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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Transando com meu Professor-Conto Erótico


Essa semana foi bem louca, eu queria muito ter uma foda das boas, e meu tesão implorava pelo meu professor do curso de enfermagem. 
Eu me chamo Edna, tenho 26 ano, sou daqui de Belem, o meu professor é gostoso, tem uns 38 anos e é casado, e isso me da mais tesão ainda, ele é sarado, moreno, tinha cabelos lisos e curtose ja um pouco grisalho, e os olhos castanho bem claros usava uma calça colada no corpo realçando suas colchas musculosas um volume no meio das pernas que me tirava a atenção durante as aulas. 
Quarta feira eu pedi ajuda a ele, tudo mentira eu disse que estava com dificuldade e pedi pra ele me ajudar depois da aula, ele concordou e quando todo mundo foi embora eu fiquei a sós com ele na sala, por ser o ultimo horário do dia não tinha problema em demorar, eu puxei uma cadeira e sentei do lado dele. 
ELE: - quais são as palavras que vc ficou com dificuldade. 
EU: - são essas aqui, e coloquei o caderno na frente dele, e passei a mão no pau dele, quando eu tirei a mão, ele perguntou: 
- você não ta com dificuldade em nada não é? 
EU: - não 
ELE: - e por que você não foi logo direta? eu já tava de olho em você desde o inicio das aulas. 
EU: - então eu posso fazer isso? 
Dei um beijo nele, senti o sabor de seus beijos, ele me puxou pela cintura e foi tirando a minha blusa e chupando o bico dos meus seios, eu fiz o mesmo passei a linguá em todo seu abdomem. 
Dei outro beijo nele e joguei ele na mesa beijando aquele corpo maravilhoso e todo dividido, tirei a calca dele, ficou só de boxe branca, ele tava muito sexy deitado naquela mesa passando a mão no pau por cima da cueca e pedindo pra eu chupar ele
Eu tirei a cueca dele e comecei a chupar aquele pau lindo e enorme, passei a linguá pelos lados e coloquei aquela cabecinha na minha boca e fui lambendo colocando seu testículo em minha boca com cuidado e carinho para não machucar, engoli tudo e ele soltou um gemido bem gostoso. 
Ele então sentou na mesa e passou a mão na minha nuca forçando a minha cabeça a subir e a descer, coloquei o pau dele na minha cara e comecei a chupar as bolas dele, enquanto eu chupava ele batia com o pau dele na minha cara.
Meu joelho começou a doer, eu me levantei e foi a vez dele, me deitar na mesa e foi levantando minha saia, eu estava com uma calcinha fiou dental vermelha, ele tirou a minha calcinha e começou a chupar e sugar meu clítoris e chupar o meu cu que estava piscando na frente dele, eu sentia aquela língua rodeando o meu cu e depois entrando, eu estava indo a loucura com aquele homem. 
Ele então começou a enfiar o dedo dele e não parava de mexer dentro de mim como se tivesse procurando alguma coisa, colocou então o segundo dedo e eu comecei a gemer naquela mesa. 
Depois ele levantou e colocou o seu pau no meu cu, foi penetrando devagar e enfiou todo aquele pau de 20cm nossa!!!! Ele aumentou a velocidade e foi tirando e colocando bem rápido, fazendo uma cara de safado pra mim e eu mordendo o lábios pedindo pra ele ir mais forte. 
Ele então tirou o pau dele e disse pra eu ficar de 4, ele beijou a minha nuca e levantou a minha perna apoiando a mão dele em cima da mesa e a minha perna em cima da mão dele, e começou a bombar aquela pica bem rápido finalmente onde eu mas queria, na minha xaninha toda molhada de tesão por ele, que gostoso a rola dele na minha buceta. 
Eu estava no auge do prazer quando ele goza dentro de mim, eu sentindo aquele liquido gostoso, não aguentei e gozei como louca, ele caiu por cima de mim
Eu deitada na mesa e ele por cima de mim com o pau dentro da minha bundinha dolorida porem muito satisfeita e minha buceta melada, respirando ofegante no meio dos meus seios, por um tempo
Logo depois nós recuperamos o folego e eu fui embora porque já estava tarde e podíamos ser pegos a qualquer momento. a aula termina 21:00 horas e eu sai de lá eram umas 22:00 fui as pressas para a minha casa toda suada e muito satisfeita com minha aula de reforço
Ja marcamos outra aula de reforço na semana que, dessa vez no motel, assim erei uma aluna nota 10 kkkkk

fonte http://te-contos.tumblr.com

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Virada na Paulista-Conto Erótico

A pedidos,mais um conto eeótico,e não é que o povo curte??


Noite de ano novo em São Paulo. Eu e mais três amigas resolvemos assistir os fogos da Avenida Paulista. A noite estava agradável e estávamos para lá de agitadas para ficarmos no churrasco da família. Vestimo-nos todas de branco; vestidos bem transparentes. Daqueles que pedem e pedem por uma chuva. Também estávamos todas de lingeries novinhas. Todas menos eu. Como sempre, passaria a virada sem calcinha, para chamar muito sexo ao novo ano que começaria.
Pois bem. Saímos as quatro em direção ao metrô. O clima de festa já tomava conta da cidade e dos trens, que seguiam lotados. Turmas de amigos ? a metade já pendurada nos espumantes e nas cervejas ? famílias, crianças, cachorros, pipoqueiros, ambulantes. Tinha de tudo. Cruzei até com um casal carregando um papagaio nos ombros. Se eu pudesse carregaria um ?pica pau?, isso sim.
