apertei, transbordando entre meus dedos.
-O que me dá mais tesão no seu corpo são esses lindos seios, cachorrinha… que tal tirarmos esse espartilho pra mim senti-los melhor?
Mais que depressa, Cailean levou as mãos para trás para desfazer as amarras que o prendiam em si. Mas eu a detive.
-Pode deixar que eu faço isso…
Desamarrei os laços e comecei a puxar as tiras pelos fechos. Cadenciado, eu ia penetrando-a conforme puxava, de forma que quando a tira se soltava eu havia penetrado-a inteira, envolto em gemidos de puro tesão. Depois eu repetia a manobra, dessa vez retirando meu pau de sua xotinha. Cada movimento levava cerca de vinte segundos para se completar. Vinte até que meu mastro a penetrasse toda, da cabeça brilhante até as bolas inchadas. E mais vinte para que ele se retirasse.
-Mestree… mais rápido..!
-Eu não quero te machucar, cachorrinha.
-O senhor não vai… mete mais forte… ain…
-Mas ta tão gostoso assim, cachorrinha. – estaquei os movimentos para abraçá-la, mordendo a orelha e envolvendo suas mãos com as minhas. Conduzi seus dedos até o grelinho vermelho. – Vê como ele ta inchado?.. latejando?.. Não precisa mentir pra mim, cachorrinha, eu sei que você está gostando.
Completei a penetração na mesma velocidade de antes.
-Ta vendo como ele responde a cada centímetro do meu pau? Quando eu tiro, ele se contrai em protesto… – iniciei o movimento de volta contando baixinho.
-Um…
-Dois…
-Três…
-Quatro…
-Cinco…
-Seis…
-Sete…
-Oito…
-Nove…
-Dez…
-Onze…
-Doze…
-Treze…
-Quatorze…
-Quinze…
-Dezesseis…
-Dezessete…
-Dezoito…
-Dezenove…
-Vinte…
-Contou comigo, cachorrinha? Foram vinte contrações, tentando me puxar de volta… – apertei seu grelinho, ela quase gozou. – Você quer que meu pau volte pra dentro?
-Eu q-quero… por favor, mestre… me fode..!
Voltei a penetrá-la, ainda abraçado, deliciado.
-Um…
-Dois…
-Três…
-Quatro…
-Cinco…
-Seis…
-Sete…
-Oito…
-Nove…
-Dez…
-Onze…
-Doze…
-Treze…
-Quatorze…
-Quinze…
-Dezesseis…
-Dezessete…
-Dezoito…
-Dezenove…
-Vinte… – senti minhas bolas tocarem suas coxas..

-Agora ele pulou mais vinte vezes… de felicidade… Contou comigo, cachorrinha?
-Mhmm… contei, mestre… mas me fode, por favor, não to agüentando!
Soltei seu corpo e voltei a desamarrar o espartilho, soltando as tiras uma amarra por vez, sem pressa. Assistindo Cailean tremer de tesão, as pernas quase cedendo.
-Dessa vez, conta pra mim, cachorrinha.
-Um, dois, três… – sua voz saída tremida, diminuindo de tom a cada milímetro. – quatro… cinco… … …
-Se você parar de contar eu terei que parar de desamarrar… você não quer que eu te foda, cachorrinha?
-Quero, mestre… por favor, me fode..!
-Então termine de contar pra gente poder tirar logo esse espartilho… eu só vou te comer depois de chupar esses peitos lindos…
Com dificuldade, ela conseguiu chegar no vinte. Por duas vezes tentou acelerar a contagem para terminar mais rápido, mas eu a punia retirando meu pau e amarrando a tira de volta. Até que por fim ela conseguiu me sentir preenchendo-a por inteiro, enquanto eu escorava seu corpo que ameaçava a ceder. Suas pernas trêmulas pareciam que não iam sustentá-la por muito mais tempo.
Foram mais três tentativas até que ela conseguisse completar a contagem para a próxima tira. Então voltei a penetrá-la e a contar, eu também não ia agüentar essa tortura por muito mais tempo.
-Um… dois… três… quatro… – Cailean gemia sem ritmo, ofegante. – Sabe quantas tiras ainda faltam, cachorrinha?
-Aiin… q-quantas?
-Trinta e duas.
