Elas ganham a vida tirando a roupa para a webcam – e estão sempre ali, obedientes, ao alcance do mouse.A stripper virtual oferece aos clientes um vasto repertório de caras, bocas e gemidos – tudo, claro, depois de comprovar que o dinheiro entrou em sua conta!!
A profissão surgiu na vida de Ana há seis anos. Estudante de psicologia, ela se divertia em chats provocando seus paqueras e amigos de amigos. “Ficar pelada para os outros era farra de moleca”, diz a paulistana, que, até então, não cobrava pelos shows. “Hoje, sou uma empresa: preciso inovar nos pacotes e divulgá-los”. Por R$ 15, o voyeur assiste a um strip de 20 minutos com direito a “masturbação light”. Pelo dobro do valor, Ana mostra o rosto e chega às vias de fato com um vibrador. Se o áudio estiver ligado, meia hora de exibicionismo – turbinado com sussurros e gemidos – custa R$ 80. O menu inclui ainda uma apresentação em dupla com uma amiga “liberal” e preço sob consulta.
Cerca de 25% dos internautas frequentam páginas eróticas, segundo pesquisa da Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana. Desde que surgiu a troca de textos e imagens em tempo real, os camshows se multiplicaram no mundo inteiro. Sites americanos e europeus foram pioneiros em montar estúdios profissionais nos quais mulheres se expunham para aumentar a renda. Nos Estados Unidos, a proibição da prostituição sempre foi mais rígida que no Brasil, de modo que fazer sexo (virtual) com uma desconhecida, no conforto de casa e sob a proteção da tela, virou a alternativa perfeita para realizar fantasias sem o risco de ser flagrado pela polícia ou pela mulher.
Os clientes costumam ser casados, de classe média alta, e ter entre 25 e 45 anos. “Eles querem a atenção de uma mulher gostosa que realize seus pedidos, levante seu ego e até converse sobre problemas conjugais”, diz Alex*, fundador do site AsBelas. Nele, 64 garotas de diversas regiões do país se exibem de suas casas e se alternam em turnos para que haja sempre strippers à disposição. O movimento cresce na hora do almoço (quando pinta um tempinho ocioso) e tarde da noite (quando a família do cliente já está dormindo). Pelo “suporte técnico”, o agenciador diz recolher 20% do faturamento de cada garota.
É ...Agora muita gente está ganhando,sem precisar ficar em contato,só se rebolando fazendo caras e bocas,se masturbando,e nem aí pra quem está do outro lado, seja ele gordo(a),feio magro(a) ou bonito(a),uma procura muito grande por essa profissão!!























