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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Ensaio sexual com o fotógrafo-Conto erotico

 Artistas e homens sensíveis sem exagero, que conseguem perceber a importância das cores e da iluminação que muda a paisagem, sempre despertam o meu interesse. Fico imaginando que essa capacidade de observação deve funcionar como um bom termômetro no sexo. Um homem que sabe captar as diferentes nuances da luz natural certamente estará atento aos ângulos menos prováveis do meu corpo e à sutilidade das minhas reações mais mínimas. Foram essas ideias que me fizeram ficar obcecada por um publicitário metido à fotógrafo com quem trabalhei. Cada vez que nos encontrávamos nas salas e nos corredores, a temperatura à nossa volta parecia subir. Ou era o meu calor que contaminava o ambiente. Eu queria desesperadamente ser tocada por aqueles olhos.
    Viajamos algumas vezes a trabalho e até dividimos as mesmas tequilas, mas havia sempre outras pessoas da equipe por perto, interferindo no nosso magnetismo. Não falávamos nada diretamente sobre essa atração que nos consumia, porém nem era preciso. Os olhares silenciosos que trocávamos contavam longas histórias. Ele era um pouco mais velho do que eu, na faixa dos 40, e tinha cabelos grisalhos que me deixavam ainda mais excitada. Quarentões grisalhos também mexem com meu imaginário. Associo esse perfil à experiência. Um homem nessa idade, geralmente, sabe o que faz e ainda tem o vigor necessário para muita diversão. Ele reunia vários estereótipos que me seduziam.
    Evitávamos ficar muito próximos no trabalho para não chamar atenção. Mas quando saíamos para o happy hour nos divertíamos com nossa linguagem secreta de gestos e olhares. Acreditávamos que ninguém percebia ou entendia nossa comunicação. Em um desses encontros, na hora de ir embora, arrastei-o até o meu carro com a desculpa de lhe entregar alguma coisa. Obviamente ele percebeu a farsa, mas entrou no jogo. Chegando no estacionamento, nos agarramos pela primeira vez feito loucos, beijando todo pedaço de pele que conseguíamos alcançar. O beijo dele era quente, doce, envolvente. Ele me encostou no carro e escondeu meu corpo com o seu. Eu estava de vestido e ele aproveitou para afastar minha calcinha e enfiar seu dedo de uma só vez em mim. Nesse momento, minhas pernas fraquejaram. Com a mesma rapidez, ele puxou seu dedo e o levou à boca, chupando ruidosamente e me encarando fixamente. Ele tinha um olhar de total controle, que me assustou um pouco. Sussurrando como uma donzela indefesa, disse que o queria, que precisava dele. Mas ele me afastou e falou que precisávamos sair do estacionamento porque logo os outros colegas também viriam buscar seus carros. Ele era casado, eu tinha namorado e, para piorar, trabalhávamos na mesma empresa, ou seja, o pacote completo para um affaircomplicado.
    Decepcionada e ainda mais curiosa, voltei para casa, pensando em uma forma de ter pelo menos algumas horas com ele. Não queria me tornar sua amante, não estava apaixonada por ele e não podia de modo algum prejudicar nosso relacionamento profissional. Entretanto não suportava a ideia de nunca conhecer aquele corpo, nunca ser tocada por ele. Uma tarde bastaria. Era tudo o que eu precisava para sair daquele estado de ansiedade, para voltar a ser eu mesma, para me concentrar novamente nas minhas tarefas, na minha vida.
    Decidi lhe fazer uma proposta bastante óbvia, porém com o disfarce necessário para nos entregarmos ao prazer indiretamente. Pedi que ele me fotografasse para um ensaio sensual, que eu daria de presente ao meu namorado. Disse que só confiava nele para fazer essas fotos. Expliquei que estava idealizando um trabalho mais ousado, diferente desses pacotes para noivas. Eu queria um ensaio quase pornô, para deixar meu namorado louco de tesão. Também fazia questão de um clima extremamente sexy e focado em detalhes, não queria fotos posadas de revistas, minha intenção era que o ensaio realmente revelasse meus momentos mais íntimos sozinha, cenas que meu namorado jamais havia visto. Minha ideia era retratar da forma mais natural possível meus momentos solitários de prazer, para que o meu namorado tivesse a sensação de espiar pelo buraco da fechadura e penetrar em um território que até então era só meu. E apenas para ele eu seria capaz de me revelar dessa forma.
    A proposta foi convincente e ele aceitou. Arranjamos uma reunião com um cliente para a próxima semana para encobrir nossa escapada. Resolvemos o assunto em meia hora, garantimos o nosso álibi e corremos para o meu apartamento. Chegando lá, ele pediu para eu separar as lingeries que usaria durante o ensaio enquanto preparava seu equipamento. Como queria estar com o cabelo molhado nas fotos, aproveitei para tomar um banho. Deixei a porta do banheiro apenas encostada, na esperança que ele me surpreendesse no melhor estilo Hitchcock. Mas ele continuou na sala entretido com suas lentes. Resolvi então vestir um baby doll preto, levemente transparente, com uma calcinha de renda.