Ela gozou, rendendo-se. Só por imaginar por quanto tempo mais a tortura iria se prolongar. Imediatamente dei um tapa forte em seu rabo e retirei meu pau. Ela sentou no chão em espasmos.
-Não me lembro de ter dito que você podia gozar, cachorrinha – ela não respondeu, provavelmente mesmo que quisesse não conseguiria pelo transe pós gozo. – Vamos, levanta! Vai tomar um banho que a reunião é em algumas horas.
fonte http://contos-eroticos-de-mrmattbrazz.tumblr.com/post/102665468741/o-di%C3%A1rio-de-victor-cap08-vinte-segundos

terça-feira, 31 de março de 2015

Gemidos na Sauna-Conto Erótico

Antes de mais nada : ADORO sentir e dar prazer… Estava tarde da noite, a academia estava para fechar, faltavam uma hora ainda e poucas pessoas se encontravam malhando, jogando conversa fora, paquerando..Meus músculos cansados após um trabalho desgastante e ginástica. Fui para a sauna, seria bom para os músculos e para a minha pele… Enrolei-me em uma toalha, entrei e fui me sentar…estava sozinha…De olhos fechados, cabelos úmidos, escutei um ruído…Era uma garota de estatura mediana, cabelos louros, longos, branca…Sem que esperasse ela tirou a toalha e após avaliar-me olhando-me de cima a baixo deu um sorrisinho safado e piscou um olho…Fiquei de respiração suspensa…ela era muito bonita com seus seios em formato de pera com bicos rosados e túrgidos, a xoxota depilada como a minha…Senti um arrepio de tesão….nunca havia sentido tesão por uma garota, mas seus lábios polpudos, seus seios, sua boca …deixaram a minha xoxota molhada…esfreguei as coxas uma com a outra… – Pk vc não tira a tolha tb? ela me perguntou….Deve ter um corpo bonito… Eu estava um pouco cheinha….tentando deixar o chocolate de lado…mas eu tinha um lado sensual…Tirei a toalha….e empinei o queixo, mostrando não ter receio algum… – Nossa, como vc é gostosa…tem xana depila como eu. Sem eu esperar ela foi até a porta e virou a tranca. Faz tempo que tenho te observado…vc está sempre distante. -Esperava uma oportunidade para me aproximar de vc. Se aproximou de mim e afastou meus cabelos do meu pescoço chupou-me a orelha…os bicos dos meus seios endureceram e senti um arrepio delicioso pelo corpo..minha xoxota orvalhando mais ainda….Surpresa com as palavras e ação da garota, abri a boca para falar quando senti uma língua macia entrar dentro da minha boca num beijo molhado, sua língua movimentava dentro da minha boca como se fosse um ato sexual…como se um membro estivesse me penetrando…minhas mãos subiram em direção aos seios dela e meus dedos apertaram os bicos duros…De repente nem sei como deitamos no chão e começamos um 69. Ela tinha uma xoxota cheirosa e deliciosa…como uma fruta madura e suculenta…enfiei a língua entre as dobras, lambi o pequeno botão da sua xoxota, mordisquei com suavidade…enquanto isso a sua língua invadia a minha xota bem fundo como se fosse um membro…ela sabia como fazê-lo…meu gozo jorrava entre as coxas e pernas quando senti um dedo entrar dentro de mim e começou a estocar várias vezes…entre gemidos, respirações ofegantes, palavras sem sentido. – Me fode…ahhhh…mais forte…vou gozar…ohhh…Gozei como uma louca…e só com os dedos daquela garota…De repente ela me olhou nos olhos : – Vou te comer hj…você é muito gostosa….vou me acabar em você… Puxou-me para os seus braços e num olhar compreendi o que ela queria..encaixamos nossas xoxotas molhadas ainda e começamos a esfregar , uma verdadeira briga de aranhas…sentia seu grelo na minha xota como um membro…ela o tinha carnudo, enquanto o meu estava inchado. Beijava a minha boca entre frases. – Como você é um tesão..gostosa…ahhhhhhhhhhhvou gozar nesta buceta deliciosa………..rebolávamos sem parar…as xanas molhadas e finalmente gozamos juntas….entre gemidos….entre beijos….Desfaleci ofegante e suada, ela deitou a cabeça no meu ombro. – Você é demais..Quero repetir novamente…e me beijou. Nisso meu celular começou a tocar e pela hora a academia estava para fechar…Sorrimos uma para outra e fomos para o banheiro nos trocarmos e irmos embora…Mais tarde em minha cama na minha casa pensava na loucura que havia feito…sexo com outra mulher em uma sauna de academia…Relaxada, dormi como um anjo….
fonte http://ginaresponde.com.br/2015/03/26/gemidos-na-sauna/

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Apenas uma Noite...-Conto Erótico

Nos conhecíamos quando éramos adolescentes, não fazíamos exatamente parte do mesmo grupo, mas sempre que nos encontrávamos por acaso em algum evento nos cumprimentávamos.
