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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Apenas uma Noite...-Conto Erótico

Nos conhecíamos quando éramos adolescentes, não fazíamos exatamente parte do mesmo grupo, mas sempre que nos encontrávamos por acaso em algum evento nos cumprimentávamos.
Anos se passaram e o nível de maturidade, experiências e novos interesses em comum fizeram com que nos reencontrássemos.
Somos nostálgicos decadentes, leitores ávidos e aspirantes a futuros escritores. Como sou um cara de aparência rude, sem papas na língua, me tornei o vinho na vida monótona da minha amiga ultra romântica, mas desde o princípio soube que tinha mais além da água e romantismo naquela figura tão intrigante. 
Em uma de nossas conversas, estávamos falando sobre cinema europeu, admito que não é minha praia, gosto mesmo é do velho “porn”, mas não queria desapontá-la e quando ela disse que me emprestaria um clássico de Pier Paolo Passolini, fiquei muito interessado. E excitado também. Estava em horário de trabalho e digo que foi foda disfarçar o volume por dentro da calça, fiquei imaginando ela, o filme e tudo que eu planejara para nós, e ela não sabia.
A princípio me senti um canalha, um predador feroz à espreita de sua presa mais d
eliciosa. E isso me deixou ainda mais de pau duro.
Caralho! - pensei eu. Pareço um garotinho, estou ansioso com o nosso encontro.
Encerro o expediente. E no meu apê, decido dar uma geral rápida, afinal quero deixar tudo pronto pra mais tarde. A campainha toca. Espio pelo olho mágico e ela está do outro lado: Vestido rosa, casaquinho e sapatilhas. So romantic! - eu pensei, e sou sexy! - salivei.
Abro a porta, ela entra despreocupadamente, me dá um beijo no rosto, entrega o filme e vai correndo em direção a estante de livros pra checar o que tem de interessante. Ela diz: - hum… Bataille, Sade, Anaïs Nin, o velho safado Buk! haha, realmente muito bom gosto meu caro!!
Ela estava de costas. Me aproximei lentamente, quando ela percebeu já tinha puxado ela pela cintura com uma mão e lentamente deslizado a outra por debaixo do vestido.
Ela inclinou o pescoço para esboçar uma reação, e pude ver a boca entreaberta, os olhos serrados e senti sua respiração ofegante.
Ela queria! Eu queria! Caminhei minhas mãos hábeis para seus seios fartos que já estavam explodindo dentro do vestido que de repente se tornou uma  afronta para tamanha sexualidade.
Beijei-lhe o pescoço, tirei seu casaco, virei-a de frente e a pressionei contra a estante. Meu cacete vibrava contra seu corpo curvilíneo. Nos beijávamos com violência, senti um gostinho diferente na boca, a danada me mordera. Eu gostei, é claro que gostei, e me senti mais desafiado.
Fomos para cama, nem sei como chegamos até lá. Joguei-a sobre alguns rascunhos que estava escrevendo. Ideias para um livro. Tirei minha camisa e a bermuda, ela ficou me olhando.. Ergui seu vestido e sua calcinha pequena já denunciava que ela estava pronta. Molhada, em ponto de uma ebulição. Tirei -lhe a calcinha e antes de deslizar minha língua ferina em seu sexo ela me diz olhando nos olhos : “- Por uma noite apenas, serei o que você quiser.” 
Chupei, ah, como chupei, introduzia minha língua como estaca em sua buceta, ela gemia como louca, sem controle se contorcia, ela mesmo se silenciava tapando-lhe a boca. Não aguentava tanta falta de controle.
Enfiei nela, sem dó. Ela deu um gritinho. Fazia o velho entra e sai, clássico desde que mundo é mundo e ela remexia o quadril para dar mais ritmo a tanta sacanagem. Antes de virá-la de quatro peguei um de meus escritos e disse: ” Leia. Em voz alta!”
Ela lia, e conforme o clímax da minha estória ia aumentando, a nossa foda ia ficando mais intensa. Entre gritos de prazer, adjetivos, verbos e metáforas embalavam a nossa transa.
Ela senta sobre mim, cavalga como uma amazona. Seus cabelos cacheados caem sobre os seios enormes e duros de tanto tesão.
Meu pau dói de tanta pressão. É bom, em tempos não tenho uma foda tão animal e cultural ao mesmo tempo haha.
Ela goza loucamente. Sai de mim e começa a me chupar, para que eu encerre nosso ato em grande estilo. 
Sua boca carnuda me chupa com vontade, sua língua desliza com destreza e eu não aguento: Gozo em sua boca. O leite escorre sobre a boca rosada. Uma visão épica da dominação. Não resisto. Beijo-a para sentir meu gosto em seu gosto.
O que era apenas uma visita inocente, tornara-se  um caos sexual. Lábios e seios. Pinto e buceta, gozo e glória. Em meio de papéis com ideias de revolução, erotismo,esperanças e desesperanças estamos nós. Nus. Reflexo do mais intenso instinto primitivo.
Sevérine F.
fonte http://secretsexiest.tumblr.com/