O ano estava chegando ao fim e meu placar tinha ficado longe da minha meta. Devo ter dado para umas 20 pessoas. Se for contar que aqui incluo homens e mulheres, verei que o score foi baixo mesmo. Mas tudo bem. Ainda tinha duas horas antes do fim do ano e outro ano novinho a minha es
pera. 

Ao chegarmos à Paulista fomos procurar um lugar estratégico. Com boa visão dos fogos, perto do barulho das caixas de som e próximo aos alambrados que rodeavam o palco de show. Daqui a pouco, leitor, você entenderá a lógica desta busca estratégica.
Encontramos o lugar perfeito. Ficava abaixo da extensão do palco, que fazia um T em direção à plateia, e logo abaixo do ponto de onde disparariam os fogos. Empunhamos nossas cervejas e começamos a buscar pela diversão. Este era um bom local para isso, já que as famílias, crianças e afins buscam, exatamente, o oposto: ficar longe do palco, do barulho e da bagunça. Com isso, otimizávamos ainda mais as chances de sucesso durante a virada. 
Poucos minutos se passaram e começamos a identificar alguns grupos de amigos que, provavelmente, haviam elaborado a mesma estratégia que nós. Estávamos ali. Sondando e sendo sondadas pelo ambiente. Presas X predadores. Quem interpretava cada papel? Tanto faz. 
Quando eu já estava na quarta cerveja e já havia perdido um pouco a noção do tempo, vi juntarem-se a nós três rapazes. Tinham um sotaque meio caipira. Mas tinham a aparência ótima ? e isso era o que importava. Com o barulho que se seguiria mal ouviríamos a voz deles mesmo. Ficamos ali, bebendo e dançando ao som do Jorge Bem Jor. Música alta, álcool na cabeça, buceta sem calcinha…. estava formando o cenário ideal para meu fim de ano!! Mirei no que me agradava mais entre os três e fui ao ataque. Como são lentos estes interioranos, eita!! 
Mas acho que ele entendeu o recado direitinho e rapidinho. Ofereceu-me a garrafa de espumante que bebia diretamente do gargalo e me enlaçou pela cintura ? o que me deixou extremamente excitada, imaginando que ele poderia ser um peão. Ai, ai, mulheres e suas taras. E eu nunca poderia imaginar que a imagem de um peão laçando uma mulher pudesse me deixar com tanto tesão. 
Bom, tenho de admitir que, talvez, o pau duro do cowboy preso estrategicamente dentro dos jeans justos e a roçar minha cintura tenha exercido um papel importante no meu grau de excitação. E eu só conseguia pensar em como faria para abaixar aquela calça tão justa da forma mais discreta possível. Afinal, ninguém quer começar o ano preso por atentado ao pudor. 
Com estas e outras ideias na cabeça entrei no clima do cowboy e ficamos dançando por alguns minutos. Com uma das mãos ele começou a apertar minhas coxas e a levantar minha saia. Com a outra, apalpava meus seios. E com a boca começou a molhar o vão entre meus seios para poder secá-lo com a língua logo na sequência. Ao subir um pouco mais sua mão em minha coxa noto os olhos do peão arregalarem para mim ? acho que ele descobriu que eu estava sem calcinha!! rs
Aí o bicho ficou ainda mais doido. Empurrou-me para debaixo do palco, contra o alambrado de metal que ficava na altura da minha cintura. O local estava escuro, úmido e totalmente propício para nós. O barulho que vinha do palco e das pessoas permitia que gemêssemos o quanto quiséssemos sem sermos ouvidos.
A essa altura já havia perdido minhas amigas totalmente de vista e meu cowboy estava se graduando na anatomia da minha buceta. Seus dedos não se cansavam de me penetrar. E eu apertando forte aquele pau duro querendo saltar para fora da calça. Abri o zíper com uma dificuldade enorme ? quase o estourei para ser sincera. Que vontade de meter a boca naquele pau grande, duro e lisinho. E não é que o cowboy era antenado? Estava com o pau e com o saco totalmente aparados. Ai, que delícia. 
Eu não pensei duas vezes. Inverti as posições e o escorei no alambrado. Abaixei-me e meti a boca naquele pau latejante. Minha boca salivava de tanto tesão. Comecei com movimentos leves. Primeiro com os lábios ao redor da cabeça do pau. Minha língua fazia movimentos circulares e lentos. Só sentia as contrações de prazer do pau do cowboy. 
No intervalo das batidas da musica também podia escutar os gemidos e alguns palavrões ? àqueles que dizemos quando estamos estourando de tesão. Tipo: ?caralho, que boca gostosa. Vadia, chupa mesmo meu pau. Assim, engole ele inteiro, vagabunda?. E assim por diante. E eu obedeci, claro. Depois de provocá-lo bastante com minha língua, enfiei aquele pau inteirinho na boca, até que a ponta encostasse na minha garganta. Apertei firme e fui escorregando o pau para dentro e para fora, para dentro e para fora. Cada vez mais forte e mais rápido. No meio tempo dava algumas mordidinhas para evitar um comportamento, digamos, precoce. 


Após alguns minutos naquele tremendo boquete me levantei e lambuzei a boca dele com minha saliva. Ele me ergueu, me enlaçou em sua cintura com as pernas abertas e meteu o pau de uma só vez em minha buceta. Um casal passou por nós neste momento, mas estavam tão absortos entre eles que nem sequer nos assustaram.