Anos se passaram e o nível de maturidade, experiências e novos interesses em comum fizeram com que nos reencontrássemos.
Somos nostálgicos decadentes, leitores ávidos e aspirantes a futuros escritores. Como sou um cara de aparência rude, sem papas na língua, me tornei o vinho na vida monótona da minha amiga ultra romântica, mas desde o princípio soube que tinha mais além da água e romantismo naquela figura tão intrigante. 
Em uma de nossas conversas, estávamos falando sobre cinema europeu, admito que não é minha praia, gosto mesmo é do velho “porn”, mas não queria desapontá-la e quando ela disse que me emprestaria um clássico de Pier Paolo Passolini, fiquei muito interessado. E excitado também. Estava em horário de trabalho e digo que foi foda disfarçar o volume por dentro da calça, fiquei imaginando ela, o filme e tudo que eu planejara para nós, e ela não sabia.
A princípio me senti um canalha, um predador feroz à espreita de sua presa mais d
eliciosa. E isso me deixou ainda mais de pau duro.
Caralho! - pensei eu. Pareço um garotinho, estou ansioso com o nosso encontro.
Encerro o expediente. E no meu apê, decido dar uma geral rápida, afinal quero deixar tudo pronto pra mais tarde. A campainha toca. Espio pelo olho mágico e ela está do outro lado: Vestido rosa, casaquinho e sapatilhas. So romantic! - eu pensei, e sou sexy! - salivei.
Abro a porta, ela entra despreocupadamente, me dá um beijo no rosto, entrega o filme e vai correndo em direção a estante de livros pra checar o que tem de interessante. Ela diz: - hum… Bataille, Sade, Anaïs Nin, o velho safado Buk! haha, realmente muito bom gosto meu caro!!
Ela estava de costas. Me aproximei lentamente, quando ela percebeu já tinha puxado ela pela cintura com uma mão e lentamente deslizado a outra por debaixo do vestido.
Ela inclinou o pescoço para esboçar uma reação, e pude ver a boca entreaberta, os olhos serrados e senti sua respiração ofegante.
Ela queria! Eu queria! Caminhei minhas mãos hábeis para seus seios fartos que já estavam explodindo dentro do vestido que de repente se tornou uma  afronta para tamanha sexualidade.
Beijei-lhe o pescoço, tirei seu casaco, virei-a de frente e a pressionei contra a estante. Meu cacete vibrava contra seu corpo curvilíneo. Nos beijávamos com violência, senti um gostinho diferente na boca, a danada me mordera. Eu gostei, é claro que gostei, e me senti mais desafiado.
Fomos para cama, nem sei como chegamos até lá. Joguei-a sobre alguns rascunhos que estava escrevendo. Ideias para um livro. Tirei minha camisa e a bermuda, ela ficou me olhando.. Ergui seu vestido e sua calcinha pequena já denunciava que ela estava pronta. Molhada, em ponto de uma ebulição. Tirei -lhe a calcinha e antes de deslizar minha língua ferina em seu sexo ela me diz olhando nos olhos : “- Por uma noite apenas, serei o que você quiser.” 
Chupei, ah, como chupei, introduzia minha língua como estaca em sua buceta, ela gemia como louca, sem controle se contorcia, ela mesmo se silenciava tapando-lhe a boca. Não aguentava tanta falta de controle.
Enfiei nela, sem dó. Ela deu um gritinho. Fazia o velho entra e sai, clássico desde que mundo é mundo e ela remexia o quadril para dar mais ritmo a tanta sacanagem. Antes de virá-la de quatro peguei um de meus escritos e disse: ” Leia. Em voz alta!”