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Vicio de pornografia na internet


Achei esse video bem interessante,sobre o vicio de muitos homens em relação a pornografia.E o que deu pra perceber,com os jovens são os que mais passam por problemas de ansiedade ,depressão e disfunção erétil.Acabam vivendo em um mundo virtual e acabam não conseguindo se relacionar no real!Vale a pena ver.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Deficiência e BDSM


Sempre existiu esse tabu de que a deficiente não faz sexo.Mas é pura mentira, tem muito deficientes fazendo muito sexo ,outros impedidos devido ao preconceito dentro de suas famílias,lamentável...Pois dia desses encontrei uma matéria que falava de uma deficiente Dominadora,que resolveu mostrar a cara e falar desse tabu da deficiência e do universo BDSM ,Que também é visto com muito preconceito na nossa sociedade!Vou postar um texto que foi traduzido pelo chrome,então pode ter algumas palavra estranhas.Mas vou colocar a fonte também,que achar melhor é só ir no site.
Maria 51 anos,sofre desde os 16 de artrite reumatoide,que tem afetado cada articulação dos eu corpo,não a impedindo de ter uma vida normal e ser praticante do BDSM.
Ela anda com ajuda de muletas a 20 anos.


Iniciado na cena há uma década, depois de 20 anos com um homem que não a satisfazia sexualmente."Eu vim a pensar que eu era lésbica ou frígida", ele diz-me através do Skype. Um dia, ele conheceu um homem através de um bate-papo, um jornalista chamado José, que ele ajudou a descobrir sua verdadeira sexualidade. Maria não é dominatrix profissional, sem custos .. Nem exerce-se 24 horas por dia, apenas quando em sessão, quando você tem reuniões com sua BDSM submissa. Então torna-se Ama Sekmet. Ele escolheu este nome em memória da deusa egípcia .
Como em outras áreas da vida, deficiência às vezes age como um freio no exercício BDSM ...devido à percepção dos outros . Sekhmet é agora reconhecido como Domina mas no passado você disse que não é bom ou eles usariam suas muletas como dildos até dano (para colocá-lo suavemente). Houve também um soldado com quem conversou por um tempo, mas quando você tomar a mergulhar e encontrar cara a cara, ele se recusou, ele argumentou que ele não tinha enganado a conversa de sua deficiência. Dois anos depois, eles se encontraram e os militares reconheceram que a deficiência era uma desculpa, com muito medo.
Sekhmet diz que insultos não afetá-lo, para evitar confrontos e surpresas escreveu uma nota em seu perfil de uma rede social especializada:
"Em primeiro lugar dizer que eu sou deficiente, sim, enquanto você lê. Se este horroriza você, para o bem dos dois (especialmente a minha) não precisa manter a leitura. 'S dominação poder é exercido com a mente, não força bruta. "
Mas a deficiência não é um obstáculo, quando em sessão. Se você precisar de ajuda, o 
Sekhmet e 2 submisso
submisso dá-lhe que "é um submisso em todos os momentos para atender a uma dominatrix. Se eu soltar um chicote, o submisso deve pegar. "Quando você vê os liberais locais sempre alguém para ajudá-lo. "Não, eu nunca cortado em ajuda. Eu não vou pobrecica ... Não está. Mas se a ajuda que eu realmente não precisa hesite em pe
rguntar. "
 . 's necessário conhecer as pessoas com deficiência, tanto de baunilha (aqueles que têm o sexo como de costume) como bedesemeros vieram a mim para me dizer que eu sou um monstro, que Eu calibrado e deve ir a um profissional. A verdadeira deficiência é mental. "
Sekhmet não é a única retrona praticar BDSM. Conheça um submisso surdo a um dominante que usa uma cadeira de rodas, um submisso cego ... Entrei em contato com Douce_sumisa, uma faculdade indo 21 em uma cadeira de rodas. Por privacidade, não quer dar seu nome real  Seu amor não permite que você para exibir qualquer imagem dele, embora ele não foi reconhecido.
Também para Skype, Douce_sumisa me diz que sofre de uma doença genética que afeta o sistema nervoso. Não anda desde a adolescência e tem pouca força nas mãos. Pouco mais de um ano atrás, descoberto através de romances eróticos BDSM e queria saber mais. Ela diz que tem muita personalidade e na sua vida diária não ésubmisso.
Sejmet y su máscara