    Entrei na sala e ele me olhou por longos segundos sem dizer nada. Interrompeu o silêncio, pedindo que eu ficasse perto da sacada para aproveitar a luz natural. Ele estava levando o ensaio bem a sério. Talvez não me desejasse tanto quanto eu imaginava. Fui buscar um vinho para tentar me soltar um pouco mais. Gosto de ser olhada, mas não gosto de ser fotografada. Não sei congelar minhas expressões, não sei para onde devo olhar nem o que fazer com meus lábios. Ele percebeu meu desconforto e começou a me fazer elogios. Disse que eu estava linda, que dava vontade de tocar a minha pele.
    Ele me guiava como um fotógrafo experiente, sensível e ao mesmo tempo autoritário. Ele começava quase todas as frases com “quero que você”. E eu obedecia. Eu queria tudo o que ele quisesse. Ele pediu para que eu tocasse meus seios inicialmente com delicadeza, depois com a agressividade do desejo descontrolado. Eu fazia tudo imaginando que eram as mãos dele que percorriam o meu corpo. O ar estava fresco e minha pele arrepiada. Eu fechava os olhos para completar minha fantasia, mas ele não deixava. Ele mandava até na direção do meu olhar.
    Ele ordenou que eu ficasse de quatro e fosse engatinhando de frente para perto dele. Ele queria fotografar meus seios submetidos à força máxima da gravidade. De joelhos, ele disparava um click atrás do outro. Quando cheguei perto, ele mandou que eu parasse. Estava a centímetros de distância da calça jeans dele. Percebi que o pau dele estava duro e posicionado na diagonal, fazendo volume na região da coxa. Faltava pouco para eu alcançá-lo e provar seu gosto na minha boca pela primeira vez. Levantei minha mão direita para tocá-lo, mas ele se afastou. Me mandou mudar de posição. O jogo já estava se tornando torturante e perdendo a graça.
    Disse que estava muito excitada, que minha calcinha estava completamente molhada. Ele perguntou o que eu costumava fazer sozinha em casa quando me sentia assim. Respondi que não estava sozinha. Ele me lembrou que a ideia do ensaio foi minha. Disse que geralmente me masturbava no quarto com meu vibrador. Ele falou que gostaria de me assistir e me fotografar desse jeito. A vontade dele de me assistir me deixou ainda mais excitada. Os sentimentos de vergonha e exibicionismo se misturavam. Ao mesmo tempo em que ficava tímida de fazer certos movimentos, que não sei como pareceriam aos olhos dele, vibrava com a possibilidade de me abrir e me mostrar inteira para ele. Vista de fora, a masturbação talvez seja um ato muito violento. Quando estou só, não me preocupo em conter a agitação das minhas pernas ou o chacoalhar da minha cabeça.
    Tentei começar de maneira bem lenta e suave. Deitada na cama, tirei delicadamente minha calcinha e posicionei o vibrador rosa no meu clitóris. Aos poucos fui relaxando e ficando ainda mais ensopada. Tirei também a parte de cima do baby doll para poder apertar meus seios com a outra mão. Fui me entregando ao prazer, mas os disparos da máquina não me deixavam esquecer que ele estava ali, na posição de espectador. Passei a gemer cada vez mais alto e a dizer com todas as letras que eu o queria naquele instante. Ele não respondia nada, apenas clicava. O tesão aumentou com a raiva. O clima sensual tinha se tornado pesado, insuportável. Aquele cenário me excitava e me enlouquecia. Por que ele não me possuía? Onde estava a sensibilidade dele? Parecia mais um homem frio, controlado e calculista. Será que ele era apenas um voyeur pervertido? Que fosse então para o inferno. Eu gozaria sozinha. Meu prazer não estava condicionado a um único homem.
    Larguei o vibrador, fechei os olhos e passei a esfregar meu clitóris desesperadamente com minha mão, sem ligar para a beleza dos movimentos, eu só queria gozar com força. Minha respiração ficou ofegante e minhas pernas já estavam enrijecendo em um sinal de que o orgasmo não demoraria. Subitamente, senti sua boca quente nos meus pequenos lábios. Ele me chupava com a destreza de um mestre. Deslizava a língua por todos os meus sulcos, colocava a pressão exata no meu clitóris e envolvia toda minha buceta como se estivesse me dando um apaixonado beijo de língua. Eu gemia, gritava, me contorcia. Toda aquela espera, aquela ansiedade haviam se convertido em ondas gigantes de prazer e excitação. Era como se um tsunami se apossasse da minha cabeça e de todo os nervos do meu corpo. Eu estava completamente entregue à boca daquele homem. Eu prometeria o mundo para que ele não parasse naquele momento. Em um ritmo contínuo e cadenciado, ele me chupava, me lambia, me engolia. Enfiava a língua inteira dentro de mim e em segundos já sugava o meu clitóris. A alternância repetitiva desses movimentos me conduzia para o orgasmo e me puxava de volta, um ir e vir angustiante de prazer. Ele sabia o que estava fazendo, nada era aleatório. De repente, ele parou de me chupar, olhou para mim e disse: “agora você pode gozar”.