E com aquele movimento brusco o peão começou a me foder. Mas, agora, o cowboy trocou de papeis e assumia o lugar do cavalo. Passei a cavalgá-lo gostoso. Para cima e para baixo, para cima e para baixo. Só faltou o chapéu para eu levantar alto enquanto me saciava naquele movimento. Porque o braço eu levantei!! Me sentia, totalmente e definitivamente, em uma festa do peão. Com plateia e tudo. Quando eu iria imaginar que meu ano terminaria tão ?iiiiihaaaaaa? desta forma?!
Fiquei montada em meu peão por bons minutos. O tesão tomava conta de nós dois. Não sei se era o álcool na cabeça, a sensação de sexo em público (e quanto público), a apreensão de que a qualquer momento poderíamos ser vistos, o sexo com um estranho total, ou a soma de todos estes fatores. Mas eu já havia tido uns infinitos mini orgasmos e sabia que um show estava para vir. Também sabia que o cowboy não seguraria muito mais tempo pela quantidade de palavrões de tesão que ele falava em meu ouvido.
Então, quando comecei a ouvir a contagem regressiva: ?10, 9, 8, 7?, relaxei e pensei: ?é agora. Vou gozar gostoso no meio da virada do ano?. E foi exatamente assim que aconteceu. Ao primeiro estrondo dos fogos de artifícios, ao primeiro som do ano novo, tive um orgasmo fenomenal. Aquela explosão de tesão junto com a explosão dos fogos. Meus gemidos agudos junto com os estrondos e luzes do show pirotécnico. Algo estratosférico e totalmente inimaginável. Naquela altura eu não sabia mais dizer quem era a protagonista da situação. Eu, os fogos ou a chegada do ano novo. Ah, claro, ou o cowboy, Éramos uma coisa só. 
E não demorou muito para o segundo protagonista ter seu showzinho próprio. Como estávamos de camisinha, ele gozou gostoso e sem cerimônia ainda enquanto eu me arrepiava com os últimos resquícios do meu orgasmo. E ele gritou alto. Gritamos alto. Ainda bem que a queima de fogos era longa. Quase quinze minutos. Tivemos tempo suficiente para curtirmos, em alto e bom som, nossa virada orgásmica.


http://coontoseorticos.tumblr.com/page/3
Pra descontrair kkkkkkkkkkkkkk

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Perigosa Aventura-CONTO ERÓTICO


Depois da transa com o motorista substituto, ao chegar em casa, fiquei pensando no que havia aprontado com ele. Senti uma vontade enorme de fazer tudo de novo… ser enrabada de novo… mas para minha surpresa, no dia seguinte ele pediu demissão. Talvez ficara com medo de minha mãe. Tudo bem, azar o dele!
O relato a seguir partiu de uma curiosidade, não sugiro que façam o que eu fiz, pode ser perigoso, só fiz o que fiz porque quando a minha amiga me disse o que acontecia no metrô, fiquei estupefata, pasma! Ela me contou que existem alguns tarados viajando no metrô só para encoxar as menininhas e um deles chegou a sujar a calça jeans dela de porra, puts! O cara bateu uma punheta dentro do metrô! Chega a ser inacreditável! Eu tinha que ver ir de perto! Adoraria ser vítima de um tipo desses…
Peguei bolsa e celular, como sempre camiseta, sem soltien e saia curta com uma tanguinha branca, fio-dental, que mal tapava a bucetinha. Pedi ao meu motorista, (o nosso velho e amigo motorista) que me levasse ao metrô e que voltasse mais tarde para me buscar. Fiquei de ligar pra ele. Disse que iria à casa de uma amiga, seria a tal que me contara sobre o metrô.
Na estação do metrô fiquei andando para lado e outro e logo percebi um tipo suspeito, um carinha de um metro e sessenta e poucos, lindo, lindo, lindo! Uma fofura! Demais!… Pensei, ele bem que podia ser um dos tais taradinhos… Fiquei na expectativa, à surdina, sem levantar suspeita de que eu o observava. Vá que fosse o dito cujo! Eu não podia de forma alguma deixar margem, entregar que desejava ser encoxada, não. Isso deveria acontecer a partir da vontade dele, ou seja, de sua tara.