Ele conheceu o seu amor através de sua conta corrente normal Twitter. Foi instantânea: "Seus tweets foram muito interessantes e sensata. Neste sabedoria é fundamental. Era misterioso. Eu me considero uma mulher muito inteligente considerar e eu aprecio isso em um homem, muito, e quais as suas respostas foram ". Eles começaram a falar todos os dias. Douce_sumisa não considerou necessário verificar a sua deficiência: "Como não me impede de ser construído, eu não estou dizendo que não. Eu não disse isso, não porque eu estava com medo. " Na época, antes de ficar cara a cara, foi anunciado. Ele reagiu bem. "O que eu gosto nele é que você não tem isso em mente em tudo."Douce_sumisa não pode andar, mas tem mobilidade. Sessões realizado na cama, no sofá, no chão. Dirijo-me à relação entre sua sexualidade e sua deficiência e, finalmente, perguntou: "Será que a sua deficiência afeta algo em seu relacionamento com o seu amor?". A resposta vem rápida: "Não".
http://entrega-bds.blogspot.com.es/
fonte http://www.eldiario.es/retrones/BDSM-Discapacidad-tabu-tabues_6_217738261.html

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Quênia:Mulheres em busca do prazer!

Muitas mulheres vão até o Quênia em busca de satisfação sexual!Será que esses guerreiros tem "borogodó"?rsrs

Um livro cujo título é A Masai Branca: Minha Exótica História de Amor e Aventura passaria muito bem como romance encharcado de diálogos melosos e com uma capa com ilustração questionável. Pois não é.
A obra - originalmente The White Masai: My Exotic Tale of Love and Adventure - foi escrita por Corinne Hofmann em 1998. Nela, a alemã conta a história real de como deixou seu marido para viver ao lado de um guerreiro africano no Quênia.
Hofmann foi levada até a região por uma lenda que, até a publicação do seu relato, era menos conhecida (e, talvez, menos verdade): os homens das tribos Masai e Samburu são excepcionais na cama - como nenhum outro no mundo.
Motivadas pelo livro e pelo mito, centenas de mulheres tomam, ano após ano, um avião com destino à felicidade nas praias de Mombaça. O litoral da cidade queniana é ponto de encontro entre os jovens guerreiros e, em sua maioria, nem tão jovens moças.
Recentemente, contudo, a soberania viril dos Masai e dos Samburu vem sendo ameaçada pelos “beach boys”. A versão urbana das tribos quenianas disputa a cama das turistas e apela até para feitiçarias. Elas em nome do prazer, eles em nome do dinheiro.
Tem um video,mas é em ingles...

fonte http://revistatrip.uol.com.br/so-no-site/notas/guerreiros-do-amor.html

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Pastor falando de SEXO!

Gente eu ri litros desse video,porque cada vez que vejo algo sobre pastor falando de sexo ,eles deixam bem claro uma série de coisas,tudo é pecado!Mas esse pastor é bem humorado,vejam...

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Um Feliz Ano Novo para todos meus amigos!!

Quero desejar a todos meu amigos blogueiros e seguidores,que me acompanham um FELIZ ANO NOVO!Cheio de saúde,amor paixão e muito Sexo!!Que venha 2014!!






quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Vestido branco, calcinha branca…-Conto Erótico