    Minha vontade era de chutar a cara dele, a insolência dele me irritava. Ele sabia que estava me dominando. E que no fundo eu era uma mulher que precisava ser dominada. Ele afundou novamente a cara na minha buceta e sugou meu clitóris ininterruptamente até eu gozar, deixando escorrer lágrimas pelo rosto, de tanta excitação, prazer e êxtase. Foi um orgasmo longo, profundo, que me deixou inerte na cama. O mundo poderia acabar naquele minuto. Eu poderia perder meu emprego, nada mais tinha a menor importância. Naquele momento suspenso no tempo e no espaço, eu era apenas um corpo inundado de prazer.
    Abri os olhos e o vi em pé, na beira da cama. Ele estava nu e pela primeira vez pude admirar o seu corpo de quarentão em forma. Ele tinha alguns pêlos no peito, as coxas eram torneadas e os braços fortes. A pele do pau dele também era clara como o resto do corpo. O pau dele era grosso, parecia pesado. E a pele parecia fina demais para suportar a espessura do pau. Ele me disse que não existe nada mais belo do que ver uma mulher gozar, que esse era o seu combustível. Também pediu para que eu não ficasse com raiva dele. “Só não tenho tanta pressa quanto você”, justificou. Agora era minha vez de ficar calada. Já não estava mais ansiosa nem desesperada.
    Ele me colocou de bruços e ficou em pé na ponta da cama. Meteu em mim de uma só vez, o que me fez gritar com o susto. Eu estava tão encharcada que o pau dele entrou e foi até o fundo. A espessura do pau dele me provocava uma sensação gostosa de preenchimento. As paredes da minha buceta estavam sendo acariciadas. Ele me penetrava com força, com estocadas ritmadas, com pausas que me davam frio na barriga, nunca sabia ao certo quando ele enfiaria com tudo novamente. Se já não tivesse gozado, não sei se meu corpo conseguiria acomodá-lo da mesma forma. Ele me possuía deliciosamente, apertava meus quadris e me penetrava como se fosse meu dono, como se já conhecesse cada parte do meu corpo, cada balanço do meu rabo.
    Não queria que ele gozasse antes de eu também provar o seu gosto, a textura da sua pele na minha língua. Pedi para senti-lo na minha boca. Ele tirou a camisinha e eu me ajoelhei para chupá-lo em frente ao espelho. Que pena que o sabor do látex ainda estava presente. Eu queria me deliciar apenas com seus cheiros e fluidos. O pau dele era tão grosso que me dava cãibras nas bochechas. Mas eu sublimava a dor e quase engasgava com seu membro invadindo minha boca pequena e delicada. Ele me olhava pelo espelho, como se estivesse assistindo a um filme pornô. A pele que envolvia o seu sexo era mesmo tão fina que parecia que iria se romper a cada vez que o seu pau ficava mais duro. Eu podia sentir suas veias inchadas com a ponta da minha língua. Eu ficaria de joelhos chupando-o até ele gozar, mas ele me encostou no espelho de costas e voltou a me comer.
    Ele me colocou um pouco na diagonal, para que eu também assistisse à cena. Dava para ver as bolas dele batendo com brutalidade em mim. Eu empinei minha bunda o máximo que pude e abri minhas pernas o quanto aguentei, para poder senti-lo inteiro dentro de mim. Ele puxava levemente meus cabelos para trás e dominava todo o arco do meu corpo. Eu estava literalmente em suas mãos.
    Quando estava perto de outro orgasmo, ele me jogou na cama. Quis me chupar de novo. Disse que gostava de me sentir assim tão molhada em sua boca. Ele se lambuzava nos meus fluidos. Não queria gozar de novo sozinha. Pedi para ele meter em mim, para gozar junto comigo. Ele me penetrou em um ritmo alucinado. O sexo tinha se tornado animalesco, selvagem. Éramos dois bichos saciando o desejo um do outro. Gozei primeiro e ele veio depois, emitindo grunhidos graves e secos.
    Depois do sexo, ele ficou acariciando e massageando minhas costas carinhosamente. Os dois bichos já não estavam mais naquele quarto. A luz natural já tinha acabado e ele precisava ir embora. Não desejei que ele ficasse. Nos despedimos com um beijo singelo e ele disse que me mandaria as fotos depois.
    O ensaio ficou lindo. Meu namorado adorou o trabalho da fotógrafa. Ele ficou impressionado com o realismo das fotos e ficou excitado em ver meus momentos solitários de prazer. Perguntou se havia rolado algum clima com a fotógrafa. Eu respondi que sim. Ele deu um sorrisinho safado, gostou de imaginar nós duas. Uma mentira só funciona se for uma quase verdade. Apenas troquei um “o” por um “a”. Aqueles momentos inesquecíveis de prazer ficaram eternizados no espelho do meu quarto e no álbum que não sei aonde foi parar depois que o namoro acabou. De qualquer forma, o melhor ensaio nunca saiu das lentes da memória. Porque o fotógrafo quase nunca aparece. Somente de relance, quase sem querer, no reflexo do espelho. 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Pornografia e Religião