Bem, o metrô chegou e embarcamos… Uma multidão! Todo mundo espremido. Então saquei o movimento, enlatados como estávamos, dava pra fazer mais que uma punheta…. A minha viagem no metro iria durar 30 minutos, eu praticamente ia atravessar a cidade… Fiquei em pé, espremida, segurando no ferro vertical, ao fim do vagão… não demorou muito e senti a famosa encoxada. Enfiei a mão na bolsa, tirei o celular e fingi uma discada, o pretexto era pra ver através do celular quem estava atrás de mim… era justamente o tal que eu desejava que fosse… Meu instinto sexual estava mesmo aguçado! Como dizia meu avô, um cão fareja o cio a um quilômetro de distância. Guardei o celular e me ajeitei discretamente pra que ele pudesse me encoxar gostoso…
Senti o pau duro roçando na minha bunda… ele ajeitou o pau pra cima e encaixou ele bem no meu reguinho, deixando as bolas roçando em cada uma de minhas nádegas… Suei de tesão e medo… Sei lá, uma sensação boa e ao mesmo tempo perigosa…. Mas o tesão era forte, muito forte que me deixou lubrificada. Não resisti, me entreguei. Fingi de boba e deixei o cara me encoxar. Aproveitei o balanço do trem e mexi a bundinha, dando reboladinhas discretas, no balanço do vagão. O cara endoidou, sacou logo que eu estava adorando a encoxada. Logo, ele colocou a mão na minha cintura. Mantive-me quieta, controlando a respiração. Ele deslizou vagarosamente a mão tocar no meu peitinho do lado direito. Ficou um tempo com a mão ali, como se tivesse sido por acaso. Como eu não reagi contrariando sua ação, ele começou a me bolinando, muito calmamente, podia-se dizer que fora com muito carinho. Eu já estava em chamas, completamente perdida, desejando intensamente que ele fosse mais ousado. Ele apenas se apertou no meu traseiro. Senti o pau se alojar no meu rego e as bolas esmagadas pela carne de minha bunda. Não me agüentei, suspirei, engoli a seco. Ele temeu que eu fosse gritar ou tomar qualquer atitude desfavorável, e, se descolou-se do meu traseiro e afastou a mão do meu peito. Mantive-me quieta por instantes, depois mexi na bolsa como se procurasse algo, mas era o pretexto para inclinar um pouco o traseiro e encostar de leve a bundinha no pau dele. Uma rápida encostadinha, um sarrinho e retornei à posição anterior. Ele tossiu e voltou lentamente, me encoxando, aos poucos, no ritmo do balanço do vagão, a princípio o pau não estava tão duro, mas, a cada movimento do trem ele me encostava um pouco mais e foi assim até que ficou novamente com o pau coladinho no meu rabo. A essa altura, o pau já estava em ponto de bala outra vez. Ficamos assim por alguns minutos. Eu, quieta, e ele colocado no meu traseiro. Novamente ele foi com a mãozinha boba e pegou no meu peitinho, preenchendo com isso a palma da mão. Fui ao delírio! Ele sentiu a minha respiração ofegante! Talvez tivesse sentido a alteração de meu batimento cardíaco. Então ele começou a massagear o meu peitinho. Naquele instante mexi a cintura como se desejava sentir um pouco mais o pau no meu rego. Ele se apertou ao máximo contra mim. Suspirei fundo novamente e o surpreendi: levei a mão pra trás, abri-lhe o zíper, tirei o pau e, discretamente o coloquei por baixo da minha saia em contato direto com a minha pele… Ele permaneceu por um algum tempo imóvel. Realmente eu o havia surpreendido. Depois que ele recuperou o sentido de que minha atitude era fato consumado e que eu queria ser fodida, ele prosseguiu: manteve a mão no meu peitinho, bolinando sem nenhum pudor; enfiou a outra mão por baixo, puxou a minha tanguinha de lado, arregaçou a cabeça do pau e começou a esfregá-lo na minha bunda, caçando um buraquinho pra entrar… Eu abri um pouco as pernas e empinei o traseiro deixando a bundinha e a bucetinha pra escolha dele… Ele ia enfiar no meu cuzinho, saí fora… levei a mão e encaminhei aquela pica grossa e quente pra minha bucetinha. Ele deu uma estocada e a cabeça entrou fácil, pois eu já me escorria de tesão. Não houve possibilidade de o pau entrar todo, mas o que entrou, talvez a metade, fora o suficiente pra eu sentir prazer. Na verdade, naquele momento, um dedo mindinho me faria gozar como se eu tivesse sido penetrada por um cavalo. A cabeça grande da rola grossa foi como se um jumento tivesse me esfolando e no balanço do metrô, acrescido de minhas reboladinhas bem safadas, bastaram alguns minutinhos para nós gozarmos. Assim que gozei, ainda sentia espasmo, quando senti o esguicho do esperma na portinha da minha xana. Ele tava tirando o pau pra gozar fora e terminou de gozar esporrando na minha bundinha. Antes que a porra rala e quente começasse a descer por minhas perna, tirei lenços umidecidos da minha bolsa e limpei. Depois peguei o celular para vê-lo, mas ele já não estava mais atrás de mim.
Havia um outro homem, que foi se chegando aos poucos e acabou por me encoxar, acredito que não queria me encoxar, porque vi através do celular que ele ficou muito sem jeito quando minha bundinha esquentou o pau dele, que subiu imediatamente… vendo que estava sem jeito, dei uma viradinha e olhei para ele e fiz cara de “o senhor tá com o pau duro na minha bunda, mas eu entendo a situação…” Queria dizer isso pra ele, mas ficou só no gesto facial… ele soergueu as sobrancelhas se desculpando e se esforçou para não me encostar. Era de fato respeitador e a encoxada teria sido mesmo obra do acaso.
Desembarcamos na última estação, e esse segundo homem, o Senhor Respeitador, pareou-se comigo e puxou assunto:
— Desculpa! Eu não tive a intenção de…
Eu o cortei imediatamente.
— O senhor não vai acreditar! O rapaz que estava atrás de mim, antes do senhor… — demorei um pouco, abaixei a cabeça e continuei fingindo-me constrangida — Ele… ele gozou na bunda… Não tive como evitar… Estou suja de… de porra e isso tá me incomodando muito!
— Moro aqui perto, se quiser tomar um banho…?
Cavaleiro e gentil, observei. Reparei que ele não oferecia perigo algum. Bem, as aparências poderia enganar, mas ele estava sendo sincero. A atitude no metrô provara que se tratava de uma pessoa de boa índole. Isso não se podia negar. Aceitei o convite.
Era um rapaz vinte e cinco anos, aparentemente tímido e pelo breve contato que tivemos no vagão, percebi que seu pau não passa dos vinte e não era tão grosso quanto o do cara que havia transado comigo. Seria um cara normal, portanto.