Sou nova, magrinha e do tipo mignon, tenho 25 anos e estou casada faz pouco mais de um ano. Eu e meu marido nos amamos e nos damos muito bem. A historia que relato aconteceu a pouco e foi muito interessante.
         Tudo começou num sábado em uma festa que fui com meu marido. Sabia que aquela seria uma noiite memoravel entre nós dois. Festa de gala em um buffet sofisticado. Estava com um vestido justo, todo branco, saia curta na altura de uma minissaia. Ele tinha um zíper atrás e um decote discreto. Tinha até uma meia gola. O bom é que ele é muito confortável. É só por uma calcinha e não precisa usar um sutiã. Pode ser usado numa festa de gala com uma meia calça e salto alto como também serve para trabalhar e passear. É só usar uma sandália de tiras ou um sapato fechado mais discreto com salto baixo. Lá chegando fomos cumprimentando as pessoas conhecidas e sistematicamente trocava-se elegios para tudo e para todos. O salão estava impecável com lustres de cristal, cortinas de tecido pesado em vermelho escuro contrapondo um forro em voal branco com rendas e quase transparente. Havia poucas mesas todas com toalhas também no tom vermelho e branco e poucas cadeiras, razão pela qual conversávamos em pé.
         Os garçons passavam com bandejas repletas de salgados e com coquetéis lindos, multicoloridos sempre cobertos por uma espuma. Peguei um para matar a curiosidade e no primeiro gole senti uma pontada de dor de cabeça.
- Hoje não é dia para se ter dor de cabeça, pensei com meus botões. A noite é para ser longa e preciso estar em forma e tranquila.
         Pedi licença e falei para meu marido que ia procurar um remédio para dor de cabeça e que já voltaria. Fui até onde estava guardada minha bolsa e fui até a cozinha, pedi um copo de água e ao tomá-lo, senti novamente a cabeça latejar. Tinha por intuição que aquele remédio não ia funcionar. Então falei com a moça que me arranjou o copo de água que eu achava que a dor não ia passar. Ela me falou para tomar um remédio mais apropriado que ela tinha em seu armário. Então lhe acompanhei até o vestiário.
         Ela entrou no vestiário e eu fiquei no corredor. Logo depois ela veio e me deu o remédio. Nesse momento vindo da cozinha passou um moço vestido com smoking mostrando que trabalhava no buffet.
         -Posso ajudar? Ele falou.
         Depois de breve explicação de que queria tomar o remédio ele pediu para acompanhar. Entramos na primeria sala onde era o escritório do Buffet, abriu um frigobar e de lá tirou uma garrafa de água importada. Estava surpreendida mais para beber aquela água do que para tomar o remédio.
         Ele falou para sentar e me deu o copo com água e eu tomei o remédio. Longe do burburinho da festa, ali estava calmo e eu me sentia bem. Agradeci a gentileza e para não sair de imediato perguntei se trabalhava no Buffet.
         Ele explicou que trabalhava durante o dia e preparava cardápios. Depois me disse que muita dor de cabeça passa com uma simples massagem na nuca.
         Voce me permite?
Vendo meu olhar de ansiedade para fazer desaparecer a dor, deixei que ele fizesse uma massagem na nuca. Com a ponta dos dedos ele massageou a minha nuca e o meu ombro. Senti a dor desaparecer por encanto. Até hoje não sei se foram os remédios ou aquela mão me massageando que me fizeram sarar da dor. Voltei a me sentir tão bem que me levantei e olhei bem dentro dos seus olhos lhe agradecendo. Eu vi um sorriso de satisfação e naquele olhar direto e não pudemos resistir e nos beijamos por alguns segundos. Sua mão direita pegou na minha mão esquerda e percebi que ele observou a minha aliança. Discretamente, fazendo menção de sair eu novamente agradeci. Foi quando ele falou.
- Olha, aqui tem meu cartão, Meu nome é Eduardo, se precisar de mim me telefona, qualquer hora, qualquer dia.
-Meu nome é Cristina, a gente se fala.
         Guardei o cartão na bolsa e voltei para a festa. Com a ajuda do Eduardo, aquela noite realmente foi memorável, entre eu e o meu marido. Depois eu só ficava pensando por que nos havíamos beijado? Qual foi a atração que nos pegou naquele momento? Seria só agradecimento ou havia algo a mais?
         Na segunda feira lá pelo meio dia, estava no trabalho saindo para o almoço, quando meu marido me liga.
- Benzinho, eu tenho que fazer uma viagem para Porto Alegre, vou com meu chefe tem um negocio para ser fechado. Volto em dois dias. No máximo depois de amanhã. Vou passar em casa, fazer a mala e ir direto para o aeroporto.