Ela lia, e conforme o clímax da minha estória ia aumentando, a nossa foda ia ficando mais intensa. Entre gritos de prazer, adjetivos, verbos e metáforas embalavam a nossa transa.
Ela senta sobre mim, cavalga como uma amazona. Seus cabelos cacheados caem sobre os seios enormes e duros de tanto tesão.
Meu pau dói de tanta pressão. É bom, em tempos não tenho uma foda tão animal e cultural ao mesmo tempo haha.
Ela goza loucamente. Sai de mim e começa a me chupar, para que eu encerre nosso ato em grande estilo. 
Sua boca carnuda me chupa com vontade, sua língua desliza com destreza e eu não aguento: Gozo em sua boca. O leite escorre sobre a boca rosada. Uma visão épica da dominação. Não resisto. Beijo-a para sentir meu gosto em seu gosto.
O que era apenas uma visita inocente, tornara-se  um caos sexual. Lábios e seios. Pinto e buceta, gozo e glória. Em meio de papéis com ideias de revolução, erotismo,esperanças e desesperanças estamos nós. Nus. Reflexo do mais intenso instinto primitivo.
Sevérine F.
fonte http://secretsexiest.tumblr.com/

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Acariciando meus Seios no Carro-Conto Erótico



Conheci o Anderson numa casa de shows muito badalada aqui em Recife em meados de dezembro de 2003. Estava em recesso das aulas e resolvi desopilar um pouco indo dançar. Assim que cheguei, a noite estava morna, tinha mais mulher do que homem, eu resolvi ir ao bar pegar uma água. Quando eu estava voltando do bar, senti que alguém me puxava delicadamente pelo braço. Já ia reclamar quando vi uma bela espécie de macho me olhando sorridente. Imediatamente desfiz a cara de zangada e retribuí o sorriso. Ele me convidou pra dançar e tocava um forró daqueles bem gostosos de se dançar agarradinho. Em momento algum ele tentou avançar o sinal e começamos a conversar mil e uma coisas. Simpatizei com ele na hora. Ficamos conversando amenidades até o fim da noite, quando ele, delicadamente, deu-me um beijo na bochecha. Achei aquilo tão meigo... Pouco tempo depois, nossa conversa tornou-se mais quente e ele me deu um selinho experimentando de leve minha boca. Não resisti e puxei-o para um longo beijo. Só nesse momento notei que ele tinha braços fortes, devia malhar pensei. Imediatamente comecei a imaginar aquele homem nu, numa cama comigo. Fazia algum tempo que eu não sabia o que era sexo e por isso estava com tesão a flor da pele. Nosso beijo foi ficando mais quente e meu tesão ficando maior. Infelizmente, já era quase dia e eu tinha que ir para casa. Trocamos telefone e ele prometeu me ligar. Nos falamos algumas vezes por telefone mas como era fim de ano, acabei viajando e ele também, o que dificultou nosso encontro. Perdemos contato por alguns meses, mas agora há pouco, no começo de março de 2004, resolvi ligar para ele, convidando-o para sair comigo, afinal não conseguia parar de imaginar aquele homem na minha cama. Ele ficou muito satisfeito com minha ligação e marcamos de nos encontrar num barzinho numa sexta à noite e lá a gente resolvia o que fazer o resto da noite.

 Confesso que estava completamente mal intencionada e pus uma blusa branca com um decote tão generoso quanto o tamanho dos meus seios e uma calça que deixava a mostra um pedaço da minha barriga. Me produzi toda, mas de forma discreta. Quando nos encontramos no bar, ele mal conseguia tirar os olhos dos meus seios e eu fingia-me de desentendida. Conversamos muito até que ele me perguntou para onde íamos depois que saíssemos do bar ao que eu ingenuamente, olhei em seus olhos e disse: ah, não sei, vou onde você me levar! Depois dessa minha declaração, o homem enlouqueceu! Começou a me beijar e me abraçar forte até que não aguentou mais de tesão e me chamou pra irmos embora dali. Quando entramos no seu carro, que tinha o vidro coberto com uma película escuríssima, ele não perdeu tempo e enfiou as mãos em meus seios, ao mesmo tempo em que me beijava freneticamente. A essas alturas, eu já estava toda molhada. De volta a si, ele dirigiu até o motel mais próximo e começamos a nos amassar na garagem do motel mesmo, uma loucura! Ele não parava de lamber meus seios, ao mesmo tempo em que me penetrava com os dedos. Eu estava indo a loucura e ofegante, tirei sua camisa e comecei a passar a mão por aquele tórax maravilhoso, depois abri seu zíper e pus a mão em seu membro que estava duríssimo.