Chegamos ao apartamento dele. Ele me ofereceu um suco. Tomei o suco e fui para o banho. Durante o banho aproveitei pra lavar a calcinha que estava toda melada de porra, torci e a vesti úmida assim mesmo. Imaginei que quando saísse do banho ele estaria lá na sala me esperando de pau duro e me chamaria de vadia e iria a todo custo me comer todinha. Fiquei animada, cheia de tesão por pensar assim. Respirei fundo e saí do banheiro.
Ele estava na sala, sentado, fumando um cigarro e assistindo tv, volveu-se a mim e disse:
— Se quiser, posso levá-la em casa.
— Não precisa… — sorri gentil e espontaneamente. — Pensei que o senhor queria algo mais comigo. Fiquei até com medo de…
Ele me interrompeu esbaforindo a fumaça do cigarro:
— Eu gostaria, mas não forçado.
Encarei-o por instantes.
— Pela sua gentileza, posso lhe fazer alguma coisa…
— Tem quase um ano que não faço isso — confessou-me acanhado. — Tenho medo de…
— — Puxa! Como consegue ficar sem trepar todo esse tempo? — eu o interrompi, com bom-humor, afim de deixá-lo à vontade.
— Eu me masturbo — parecia estar me dizendo uma coisa extremamente pecaminosa.
Eu me aproximei desviando-se de seu olhar. Não queria que ele se sentisse acuado. Às vezes pecamos em encarar o parceiro achando que estamos sendo sedutoras, quando na verdade estamos intimidando-os. Isso seria perigoso, pois provocaria uma das duas reações a seguir: ou o parceiro falha ou torna-se agressivo. E nenhuma dessas duas anotações poderia se transformar em realidade naquele momento.
Ele era realmente tímido, então lhe desci as calças… Puts!… Eu não tinha sentido o pau dele direito no metrô!… Puta que pariu! Era grande; mais de vinte centímetros, grosso e cabeçudo… Meti a boca nele e o chupei com vontade. Minha esperança fossw que o sujeito gozasse com a minha chupada, mas não, babei nele todo, lambi as bolas, masturbei e chupei ao mesmo tempo e nada do cara gozar e cada minuto meu tesão ia aumentando… Quando minha bucetinha começou a latejar e babar toda como acontecera no metrô com o primeiro encoxador, eu senti que era hora de subir naquela tora…
Tirei minha roupa, deitei-o no sofá e sentei em cima. Fui devagarzinho deixando a cabeça entrar… uau! O cabeção encheu a minha bucetinha como nunca e foi entrando, rasgando, aprofundando… Quando senti os bagos dele encostando na minha bunda, gozei… gozei e fiquei paralisada.
— Gozei!… — exclamei boquiaberta e arregalada.
E continuei gozando! Mais e mais… Comecei rebolar, cavalgar, gemer, suspirar e dizer que estava gozando e gozei durante uns dez minutos ininterruptos. Logo, parei de cavalgar. Ele me botou de quatro e novamente me enterrou aquela tora deliciosa na bucetinha, que escorria baldes de orgasmo. Foi até o fundo, e socou gostoso, meteu com velozmente. O pau ia e voltava e a cada estocada eu ia ao delírio, os bagos agora batiam no meu grelo provocando uma sensação que eu nunca tinha experimentando. Eram bolas pesadas, duras, pareciam cheias de esperma. E para completar meu tesão ele enfiou o dedo no meu cuzinho e… naquele momento eu gozei de estremecer o corpo inteiro e desejei que ele tirasse o pau. Eu não tinha mais forças pra gozar, estava ficando sem ar, sem lugar, sem noção… Pra minha sorte ele começou a gozar, urrou feito jumento e tirou o pau rapidamente, me pedindo pra eu chupar. Mas, eu não tive tempo de abocanhar o cacete, que parecia um chafariz explodindo porra pra todos os lados. A pressão fora tanta que por um segundo saíram dois esguichos, como se ele tivesse dois canais uretrais. E sua porra bateu nos meus seios como que saídos de uma mangueira com ar comprimido e escorreu até meu umbigo. Durante a ejaculação ele não parou de urrar e quando não havia mais esperma para ser dispensado, ele me beijou longa e apaixonadamente. Eu era sua amante que há muito tempo não tinha contato. Eu era a deusa que ele sonhara por toda sua vida. E o beijo se alastrou, caminhando pelo pescoço até se deter nos seios. Ele babou nos meus seios e lambeu a própria porra, que ainda escorria, agora fria, pelo meu abdômen. Isso o encheu de tesão novamente e, infelizmente, naquele instante seria mesmo infelizmente, eu não tive como escapar… Ele me virou, colocou-me apoiada no sofá e preparou-se para me enrabar. Cuspiu na cabeça do pau e o encaminhou pro meu cuzinho…
“Tô ferrada!” Pensei. “Hoje eu vou ver…”
E a pica entrou rasgando, queimando e esticando o couro do meu cuzinho, causando dor e tesão.
— Tudo, não! — gritei desesperada.
— Calma, querida! Não vou te machucar.
— Já tá me machucando.
— Eu vou tirar….
— Não! Mantenha assim, com a cabecinha dentro…
Ele me interrompeu com ar de ironia:
— Já tá todo dentro, meu bem!