- Está bom, lhe falei,
-Me liga quando chegar. Beijos
-Beijos
         Eram 4 horas da tarde e ele me liga dizendo que já estava em Porto Alegre. Pouco depois, por molecagem ou curiosidade, liguei para o Eduardo.
-Oi, sou a Cristina, lembra-se de mim?
- Lembro claro, como poderia esquecer? Não paro de pensar em voce .
- Aquele beijo? É, eu também. Não me sai da cabeça. Você me desculpa, sou casada, não tinha por que…
- Ah! Eu adorei, só queria entender melhor o porquê, se a gente pudesse conversar sem pressa? E não se desculpe, eu percebi que você é casada, talvez por isso eu gostaria de entender melhor. Voce tem um tempo?
         Se for essa noite tudo bem, meu marido está fora.
- Eu saio do trabalho às 6 horas, posso te pegar.
         Marquei com ele as seis e mais alguns minutos na porta de uma livraria na Av. Paulista perto do trabalho dele, mas longe o suficiente da minha casa e do meu trabalho. Sabia que em frente da livraria tem um lugar onde é possível estacionar para entrar ou sair um passageiro. Falei que iria com o mesmo vestido branco que assim seria mais fácil dele me reconhecer. Ele me falou que era pontual. É só chegar uns minutos antes, sem esperar muito ou ficar de bobeira por que nessas horas a gente não quer encontrar com qualquer conhecido.
         Saí do trabalho, fui até em casa e deu tempo de tomar um banho rápido e me arrumar. Coloquei o vestido branco e uma calcinha branca bem fofa com elástico na cintura e nas pernas. Estava me sentindo confortável, peguei um taxi e fui até a Av. Paulista.
         No caminho pensava que não deveria ter dito que meu marido tinha viajado, Ele poderia querer se animar mais do que deve.
         Ele chegou na hora combinada, entrei no carro, sorrimos um para o outro. Ele me mostrou uma sacola cheia de comida e falou.
- Vamos até meu apartamento. Eu preparo a janta, É minha especialidade. Sou formado na melhor escola de Chef du Cusine. Depois é mais discreto e seguro. Lugar cheio de gente pode não ser a melhor indicação para nós.
- Pode ser? Concorda? Sinta-se livre. Não quero te constrange-la por nada.
- Eu concordei, estava curiosa para saber o que iriamos comer.
         No seu apartamento, ele me pediu para escolher uma música e ligar o som. Feito isso, fui para a cozinha onde ele cortava uns legumes, camarões enormes, pedaços de carne e também separava pequenas cumbucas cada uma com um molho diferente.
         Fiz um gesto para ajudar e ele sorriu. Pegou dois copos tipo tulipa e abriu um champanhe. Encheu até a metade e me deu um.
         Tim-Tim, bebericamos um gole e novamente nossos olhares se cruzaram como da primeira vez que nos beijamos.
         Peguei dois pratos, talheres e uma toalha de mesa. Fui para a sala e montei a mesa com duas cadeiras uma do lado da outra seguindo uma sua instrução.
         Ele trouxe uma vasilha cheia de coisas picadas e um gril desses de fazer sanduiche.
- Um tepan para dois, comentou. Estávamos sentados um bem do lado do outro. Ele encheu o gril com legumes.
-Primeiro vão os legumes que assam rápido. Borrifava um molho transparente como água e assim que assados ele ia pondo no prato e novamente enchia o gril com mais comida.
         Com certeza, aquela preparação estava dando uma fome. As nossas mãos substituíam o garfo e se mantinham ocupadas em esvaziar o prato.
         Na segunda fornada vieram os camarões. Para cada tipo de grelhado tinha um molho especial e ele sempre os regava com um molho da garrafa plástica.
- Que tem aí? Perguntei.
- O trivial, água vinagre, óleo, pouca mostarda, salsa e cebolinha. Ah! Eu ponho pimenta do reino e nós moscada também.
- Tudo era muito delicioso, e suave. Tempero na medida certa. Sabor que só um grande um grande Chef é capaz.
         Para frente, a fome foi cedendo e a satisfação de estar ali era a melhor possível.
         As mãos já não iam exclusivamente para o prato, percebi que algumas vezes eu passava a mão nas suas costas como um largo abraço, e que as mãos dele algumas vezes se apoiavam na minha coxa.
         Bebíamos devagarzinho, quando outra vez ele tirou do gril dois grandes camarões colocando um em cada prato. Peguei o camarão do seu prato e coloquei metade na minha boca deixando que ele pegasse a outra metade com a sua boca. Daí para frente, mais nos beijávamos que comíamos.