 Nesse momento, ele me puxou para fora do carro e me conduziu para o quarto, onde foi logo tirando minha blusa para admirar meu belo par de seios. Quando ele ia me deitar na cama, só para o provocar ainda mais, pedi para ele esperar um momento enquanto eu tomava uma chuveirada rápida, deixando-o a beira da loucura de tanto tesão. Tomei um banho rápido e já saí completamente nua do banheiro. Ele me olhou com uma volúpia enorme, o que aumentou ainda mais meu tesão e me puxou para cama. Imediatamente eu subi nele e lhe dei um banho de língua completo, enquanto ele gemia alto de tanto tesão. Chupei loucamente seu pênis até ele quase gozar e depois comecei a beijá-lo ardentemente. Nisso, ele subiu em cima de mim e começou a me lamber, mordiscar meus mamilos, enquanto eu via a hora explodir de tanto tesão. Então ele começou a me masturbar e eu comecei a me contorcer de prazer. Não aguentei e gozei umas duas vezes. Implorei para ele me penetrar ao que ele me atendeu prontamente. Ele me penetrou com uma ternura e uma firmeza que eu nuca tinha sentido antes e começamos a nos mover no mesmo ritmo. Gozamos várias vezes naquela noite, transamos em tudo quanto é de posições, eu estava louca de tesão por aquele homem de corpo tão perfeito e ele sabia satisfazer uma mulher na cama. Depois da nossa noite de luxúria, ele me deixou em casa e nos despedimos com um terno selinho. Depois disso, ainda não nos encontramos pessoalmente e não sei se vou repetir a dose, mas que foi bom, foi!

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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Ensaio sexual com o fotógrafo-Conto erotico

 Artistas e homens sensíveis sem exagero, que conseguem perceber a importância das cores e da iluminação que muda a paisagem, sempre despertam o meu interesse. Fico imaginando que essa capacidade de observação deve funcionar como um bom termômetro no sexo. Um homem que sabe captar as diferentes nuances da luz natural certamente estará atento aos ângulos menos prováveis do meu corpo e à sutilidade das minhas reações mais mínimas. Foram essas ideias que me fizeram ficar obcecada por um publicitário metido à fotógrafo com quem trabalhei. Cada vez que nos encontrávamos nas salas e nos corredores, a temperatura à nossa volta parecia subir. Ou era o meu calor que contaminava o ambiente. Eu queria desesperadamente ser tocada por aqueles olhos.
    Viajamos algumas vezes a trabalho e até dividimos as mesmas tequilas, mas havia sempre outras pessoas da equipe por perto, interferindo no nosso magnetismo. Não falávamos nada diretamente sobre essa atração que nos consumia, porém nem era preciso. Os olhares silenciosos que trocávamos contavam longas histórias. Ele era um pouco mais velho do que eu, na faixa dos 40, e tinha cabelos grisalhos que me deixavam ainda mais excitada. Quarentões grisalhos também mexem com meu imaginário. Associo esse perfil à experiência. Um homem nessa idade, geralmente, sabe o que faz e ainda tem o vigor necessário para muita diversão. Ele reunia vários estereótipos que me seduziam.
    Evitávamos ficar muito próximos no trabalho para não chamar atenção. Mas quando saíamos para o happy hour nos divertíamos com nossa linguagem secreta de gestos e olhares. Acreditávamos que ninguém percebia ou entendia nossa comunicação. Em um desses encontros, na hora de ir embora, arrastei-o até o meu carro com a desculpa de lhe entregar alguma coisa. Obviamente ele percebeu a farsa, mas entrou no jogo. Chegando no estacionamento, nos agarramos pela primeira vez feito loucos, beijando todo pedaço de pele que conseguíamos alcançar. O beijo dele era quente, doce, envolvente. Ele me encostou no carro e escondeu meu corpo com o seu. Eu estava de vestido e ele aproveitou para afastar minha calcinha e enfiar seu dedo de uma só vez em mim. Nesse momento, minhas pernas fraquejaram. Com a mesma rapidez, ele puxou seu dedo e o levou à boca, chupando ruidosamente e me encarando fixamente. Ele tinha um olhar de total controle, que me assustou um pouco. Sussurrando como uma donzela indefesa, disse que o queria, que precisava dele. Mas ele me afastou e falou que precisávamos sair do estacionamento porque logo os outros colegas também viriam buscar seus carros. Ele era casado, eu tinha namorado e, para piorar, trabalhávamos na mesma empresa, ou seja, o pacote completo para um affaircomplicado.