Todo mundo sabe que religião e pornografia não caminham junto.Cansamos de ver padres e pastores,falando e que deve e não ser feito em relação ao sexo.Sendo tudo baseado na bíblia .Mas cada qual interpreta de uma maneira,nada favorável ao filme pornográfico atual.Então resolveram frisar o que deve ser feito em um filme porno,para que não fuja dos conceitos de Deus.
E a industria pornográfica,vai tentar fazer algo que se alinhe a esse público,visando sempre um conceito correto(na visão deles).

A proposta é um filme pornográfico cristão,em que os atores devem ser casados e seguir algumas regras:
  1. Só participam os atores cristãos casados ​​e cenas não deve denegrir o homem ou a mulher.
  2. Deve educar o casamento na melhor forma de intimidade e prazer sexual.
  3. Não cometerás adultério e, se ocorrer, deve ser ensinado a punição para o pecado é recebido.
  4. Quanto à linguagem a ser utilizada, deve ser respeitoso, direito e amorosa. será permitido exclamações de prazer, desde que sejam sons naturais e gemendo.
  5. Você nunca deve fazer ou maldições Mentar Deus.
  6. O enredo do filme vai buscar para fortalecer e enriquecer os valores familiares do sexo casamentos.
  7. Não há necessidade de promover fantasias sexuais.A publicação brasileira Revista Salvador diz que esses filmes pornográficos cristãos sucesso em sua missão de incentivar casamentos sexo, sempre seguindo as regras que impõem o cristianismo.
Sem falar que também não pode fazer sexo menage,nada que fuja do correto para os devotos.Muitos falam do pornô gospel,que será feito com muito cuidado,
Segundo informações do blog “Preliminares”, do site Yahoo!Mulher, as cenas dos filmes pornô gospel são feitas por casais. “Todas as obras têm enfoque claro e seguem regras de conduta: os protagonistas dos filmes são casais — marido e mulher mesmo – na vida real, todas as cenas seguem preceitos do sexo cristão — e tem a religião como princípio -, nunca é extraconjugal e práticas como ménage, sadomasoquismo e nudismo (!) são impensáveis”, afirma a blogueira Carol Patrocínio.