         Então as mãos já se entrelaçavam e com frequência eu acariciava suas costas ou colocava a mão sobre sua cintura apoiando o braço na sua coxa.
         Comecei a sentir que os beijos se prolongavam e que sua mão começava a acariciar os meus seios. A fome agora era outra.
         Começou a beijar meu pescoço e em seguida a gente se beijou longamente com a boca semiaberta.
         Estava tudo muito bom, muito gostoso. Senti que ele abrir zíper e abaixar a parte de cima do meu vestido ficando os meus seios a mostra. Ele os acariciava e os beijava.
         Na mesma reação, ajudei a ele tirar a camisa e passava a mão espalmada no seu peito. Eu me levantei e deixei o vestido cair no chão, ficando em pé com aquela calcinha branca na sua frente. Ele despiu minha calcinha e pude exibir a minha xoxota toda depilada.
         Ele me pegou no colo e me levou para seu quarto. Lá tinha uma cama de casal. No tempo que desfiz as cobertas e sentei sobre o lençol, ele se despiu e sentou-se do meu lado. Começamos de novo a nos beijar e se abraçar de todos os modos.
         Ele me abraçava e beijava meu pescoço. Então me reclinei no travesseiro e ele começou a beijar e lamber meus seios. Começou a beijar e descer para a parte abaixo dos seios, quando coloquei as mãos na sua cabeça e fiz menção dele voltar a me beijar na boca. Vi que ele entendeu e veio vindo para cima para me beijar.
         Nessa hora, percebi que estava toda entregue a ele. Já não conseguia mais articular uma palavra sequer e em instantes eu percebi que iria ser toda dele. Olhava para ele com o olhar de uma presa que caiu numa armadilha e que esta prestes a ser devorada. Acho que só as mulheres conseguem ter esse olhar de que sabem que não tem como escapar e por outro lado desejam não poder escapar.
Junto com um beijo, senti estar sendo penetrada bem devagarzinho e até o final. Sentia o peso do seu corpo e estava tão gostoso, que percebi que iria gozar. Ele tirava e me penetrava bem devagar. Na terceira ou quarta vez eu gozei me abraçando aquele homem. Ele continuava a me comer, coloquei as mãos sobre a sua coxa, fui levantando passando pela sua bunda e subindo nas suas costas. Agora eu tinha certeza que alguém que não era meu marido estava me comendo e me fazendo gozar.
         Então, me concentrei nele queria com o meu corpo o satisfazer totalmente. Eu já tinha gozado e agora queria que ele gozasse bem gostoso.
         Continuava a me comer gostoso, abracei suas costas e com a mão quase na sua nuca o acariciava. Olhando para ele consegui sussurrar no seu ouvido.
- Vai amor.
   Ele aumentava a frequência e eu queria corresponder mais. Estava muito gostoso e logo comecei de novo a sentir que novamente iria gozar. Era o ritmo de como ele me comia era a respiração que denunciava que iriamos gozar e então gozei novamente ao mesmo tempo em que senti que ele estava gozando dentro de mim. Abraçava-o e beijava-o agora eu era a mulher que o satisfazia e ele era um homem que sabia me fazer sentir nas nuvens e gozar.
         Ficamos parados uns minutos um do lado do outro. Pensava que jamais poderia ter perdido essa oportunidade embora no fundo gostasse do meu marido.
         Fui até o banheiro, notei que ele tinha gozado bastante e pensei:
- Ele goza muito, se houver outra oportunidade vou primeiro chupar para que ele goze bastante e gostoso na minha boca. Ria sozinha. Deixei o gozo molhar meus dedos e levei na boca para sentir o seu gosto. Depois me limpei me enxuguei e voltei para aquele ninho.
Deitei do seu lado e na posição em que fiquei minha mão direita encostava no seu pau. Então o segurei e o acariciei, foi aquele pau que me fez gozar. Ficamos ali conversando e eu não larguei o pau dele. Era como para dizer que queria mais, mas era mais para deixa-lo bem gostoso e tesudo.
         Passou acho que uma hora e então senti que o seu pau foi ficando entumecido na minha mão. Olhei nos seus olhos e beijei sua boca. Ao mesmo tempo minha mão fazia uns carinhos mais fortes no seu pau. Ele estava deitado com o peito para cima e comecei a beijar seu peito, seu umbigo até que me aproximei do seu pau. Olhei para ele como quem olha um troféu e o beijei. Aproximei da minha boca e o chupei bem gostoso.