    Decepcionada e ainda mais curiosa, voltei para casa, pensando em uma forma de ter pelo menos algumas horas com ele. Não queria me tornar sua amante, não estava apaixonada por ele e não podia de modo algum prejudicar nosso relacionamento profissional. Entretanto não suportava a ideia de nunca conhecer aquele corpo, nunca ser tocada por ele. Uma tarde bastaria. Era tudo o que eu precisava para sair daquele estado de ansiedade, para voltar a ser eu mesma, para me concentrar novamente nas minhas tarefas, na minha vida.
    Decidi lhe fazer uma proposta bastante óbvia, porém com o disfarce necessário para nos entregarmos ao prazer indiretamente. Pedi que ele me fotografasse para um ensaio sensual, que eu daria de presente ao meu namorado. Disse que só confiava nele para fazer essas fotos. Expliquei que estava idealizando um trabalho mais ousado, diferente desses pacotes para noivas. Eu queria um ensaio quase pornô, para deixar meu namorado louco de tesão. Também fazia questão de um clima extremamente sexy e focado em detalhes, não queria fotos posadas de revistas, minha intenção era que o ensaio realmente revelasse meus momentos mais íntimos sozinha, cenas que meu namorado jamais havia visto. Minha ideia era retratar da forma mais natural possível meus momentos solitários de prazer, para que o meu namorado tivesse a sensação de espiar pelo buraco da fechadura e penetrar em um território que até então era só meu. E apenas para ele eu seria capaz de me revelar dessa forma.
    A proposta foi convincente e ele aceitou. Arranjamos uma reunião com um cliente para a próxima semana para encobrir nossa escapada. Resolvemos o assunto em meia hora, garantimos o nosso álibi e corremos para o meu apartamento. Chegando lá, ele pediu para eu separar as lingeries que usaria durante o ensaio enquanto preparava seu equipamento. Como queria estar com o cabelo molhado nas fotos, aproveitei para tomar um banho. Deixei a porta do banheiro apenas encostada, na esperança que ele me surpreendesse no melhor estilo Hitchcock. Mas ele continuou na sala entretido com suas lentes. Resolvi então vestir um baby doll preto, levemente transparente, com uma calcinha de renda.
    Entrei na sala e ele me olhou por longos segundos sem dizer nada. Interrompeu o silêncio, pedindo que eu ficasse perto da sacada para aproveitar a luz natural. Ele estava levando o ensaio bem a sério. Talvez não me desejasse tanto quanto eu imaginava. Fui buscar um vinho para tentar me soltar um pouco mais. Gosto de ser olhada, mas não gosto de ser fotografada. Não sei congelar minhas expressões, não sei para onde devo olhar nem o que fazer com meus lábios. Ele percebeu meu desconforto e começou a me fazer elogios. Disse que eu estava linda, que dava vontade de tocar a minha pele.
    Ele me guiava como um fotógrafo experiente, sensível e ao mesmo tempo autoritário. Ele começava quase todas as frases com “quero que você”. E eu obedecia. Eu queria tudo o que ele quisesse. Ele pediu para que eu tocasse meus seios inicialmente com delicadeza, depois com a agressividade do desejo descontrolado. Eu fazia tudo imaginando que eram as mãos dele que percorriam o meu corpo. O ar estava fresco e minha pele arrepiada. Eu fechava os olhos para completar minha fantasia, mas ele não deixava. Ele mandava até na direção do meu olhar.
    Ele ordenou que eu ficasse de quatro e fosse engatinhando de frente para perto dele. Ele queria fotografar meus seios submetidos à força máxima da gravidade. De joelhos, ele disparava um click atrás do outro. Quando cheguei perto, ele mandou que eu parasse. Estava a centímetros de distância da calça jeans dele. Percebi que o pau dele estava duro e posicionado na diagonal, fazendo volume na região da coxa. Faltava pouco para eu alcançá-lo e provar seu gosto na minha boca pela primeira vez. Levantei minha mão direita para tocá-lo, mas ele se afastou. Me mandou mudar de posição. O jogo já estava se tornando torturante e perdendo a graça.