Vou confessar que estou meio perdida,mas pra que fazer um pornô assim?Na verdade vai ser uma sacanagem também,porque vai expor as pessoas fazendo sexo, e vai ser vendido igual a qualqer filme.Isso não combina,e o público?Será somento os cristãos e evangelicos,que vão ver tal filmes?Olha eu morro e não vejo tudo...Hahaha

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Borboleta de Vênus


Não sei se vocês conhecem essa técnica,mas "borboleta de Vênus" é uma técnica especial,onde sexo oral no clítoris e estimulação vaginal dentro da vagina, com uma mão e, com a outra, estimule à volta do recto, mesmo penetrando-o, se tal lhe der prazer e ela. Use muita lubrificação nesta técnica.Isso estimula a ponto G da mulher,Algumas tem dificuldade de chegar ao orgasmo e com essa técnica fica mais fácil,Vai aí o video de Sue Johanson,na gnt.

Assistam o video,relaxem e gozem...(não consegui colocar o video dela aqui,se quiser ver acesse o link abaixo)
fonte
http://gnt.globo.com/amor-e-sexo/noticias/Aprenda-a-tecnica--borboleta-de-venus--e-encontre-o-seu-ponto-G.shtml

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Fotos de Nanda Costa,na Playboy

Andei vendo  comentários de alguns amigos homens,sobre as fotos de Nanda Costa, a Morena de Salve Jorge.E veio aquele assunto polêmico do matagal dela,e todos que vi acharam lindo!!Dizendo que a mulher fica mais atraente,será?O que vocês acham?Uma coisa é certa,ela é linda!Agora quanto a depilação,vai do gosto...




Se ficou ruim de ver as fotos ,vão no site
fonte http://www.treta.com.br/2013/08/fotos-da-nanda-costa-nua-e-pelada-na-playboy.html


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Doce Alice-Conto Erótico


Sempre tive fantasias secretas com mulheres, mas poucas vezes pude realiza-las.
Certo dia quando eu estava deitada e super relaxada em minha cama de pernas abertas me masturbando, minha amiga entra no quarto sem bater na porta e me pega no flagra, fiquei super constrangida, mas ela disse:
- tudo bem, espero que já tenha gozado
Eu não sabia o que fazer, queria ser tragada pela terra, ou até mesmo ser abduzida por alienígenas.
- Mas eai, qual é a boa pra hoje? Alice pergunta em tom descontraído.
- Não tenho nada em mente! tem alguma sugestão? 
- Tenho sim.. 
ela respondeu com um olhar super malicioso, enquanto me olhava dos pés a cabeça, pude perceber também que estava mordendo o lábio inferior.
- E então, o que vamos fazer de tão especial? 
- Venha comigo e ira descobrir. -respondeu erguendo uma sombracelha.
Quando falou isso tive certeza que aquela bela mulher tinha ótimos planos para nós duas.
     Tomei um rápido banho, coloquei um vestidinho branco super colado e provocante, e descemos até a garagem do meu prédio, onde estava meu carro. Quando eu desativei o alarme dele, ela disse:
- Hei, nada disso! vamos no meu.
Então concordei e saímos rumo ao desconhecido. Desconhecido para mim, pois ela sabia muito bem onde estávamos indo.
- Nossa! agora que percebi.. Como você esta gata Marcela!
Fiquei super constrangida com aquele elogio, mas admito que meu ego subiu ao nível máximo. A minha vontade era de foder ela ali mesmo, naquele carro. Ela é uma bela morena de olhos verdes, corpo escultural e um cabelo que vai até a cintura.. e que cintura. Um conjunto perfeito.
Mas eu não fico para trás, sou uma loira de dar inveja a qualquer uma. Tenho 1,72 de altura, olhos azuis, gostosa modéstia a parte.
  Quando olhei pra ela, percebi que ela tinha levantado um pouco sua saia, e deixado sua calcinha rosa cheia de lacinhos aparecer de proposito, ela estava acariciando sua vagina. Aquilo me deixou completamente molhada, suspirei tão alto que ela parou imediatamente e deu uma risadinha.