— Então não mexa com força. Continue bem devagar…
E ele foi obediente, alternando entre o meu cuzinho e minha bucetinha… fazendo eu gozar escandalosamente… loucamente… até que não mais me aguentei…
— Eu vou desmaiar…
Parecia a palavra mágica, ele estava dentro da minha xaninha, tirou dela, colocou somente a cabeça no meu cuzinho e esporrou lá dentro. A quentura da porra entrando no meu rabo era o refresco da minha alma. Eu renascia em cada esguichada. “Graças a Deus!” Pensei no Salvador naquela hora. “Bendita seja essa gozada!” Pensei aliviada e completamente saciada. Eu nem sei se havia gozado junto, pois eu gozava durante a trepada como se fosse eu própria o sinônimo de orgasmo.
Foi uma aventura maravilhosa… perigosa, pois, ele podia ser um cara mau! Dei sorte e me dei bem! Eu faria tudo outra vez, desde que fosse noutro dia, ou noite, ou madrugada…
http://sex-and-love-18.tumblr.com/tagged/contosexandlove18

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

CONTO-COMO SE TORNOU GAROTA DE PROGRAMA

A pedidos,uma vez que outro vou colocar uns contos aqui,para deixar seu dia mais gostoso..

A história que vou contar aqui não é ficção e nem invenção. É uma história real que se iniciou aqui, mas, que ainda a estou vivendo com prazer e vontade.
Quem sou…
Meu nome é Aretusa, (nome real) tenho 35 anos, traços de mestiça, corpo de brasileira, seios médios e durinhos com bicos longos e macios, bumbum redondinho, tenho lábios vaginais grossos e carnudos e um clitóris bem saliente, um corpo de menina de 20, modéstia a parte, tenho cabelos longos e sempre sou elogiada e cobiçada pelas ruas.
Como Tudo começou…
Era para ser mais uma tarde tranqüila de quinta-feira. Eu estava na internet acessando o bate-papo de uma rede social, quando me deparei em uma das salas, com a mensagem de um homem que estava desejando conhecer uma mulher para passar à tarde em um motel.
Sou casada, e muito bem casada, amo meu marido e tenho profundo tesão por ele, mas, aquela mensagem me deixou excitada principalmente pelo fato de naquele dia eu estar de folga do trabalho.
Entrei em contato no bate-papo e passei meu msn para ele. Imediatamente apareceu a janelinha pedindo para adicioná-lo e eu de prontamente adicionei. Começamos a teclar e ele se mostrou educado e simpático, apesar de estar excitado com a idéia de que eu poderia aceitar seu convite. Mas em nenhum momento forçou a barra e isso me deixou mais segura.
Decisão de Transar… 
Meu marido ainda ia demorar a chegar e eu estava lá, batendo papo com um desconhecido. Resolvi marcar com ele. Vou explicar por que! Um dia eu e meu marido conversávamos sobre fantasias eróticas que tínhamos e entre elas surgiu a fantasia em que eu saísse com um estranho e depois contasse a ele com tudo havia ocorrido.
Meu amigo ainda virtual tinha cerca de 30 anos, boa aparência (pela foto que vi no site) e me pareceu meio nervoso, pois apesar da mensagem na sala de bate-papo, era bem diferente partir do virtual para o real de um momento para outro.
Convencida que seria legal partilhar momentos de prazer com aquele homem que nunca tinha visto. Agendamos em um motel que ambos conhecíamos na cidade.
O Encontro…
Nós nos encontramos na sala de espera do motel. Meu amigo que agora era “real” se mostrou muito educado e após os cumprimentos, conversamos uns minutos e ele me perguntou se eu queria que ele pegasse uma suíte. Eu dei um sorriso e disse que sim… Ele foi até a recepção e pediu uma suíte e subimos para o que seria nosso refúgio de prazer naquela tarde.
O prazer começa assim que fechamos a porta
Ao fechar a porta, meu amigo me abraçou e me virou de costas para ele. Fiquei encostada naquele homem, sentindo o calor do seu corpo. Ele começou a deslizar as mãos pelo meu corpo, por cima da minha blusinha, ao mesmo tempo em que roçava os lábios em meu pescoço. Suas mãos no meu corpo e sua boca fizeram com que eu tivesse arrepios de prazer e os meus mamilos se enrijeceram na hora. Ele percebeu e levantou minha blusinha, passando as mãos em meus seios. Com a sensação deliciosa que eu estava sentindo, me virei de frente para ele e imediatamente senti sua boca indo de encontro aos bicos que neste momento estavam quase implorando para serem beijados. Quando ele encostou a língua nos meus mamilos, eu dei um gemidinho de prazer e comecei a descer minhas mãos, pelos seus ombros, peito e fui descendo até o momento que me deparei com um volume que já se pronunciava no meio de suas pernas, por cima da calça. Ao sentir minhas mãos em seu pau, ele sugou com mais força o biquinho do meu seio e ambos estávamos compenetrados no prazer que estávamos sentindo. Não haviam se passado nem 5 minutos e já estávamos entregues à luxúria absoluta que nossos corpos impunham.
Gemidos de Prazer…
Após cada um de nós sentir o corpo do outro de uma forma deliciosa, ele começou a tirar minha roupa. Primeiro a blusinha, depois se abaixou e tirou minha mini-saia e quando fiquei só de calcinha, ele foi tirando delicadamente, beijando as partes que estavam ficando nuas. Estava começando a me sentir molhada de desejo. Ele encostou a língua em meu clitóris e novamente delirei de prazer, soltando um gemidinho de satisfação. Disse a ele então que era minha vez.