    Disse que estava muito excitada, que minha calcinha estava completamente molhada. Ele perguntou o que eu costumava fazer sozinha em casa quando me sentia assim. Respondi que não estava sozinha. Ele me lembrou que a ideia do ensaio foi minha. Disse que geralmente me masturbava no quarto com meu vibrador. Ele falou que gostaria de me assistir e me fotografar desse jeito. A vontade dele de me assistir me deixou ainda mais excitada. Os sentimentos de vergonha e exibicionismo se misturavam. Ao mesmo tempo em que ficava tímida de fazer certos movimentos, que não sei como pareceriam aos olhos dele, vibrava com a possibilidade de me abrir e me mostrar inteira para ele. Vista de fora, a masturbação talvez seja um ato muito violento. Quando estou só, não me preocupo em conter a agitação das minhas pernas ou o chacoalhar da minha cabeça.
    Tentei começar de maneira bem lenta e suave. Deitada na cama, tirei delicadamente minha calcinha e posicionei o vibrador rosa no meu clitóris. Aos poucos fui relaxando e ficando ainda mais ensopada. Tirei também a parte de cima do baby doll para poder apertar meus seios com a outra mão. Fui me entregando ao prazer, mas os disparos da máquina não me deixavam esquecer que ele estava ali, na posição de espectador. Passei a gemer cada vez mais alto e a dizer com todas as letras que eu o queria naquele instante. Ele não respondia nada, apenas clicava. O tesão aumentou com a raiva. O clima sensual tinha se tornado pesado, insuportável. Aquele cenário me excitava e me enlouquecia. Por que ele não me possuía? Onde estava a sensibilidade dele? Parecia mais um homem frio, controlado e calculista. Será que ele era apenas um voyeur pervertido? Que fosse então para o inferno. Eu gozaria sozinha. Meu prazer não estava condicionado a um único homem.
    Larguei o vibrador, fechei os olhos e passei a esfregar meu clitóris desesperadamente com minha mão, sem ligar para a beleza dos movimentos, eu só queria gozar com força. Minha respiração ficou ofegante e minhas pernas já estavam enrijecendo em um sinal de que o orgasmo não demoraria. Subitamente, senti sua boca quente nos meus pequenos lábios. Ele me chupava com a destreza de um mestre. Deslizava a língua por todos os meus sulcos, colocava a pressão exata no meu clitóris e envolvia toda minha buceta como se estivesse me dando um apaixonado beijo de língua. Eu gemia, gritava, me contorcia. Toda aquela espera, aquela ansiedade haviam se convertido em ondas gigantes de prazer e excitação. Era como se um tsunami se apossasse da minha cabeça e de todo os nervos do meu corpo. Eu estava completamente entregue à boca daquele homem. Eu prometeria o mundo para que ele não parasse naquele momento. Em um ritmo contínuo e cadenciado, ele me chupava, me lambia, me engolia. Enfiava a língua inteira dentro de mim e em segundos já sugava o meu clitóris. A alternância repetitiva desses movimentos me conduzia para o orgasmo e me puxava de volta, um ir e vir angustiante de prazer. Ele sabia o que estava fazendo, nada era aleatório. De repente, ele parou de me chupar, olhou para mim e disse: “agora você pode gozar”.
    Minha vontade era de chutar a cara dele, a insolência dele me irritava. Ele sabia que estava me dominando. E que no fundo eu era uma mulher que precisava ser dominada. Ele afundou novamente a cara na minha buceta e sugou meu clitóris ininterruptamente até eu gozar, deixando escorrer lágrimas pelo rosto, de tanta excitação, prazer e êxtase. Foi um orgasmo longo, profundo, que me deixou inerte na cama. O mundo poderia acabar naquele minuto. Eu poderia perder meu emprego, nada mais tinha a menor importância. Naquele momento suspenso no tempo e no espaço, eu era apenas um corpo inundado de prazer.