- Pronto! Chegamos. -disse Alice descendo do carro
Eu realmente fiquei desapontada e decepcionada quando avistei o shopping. Poxa! pensei que íamos transar gost
oso em algum lugar super elaborado, mas não… ela me trouxe para fazer compras. Eu não preciso renovar meu armário, preciso de sexo.. muito sexo. -Pensei suspirando de decepção. 
 - Venha! -disse Alice em tom provocativo
 Fui caminhando ao lado dela, desenganada já. 
Quando estávamos caminhando no corredor do shopping que corta a praça de alimentação com o banheiro sinto ela me puxar pra dentro do banheiro, de inicio fiquei assustada, mas quando ela me sentou em cima da pia e começou a me beijar eu relaxei, quer dizer… me empolguei! 
Aquele beijo me envolveu de tal forma que eu desejava que nunca terminasse. Nossa eu já estava a ponto de bala, comecei a beijar seu pescoço enquanto ela levantava minha saia.. Ela não parava de arranhar minhas coxas.
Eu mordia seu pescoço, ela voltou a me beijar, brincava com a minha língua, e eu dava leves mordidas em seus lábios, parei o beijo e desci da pia enquanto ela tirava minha roupa e logo após a sua.
Encostei ela de costas para mim na parede, lambi meu dedo indicador e comecei a enfia-lo lentamente em sua bucetinha linda. Ela começou a se contorcer. Coloquei mais dois dedos na sua xota molhada, só pra ver ela gemer alto.
- Isso! vai mete com força deliciiiiiiiiiiiiiia.
Eu me deliciava com aquilo. Comecei a fazer um vai e vem, e em seguida passei a fazer movimentos circulares naquela xaninha deliciosa!
Parei por alguns instantes, coloquei ela em cima da pia e abri suas pernas, comecei a chupa-la freneticamente, chupava e ao mesmo tempo brincava com seu grelinho, ela ficou louca de tanto prazer, gemia tão alto que fazia meu corpo todo estremecer..
Continuei chupando aquela delicia! Quando ela gozou em minha boca me arrepiei.
-Nossa! que delicia amor, agora é sua vez de gozar gostoso!
Ela me colocou de quatro e começou a me foder com aqueles dedinhos mágicos. Nossa, ela me comeu tão gostoso, era um prazer tão grande que eu nunca havia sentido com homem nenhum.
- Vai vadia, mete mete.. vai, me faz gozar gostoso! aiiiiii
Ela parou e começou a me chupar feito louca.
- Isso! -disse mordendo seu ombro
Ela me chupou tão gostoso, e ao mesmo tempo brincava e dedilhava meu grelinho.
Eu gemia como doida, estava quase gozando quando ela me deitou no chão e logo em seguida deita em cima de mim, começamos a nos roçar uma na outra, ela esfregava aquela xota saborosa na minha, fui a loucura! A danada sabe como matar alguém de tanto prazer! que tesão.
Ela gemia em meu ouvido, gozamos juntas uma esfregando o grelinho no grelinho da outro. Que gozada! A melhor da minha vida!
Nos olhamos nos olhos suspirando juntas, e por fim demos um longo beijo..



http://c-ontos-eroticos.tumblr.com/

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Quadradinho, que nada!! Video

Gente,tive que compartilhar esse video,está rolando muito pelo facebook,muitos vão achar extremamente bagaceiro,mas o que essa menina?Coitado do cara kkkk
Se ficar ruim de ver, acesse esse link https://www.facebook.com/photo.php?v=482158755208177&set=vb.605166882835692&type=3&theater

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Sexo nos Quadrinhos

Dia desses estava vendo ,uma matéria que falava sobre o sexo dos quadrinhos.Pra muitos é algo ultrapassado,já que temos a internet pra acessar qualquer conteúdo grátis.Mas se engana o povo que acha que os quadrinho estão em baixa,existe muita gente comprando revistas e livros com tirinhas pornográfica e eróticas.Acho que as pessoas viajam mais nos quadrinhos,mesmo sendo desenhos,é algo fantástico a cada história.E também tem o outro lado,pessoas que não curtem a internet,(acreditem existe)e preferem os livros,revistas,jornais e quadrinhos.vejam um pouco alguns famosos e talentosos artistas.
Guido Crepax 
A história de "O".
livro de Pauline Réage de 1954 e aborda o mundo das fantasias sexuais bizarras e práticas de dominação.Lançada no Brasil nos anos 1990, a edição brasileira estava sendo vendida a preços altos em sebos especializados e comic-shops. Agora, retorna ao mercado com nova capa e design.


Roberto Baldazzini
Vi muitos quadrinhos dele que tem um pouco de BDSM

Paolo Eleuteri Serpier


Milo Manara explora a sensualidade através de traços simples e suaves, a fisionomia de suas personagens são praticamente idênticas e sempre seguindo o mesmo padrão de beleza, porém, não importa a pose ou o movimento que façam, suas mulheres são sempre bonitas e sensuais, e são justamente essas características que fazem seu traço único e um estilo de desenho diferenciado.



Carlos Zéfiro(brasileiro)

E claro não podia deixar de falar nos Hentai e Mangá,os campeões de vendas!





E outras imagens tirada do google