Queria vê-lo gemer de tesão. Chupei bastante, ele então me pegou pelas axilas e me trouxe até o travesseiro. Beijou minha boca e começou a me beijar e chupar os seios, a minha barriga e começou a chupar minha xoxota. Que gostoso, ele chupou bastante e eu iria para as nuvens novamente. Passei a perna dele por cima da minha cabeça, agarrei seu pau e ensaiamos um sessenta-e-nove, muito bom.
         Lembro que as relações com meu marido tem sido discreta, faz algum tempo que a gente não tenta um sessenta e nove. E ficar segurando o pau do companheiro. Acho que nunca fiz um carinho tão prolongado nele.
- É vou ser mais generosa e mais carinhosa com ele, pensava.
         O Eduardo veio na minha direção. Estava com as pernas bem abertas lhe esperando. Ele foi metendo bem devagar e gostoso. A segunda vez é sempre mais demorada e caprichada. Como eu gostava de ver ele me comer, logo fui me excitando e gozei mais uma vez. Ele continuava a tirar e por aquele pau e me excitava novamente entrando em gozo seguidamente. Cada vez que eu gozava eu o chamava de meu amor, meu benzinho. Eu estava muito feliz. Uma hora eu falei
-Assim benzinho
-Gozou mais uma meu amorzinho.
         Aquilo me gelou a espinha. Passei a morder o seu pau com a minha bucetinha, e a abraça-lo bem apertado e murmurei:
- Você me chamou de meu amorzinho, vem que sou toda sua. Me come, assim, bem gostoso.
         Ele demorou um pouco mais. Eu me excitava e gozava, tinha perdido a conta de quantas vezes foram, quando sentir sua respiração ficar mais ofegante e senti ele gozar. Eu o abraçava e o acariciava, queria que ele se sentisse bem gostoso naquele momento. Como foi bom, Virei para o seu lado e cruzei as pernas para não deixar escapar o gozo daquela maravilhosa relação. Nossas bocas se tocavam Minha mão acariciava aquele rosto bonito fazendo que ele se sentisse o macho que me deixou toda fodida. Conversamos um pouco mais, estava cansada, mas não exausta. Ainda nos acariciávamos. Falamos do trabalho, da relação de casado. Ele revelou que estava afim de uma garota que era amiga de uma vizinha e às vezes aparecia pelo prédio e falava muito do seu trabalho que era bem interessante. Pelas tantas ele me falou:
-Posso te pedir uma coisa amorzinho? Se você não quiser não precisa, Não vou ficar descontente por isso.
O que é? Fiquei curiosa.
- Queria meter em você mais uma vez. Pode?
         Eu sabia que iria adorar e queria aceitar aquela terceira vez, Aliás, ele nem precisava pedir.
- Meu amor, meu corpo está aqui. Se você quiser, vem. Estou para você. O que você pedir eu faço.
 Ele me beijou, acariciou meus seios e veio em cima de mim. Segurei seu pau, que já estava duro como uma rocha e fui ajeitando para ele entrar dentro da minha bucetinha. Achei que não iria mais gozar. Só que seria gostoso estar com ele em cima de mim me comendo. Pensava que ele iria demorar demais, por isso deixei que ele tomasse as iniciativas.
         Foi igual, logo fui me excitando e cada vez que ele me apertava minha respiração denunciava o quanto estava amando aquela relação. Ele por sua vez também se excitou rapidamente e mais uma vez gozei junto quando sentia seu gozo uma vez mais dentro da minha xoxota. Desta vez estávamos cansados e o sono viria em seguida. Desta vez deitei de lado, mas com as costas voltadas para o Eduardo. Ele me abraçou apertadinho, agarrando meus seios e senti o seu sexo no rego da bundinha e então ele falou:
- Agora sei por que se beijamos naquele dia. Nossos corpos precisam um do outro.
- Voce é maravilhosamente gostosa.
         Sorri ao mesmo tempo em que concordava com ele. Trancei uma perna sobre a outra para não perder aquele gozo inesquecível. Ele puxou as cobertas e me cobriu. Olhei no relógio ainda era 9 horas da noite. Estava quentinha grudada no Eduardo, sentia seu sexo encostado na minha bundinha e sua mão no meu seio. Então dormimos. Quando acordei, olhei no relógio passava um pouco das 4 horas. Dormimos mais de 7 horas sem parar e na mesma posição, pois acordei exatamente sentindo o pau do Eduardo no rego da bundinha e suas mãos no meu seio. Levantei, fui até o banheiro e tomei uma ducha. A ducha tinha muita água quente, era deliciosa. Tinha uma toalha limpa que achei que era para mim e de novo fiquei limpinha enxuta e cheirosa. Era muito cedo, voltei para a cama e deitei de lado na mesma posição até sentir encostar a bunda no sexo do Eduardo. Ele acordou e estava sorrindo, virei o rosto para cima. Ele me beijou e me acariciou. Comecei a sentir seu pau crescer atrás de mim. Mais algumas carícias e como estava deitada de lado, escorreguei a perna de cima para frente, empinei a bundinha para ele me penetrar a traz. Segurei o seu pau e dirigi a ponta para comer meu cuzinho. Ele correspondeu, como sempre. Com um pouco de pressão, a cabeça do pau entrou e então ficou fácil dar uma marcha ré e o fazer entrar todinho no meu cuzinho.