    Abri os olhos e o vi em pé, na beira da cama. Ele estava nu e pela primeira vez pude admirar o seu corpo de quarentão em forma. Ele tinha alguns pêlos no peito, as coxas eram torneadas e os braços fortes. A pele do pau dele também era clara como o resto do corpo. O pau dele era grosso, parecia pesado. E a pele parecia fina demais para suportar a espessura do pau. Ele me disse que não existe nada mais belo do que ver uma mulher gozar, que esse era o seu combustível. Também pediu para que eu não ficasse com raiva dele. “Só não tenho tanta pressa quanto você”, justificou. Agora era minha vez de ficar calada. Já não estava mais ansiosa nem desesperada.
    Ele me colocou de bruços e ficou em pé na ponta da cama. Meteu em mim de uma só vez, o que me fez gritar com o susto. Eu estava tão encharcada que o pau dele entrou e foi até o fundo. A espessura do pau dele me provocava uma sensação gostosa de preenchimento. As paredes da minha buceta estavam sendo acariciadas. Ele me penetrava com força, com estocadas ritmadas, com pausas que me davam frio na barriga, nunca sabia ao certo quando ele enfiaria com tudo novamente. Se já não tivesse gozado, não sei se meu corpo conseguiria acomodá-lo da mesma forma. Ele me possuía deliciosamente, apertava meus quadris e me penetrava como se fosse meu dono, como se já conhecesse cada parte do meu corpo, cada balanço do meu rabo.
    Não queria que ele gozasse antes de eu também provar o seu gosto, a textura da sua pele na minha língua. Pedi para senti-lo na minha boca. Ele tirou a camisinha e eu me ajoelhei para chupá-lo em frente ao espelho. Que pena que o sabor do látex ainda estava presente. Eu queria me deliciar apenas com seus cheiros e fluidos. O pau dele era tão grosso que me dava cãibras nas bochechas. Mas eu sublimava a dor e quase engasgava com seu membro invadindo minha boca pequena e delicada. Ele me olhava pelo espelho, como se estivesse assistindo a um filme pornô. A pele que envolvia o seu sexo era mesmo tão fina que parecia que iria se romper a cada vez que o seu pau ficava mais duro. Eu podia sentir suas veias inchadas com a ponta da minha língua. Eu ficaria de joelhos chupando-o até ele gozar, mas ele me encostou no espelho de costas e voltou a me comer.
    Ele me colocou um pouco na diagonal, para que eu também assistisse à cena. Dava para ver as bolas dele batendo com brutalidade em mim. Eu empinei minha bunda o máximo que pude e abri minhas pernas o quanto aguentei, para poder senti-lo inteiro dentro de mim. Ele puxava levemente meus cabelos para trás e dominava todo o arco do meu corpo. Eu estava literalmente em suas mãos.
    Quando estava perto de outro orgasmo, ele me jogou na cama. Quis me chupar de novo. Disse que gostava de me sentir assim tão molhada em sua boca. Ele se lambuzava nos meus fluidos. Não queria gozar de novo sozinha. Pedi para ele meter em mim, para gozar junto comigo. Ele me penetrou em um ritmo alucinado. O sexo tinha se tornado animalesco, selvagem. Éramos dois bichos saciando o desejo um do outro. Gozei primeiro e ele veio depois, emitindo grunhidos graves e secos.
    Depois do sexo, ele ficou acariciando e massageando minhas costas carinhosamente. Os dois bichos já não estavam mais naquele quarto. A luz natural já tinha acabado e ele precisava ir embora. Não desejei que ele ficasse. Nos despedimos com um beijo singelo e ele disse que me mandaria as fotos depois.
    O ensaio ficou lindo. Meu namorado adorou o trabalho da fotógrafa. Ele ficou impressionado com o realismo das fotos e ficou excitado em ver meus momentos solitários de prazer. Perguntou se havia rolado algum clima com a fotógrafa. Eu respondi que sim. Ele deu um sorrisinho safado, gostou de imaginar nós duas. Uma mentira só funciona se for uma quase verdade. Apenas troquei um “o” por um “a”. Aqueles momentos inesquecíveis de prazer ficaram eternizados no espelho do meu quarto e no álbum que não sei aonde foi parar depois que o namoro acabou. De qualquer forma, o melhor ensaio nunca saiu das lentes da memória. Porque o fotógrafo quase nunca aparece. Somente de relance, quase sem querer, no reflexo do espelho.