Sentindo o volume e dando beijinhos
Ele se levantou e eu fui desabotoando sua camisa e depois de tirá-la, pendurei-a em um tipo de cabide que havia do nosso lado.
Depois, comecei a abrir os botões de sua calça e sempre sentindo aquele volume, que ficava intumescido e latejava quando eu roçava minhas mãos nele. Após abrir todos os botões, deixei a calça cair aos seus pés. Imediatamente ele se desvencilhou dela e ficou só de cueca. Eu já estava meio abaixada por que estava desabotoando a calça e então me abaixei de vez. Fiquei com o rosto de frente com o volume que estava ainda escondido dentro da cueca… Fui passando a mão, sentindo o contorno e comecei a colocar minhas mãos dentro da cueca. Senti a carne quente e dura e puxei para fora. Estava de frente com um pau de tamanho normal, deveria ter uns 13 cm, duro, quente, macio e, eu já molhadinha de desejo, comecei a dar leves beijinhos na cabeça… Meu amigo começou a gemer. Devagarzinho comecei a lamber toda a extensão daquele pau duro e coloquei tudo para dentro da minha boca, aliás, gosto muito de homens com pau de tamanho normal ou médio, pois assim consigo engoli-lo inteiramente sem dificuldades… Então fui iniciando um movimento gostoso de entra e sai. Escutava acima de mim os gemidos de prazer do meu amiguinho. Depois de ficar um tempo saboreando aquele pau quentinho, dei um beijinho bem na pontinha da cabeça e com um sorrisinho, me levantei. Estávamos ainda na entrada, parados quase na porta da suíte. Nus. Excitados. E tudo isso aconteceu em um intervalo de apenas 10 minutos desde que chegamos. A tarde prometia.
69 na cama…
Disse a ele que iria tomar um banho rápido. Ele sorriu me deu um beijo na ponta de cada um dos meus seios e me deixou ir para o banheiro. Deixei a porta aberta para que ele visse meu corpo enquanto tomava banho. Sai e foi à vez dele. Antes de ele ir, retribui dando um beijinho de leve na cabeça daquele pau duro. Depois de ele sair, começamos a nos tocar já na cama. Enquanto ele passava as mãos em meu corpo, eu aproveitava e passeava minha mão pela extensão daquele pau quente e duro, dando leves apertos nas bolas, subindo as mãos, chegava à cabeça, descia de novo e assim íamos nos excitando. Ele também estava tocando minha bucetinha depilada e que naquele momento já estava começando a ficar molhada de novo. Gentilmente ele pediu para que me virasse e colocasse minha bucetinha em sua boca, me deixando livre pra fazer o mesmo. Iniciamos um delicioso 69. Ele enfiava a língua bem dentro da minha bucetinha, abrindo-a com a língua… Sentia sua língua se mexer dentro de mim e me deliciava com isso. Eu usava as mãos e a boca, batendo punhetinha e chupando ao mesmo tempo, em um vai-vem que estava fazendo meu amigo gemer alto de tanto tesão. Ficamos sentindo o sabor um do outro durante um bom tempo e depois, pedi a ele que ficasse relaxado, pois eu iria fazer uma massagem sensual nele.
Massagem Relaxante…
Ele na hora adorou a idéia e comecei a passar as mãos pelo seu corpo todo, dando atenção especial ao peito, às coxas e, claro, ao seu pau que estava latejando de desejo. Colocava as mãos naquele membro, deslizava minhas mãos por ele e retornava fazendo carinho na barriga, no peito e retornava, em um delicioso ir-e-vir das minhas mãos. Notei que o pau dele estava babando e eu adoro quando isso acontece, pois significa que o homem está preparado para qualquer coisa. Em vez de usar as mãos, usei a boca e lambi a cabeça do pau dele e senti aquele líquido que saia do pau dele entrar na minha garganta. Fiquei sentindo latejar dentro da minha boca e depois, tirei-o delicadamente e comecei a passar meus seios no pau dele. Ele estava com a respiração acelerada, gemendo de prazer. Passei os biquinhos na cabeçinha e fiquei fazendo movimentos de sobe-desce indo da cabeça até as bolas. Eu estava deitada abaixo dele e depois dos seios, fui subindo, passando minha barriguinha devagarzinho pelo pau, depois fui subindo, subindo e em um determinado momento, o pau dele encostou na minha bucetinha. Deixei aquele pau ficar ali, acomodado, roçando de leve minha bucetinha. Fiquei esfregando o pau dele um pouco e ele foi à loucura. Estávamos tendo um prazer incrível, e aquele pau nem tinha entrado em mim. Aquele membro quente e duro ficava só se movimentando por fora, como se fosse um dedo passeando pela pele lisinha da minha bucetinha e nos levava à loucura. Levantei-me pelos braços e fiquei apoiada para oferecer meus peitinhos para ele. Ele mamou com sofreguidão, deixando os biquinhos enrijecidos. Deixei ele ficar sugando à vontade.