   O que mais gosto de dar o cuzinho é sentir o pau entrando nele. Depois quando ele entra e sai várias vezes, se sente menos. O Eduardo parecia saber e por isso ele tirava bem devagar, quase pondo todo o pau para fora e então voltava a penetra-lo todinho. Eu gosto. É delicioso sentir quando o pau vai entrando. Numa dessas, ele tirou tanto para fora que o pau escapou. Foi delicioso sentir ele me penetrar novamente.
- Que delícia amor. Exclamei.
         Muitas mulheres falam que se masturbam enquanto dão a bundinha. Eu não, curto demais ter o cuzinho bem comido. Isso era outra coisa que faltava no meu marido, ele preferia muito mais comer a buceta a comer o cuzinho. Se ele soubesse como eu gosto, ele comeria meu cuzinho mais vezes. Às vezes eu virava o rosto para que ele visse como estava satisfeita e para que ele me beijasse. Outas vezes punha o braço nas suas costas acompanhando o movimento dele me comendo. Em pouco tempo ele gozou. Gozou gostoso e gozou bastante. Apertei o cuzinho, sentei na cama e dei-lhe um imenso beijo de satisfação por estar na cama daquele macho. Ele foi para o banheiro tomar um banho. Fui junto. Tomamos um banho junto, nos lavamos e aproveitamos para nos acariciar, beijar lamber e se chupar. Ainda era muito cedo, deitamos nos cobrimos e tentávamos dormir um pouco mais, pelo menos descansar. Mais para frente acordamos, Virei para o seu lado e começamos a nos beijar de novo. Ele veio por cima de mim e voltou a me comer. Que mágica tinha aquele homem que me fazia sentir uma mulher fogosa e gostosa. Fui ficando cada vez mais excitada, e ele acompanhava aumentando a frequência das estocadas do seu pau na minha xoxota e sem resistir comecei a gozar sem parar até sentir que ele também enchia minha xoxota com seu gozo.
Ele deitou do lado e eu me virei para o outro lado, trançando e apertando a perna para ficar com o seu gozo dentro de mim. Ele me cobriu e voltamos adormir mais um pouco.
         Quando acordei vi que o dia começava a clarear. Queria dar um último abraço e agradecer aquela noite maravilhosa, mas nos enroscamos de novo e tive mais uma vez que ceder para aquele moço dar a sua terceira. Foi uma metida para não se esquecer. Novamente gozamos junto. Fiquei tão feliz que fiz questão de beijar e chupar aquele pau melado que me satisfez toda aquela noite. Já era minha hora, Quem entra no trabalho as 8 era eu. O Eduardo tem o horário do comercio e entra às 9 horas. Fui até a sala, achei minha calcinha e o vestido branco. Calcei os sapatos, arrumei o cabelo e o batom. Quando voltei na sala, o Eduardo tinha preparado café, leite, pão bolacha, geleia, mel. Ele desceu toda a prateleira do armário. Queria me agradar de qualquer jeito.
- Ninguém sai com fome daqui de casa, brincou.
- Oh! Meu amor, não se preocupe comigo.
         Tomamos um café junto, dei-lhe um grande beijo e saí. Passei em casa, troquei de roupa e fui direto para o trabalho. Durante o dia sentia que alguma coisa escorria e deixava minha calcinha molhada.
-É o Eduardo, ele goza bastante. Pensava.
         Quando meu marido voltar, vou atiçar para que ele de uma terceira. Ela é ótima. Vamos ver se durmo peladinha e grudadinha nele como fiz com o Eduardo. Com certeza vou ser bem mais generosa e carinhosa com ele. Na hora do almoço meu marido me liga.
-Amor, resolvemos tudo por aqui, estou voltando agora a tarde. Você pode me pegar no aeroporto? Chego as 7 horas.
 Meu marido vai chegar todo cheio de tesão como ele sempre faz. Às vezes penso se nessas viagens ele não me trai. Homens tem tanta oportunidade além de que em todo lugar está cheio de boates e casas de mulheres. Mas acho que ele não me trai, pois sempre volta cheio de tesão me procurando. Quando saí do trabalho fui até em casa. Tomei um banho me deixei limpinha e cheirosa. Fui até a gaveta das calcinhas, coloquei outra calcinha branca, vesti novamente o vestido branco e fui para o aeroporto.
         Tem que ser o vestido branco com a calcinha branca, estão me dando sorte