Minha Bucetinha No Rosto Dele…
Ele pediu que eu fosse subindo meu corpo e fiz o que ele pediu e rapidamente, eu estava sentada no rosto dele, que imediatamente começou a enfiar a língua na minha bucetinha de forma deliciosa. Ele percorria o clitóris, depois descia a língua e enfiava dentro. Eu adoro sentir uma lingüinha dentro dela. Ele começou a fazer movimentos de vai-vem com a língua e como eu já estava muito excitada, não demorei muito para avisar que se ele continuasse assim eu iria gozar. Ele soltou um gemidinho de prazer como quem diz “é isso mesmo que eu quero” e então nem pensei… Comecei a sentir aquela língua e avisei que iria gozar. Ele então enfiou mais a língua e eu gozei sentindo como se fosse um pequeno pau dentro dela. Todo meu corpo ficou arrepiado e ele ficou lambendo ainda durante um tempo, sorvendo todo meu gozo. Foi muito bom. Eu estava com as pernas moles e estava muito satisfeita. Sai de cima do rosto dele e me deitei ao seu lado. Ficamos assim por uns 5 minutos, até eu me recuperar daqueles momentos de luxúria.
O Pau Dele Na Minha Boca…
Então fiquei passeando de novo a mão pelo seu corpo, mas agora, indo rapidamente ao seu pau, que estava duro e novamente babando. Fui dando beijinhos em seu peito, em sua barriga, em suas coxas e por último, fui dar beijinhos nas bolas, passei minha língua pelo seu saco e coloquei um bola na boca e fiquei passando a língua, sugando de leve e sentindo meu amigo gemer de prazer. Fiz o mesmo com a outra bola e depois, fui dando beijinhos e subindo minha boca de baixo par cima, até chegar à cabeça do pau, que estava toda lubrificada. Lambi todo aquele líquido e engoli tudo que podia daquele pau, iniciando um movimento de entra-e-sai na minha boca. Não usava as mãos, era só minha boca e aquele pau. Depois tirei a boca, desci minha língua e fui fazendo movimentos de subir e descer, da cabeça do pau até as bolas. Fiquei assim durante um tempo e percebi que meu amigo já não estava agüentando mais de tanto prazer. Então, subi pela última vez e abocanhei tudo que pude enchendo minha boca totalmente com aquele membro quente e duro. Comecei a movimentar minha língua por ele e usando as mãos, fui batendo uma punhetinha ao mesmo tempo em que chupava. Comecei lentamente e fui acelerando. Entre gemidos e arrepios, meu amigo me avisou que iria gozar.
Gozando Na Minha Boca…
Logo que meu lindo e deliciosos amigo me avisou que iria gozar, olhei para ele, bem em seus olhos, tirei o pau da boca e disse, carinhosamente, que era isso mesmo que eu queria. Coloquei o pau dele na boca e iniciei um movimento rítmico com as mãos e a boca. Não demorou muito e ele disse: “VOU GOZAR !!!”. Diminui imediatamente os movimentos, retirei minhas mãos e lentamente o chupava só com a boca e então senti jatos de esperma indo para dentro da minha boca. Continuei sugando lentamente sem deixar nenhuma gota sair de minha boca… Engoli o que pude e comecei o movimento de novo e ele foi gozando, gemendo e me dando mais leitinho. Parei então e fiquei com seu pau dentro da minha boca, sem fazer movimento e senti ainda umas gotas que saiam daquele pau. Depois de algum tempo, tirei da boca e dei um beijinho, agradecendo o leitinho que ele tinha me dado. Não haviam se passado nem 40 minutos e parecia que tinha sido uma maratona sexual.
Despedida…
Depois de descansarmos um pouco, já refeitos daqueles momentos de extremo prazer, eu recebi uma ligação importante de trabalho e avisei que tinha de ir e que poderíamos marcar outro momento para terminarmos o que havíamos começado naquela tarde. Com um sorriso de satisfação, ele me disse que havia adorado e que aquela foi uma hora que valeu por 3, mas que não esperava a hora de podermos nos deliciar de novo com momentos de prazer. Eu e meu amigo nos aprontamos e descemos nos despedimos com um beijinho, cada um entrou em seu carro e, claro, foi o início de uma longa amizade, que dura até hoje.
Em casa…
Ao chegar em casa, meu marido já havia chego e então sorri e disse que tínhamos que conversar.
Contei a ele com detalhes tudo o que havia ocorrido aquela tarde, e sem deixar que eu terminasse, ele me atacou com vontade. Nunca vi meu marido tão excitado como naquele dia. Ele me deu um banho de língua por todo o corpo me fazendo delirar em prazer. Me possuiu vigorosamente ali no chão da sala me chamando de nomes vulgares… Puta, vadia, cadela, entre outros…
Gozei não sei quantas vezes naquele dia com meu marido.
Ele pedia para eu contar cada detalhe varias vezes e então logo me pegava novamente.
Aquilo foi uma loucura!
A idéia de virar garota de programa
Após transarmos durante horas noite a dentro. Eu já estava toda safadinha e cheia de idéias para acessar a net no dia seguinte.
Comentei com meu marido que faria isso… E então para minha surpresa, ele me deu uma idéia inusitada e safada.
Disse ele que ao invés de procurar, porque eu não me deixava ser procurada? Não entendi direito e então, ele continuou a me explicar que, ao invés de eu ficar procurando homens na net, eu poderia colocar um anuncio, me oferecendo a dar prazer e poderia até cobrar por isso… Ele disse sempre sonhar em ter uma esposa puta que fosse comida varias vezes ao dia por diversos homens e que a noite contasse com detalhes como tudo aconteceu.
Fiquei excitadíssima com a idéia e no dia seguinte lá estava eu postando meu primeiro anuncio como garota de programa.
Hoje transo cerca de 6 vezes ao dia com outros homens e mais 2 em casa com meu marido… Me sinto mulher, me sinto vadia, me sinto desejada e tesuda… 
fonte http://hora-do-prazer.tumblr.com/tagged/conto