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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Virada na Paulista-Conto Erótico

A pedidos,mais um conto eeótico,e não é que o povo curte??


Noite de ano novo em São Paulo. Eu e mais três amigas resolvemos assistir os fogos da Avenida Paulista. A noite estava agradável e estávamos para lá de agitadas para ficarmos no churrasco da família. Vestimo-nos todas de branco; vestidos bem transparentes. Daqueles que pedem e pedem por uma chuva. Também estávamos todas de lingeries novinhas. Todas menos eu. Como sempre, passaria a virada sem calcinha, para chamar muito sexo ao novo ano que começaria.
Pois bem. Saímos as quatro em direção ao metrô. O clima de festa já tomava conta da cidade e dos trens, que seguiam lotados. Turmas de amigos ? a metade já pendurada nos espumantes e nas cervejas ? famílias, crianças, cachorros, pipoqueiros, ambulantes. Tinha de tudo. Cruzei até com um casal carregando um papagaio nos ombros. Se eu pudesse carregaria um ?pica pau?, isso sim.
O ano estava chegando ao fim e meu placar tinha ficado longe da minha meta. Devo ter dado para umas 20 pessoas. Se for contar que aqui incluo homens e mulheres, verei que o score foi baixo mesmo. Mas tudo bem. Ainda tinha duas horas antes do fim do ano e outro ano novinho a minha es
pera. 

Ao chegarmos à Paulista fomos procurar um lugar estratégico. Com boa visão dos fogos, perto do barulho das caixas de som e próximo aos alambrados que rodeavam o palco de show. Daqui a pouco, leitor, você entenderá a lógica desta busca estratégica.
Encontramos o lugar perfeito. Ficava abaixo da extensão do palco, que fazia um T em direção à plateia, e logo abaixo do ponto de onde disparariam os fogos. Empunhamos nossas cervejas e começamos a buscar pela diversão. Este era um bom local para isso, já que as famílias, crianças e afins buscam, exatamente, o oposto: ficar longe do palco, do barulho e da bagunça. Com isso, otimizávamos ainda mais as chances de sucesso durante a virada. 
Poucos minutos se passaram e começamos a identificar alguns grupos de amigos que, provavelmente, haviam elaborado a mesma estratégia que nós. Estávamos ali. Sondando e sendo sondadas pelo ambiente. Presas X predadores. Quem interpretava cada papel? Tanto faz. 
Quando eu já estava na quarta cerveja e já havia perdido um pouco a noção do tempo, vi juntarem-se a nós três rapazes. Tinham um sotaque meio caipira. Mas tinham a aparência ótima ? e isso era o que importava. Com o barulho que se seguiria mal ouviríamos a voz deles mesmo. Ficamos ali, bebendo e dançando ao som do Jorge Bem Jor. Música alta, álcool na cabeça, buceta sem calcinha…. estava formando o cenário ideal para meu fim de ano!! Mirei no que me agradava mais entre os três e fui ao ataque. Como são lentos estes interioranos, eita!! 
Mas acho que ele entendeu o recado direitinho e rapidinho. Ofereceu-me a garrafa de espumante que bebia diretamente do gargalo e me enlaçou pela cintura ? o que me deixou extremamente excitada, imaginando que ele poderia ser um peão. Ai, ai, mulheres e suas taras. E eu nunca poderia imaginar que a imagem de um peão laçando uma mulher pudesse me deixar com tanto tesão. 
Bom, tenho de admitir que, talvez, o pau duro do cowboy preso estrategicamente dentro dos jeans justos e a roçar minha cintura tenha exercido um papel importante no meu grau de excitação. E eu só conseguia pensar em como faria para abaixar aquela calça tão justa da forma mais discreta possível. Afinal, ninguém quer começar o ano preso por atentado ao pudor. 
Com estas e outras ideias na cabeça entrei no clima do cowboy e ficamos dançando por alguns minutos. Com uma das mãos ele começou a apertar minhas coxas e a levantar minha saia. Com a outra, apalpava meus seios. E com a boca começou a molhar o vão entre meus seios para poder secá-lo com a língua logo na sequência. Ao subir um pouco mais sua mão em minha coxa noto os olhos do peão arregalarem para mim ? acho que ele descobriu que eu estava sem calcinha!! rs
Aí o bicho ficou ainda mais doido. Empurrou-me para debaixo do palco, contra o alambrado de metal que ficava na altura da minha cintura. O local estava escuro, úmido e totalmente propício para nós. O barulho que vinha do palco e das pessoas permitia que gemêssemos o quanto quiséssemos sem sermos ouvidos.
A essa altura já havia perdido minhas amigas totalmente de vista e meu cowboy estava se graduando na anatomia da minha buceta. Seus dedos não se cansavam de me penetrar. E eu apertando forte aquele pau duro querendo saltar para fora da calça. Abri o zíper com uma dificuldade enorme ? quase o estourei para ser sincera. Que vontade de meter a boca naquele pau grande, duro e lisinho. E não é que o cowboy era antenado? Estava com o pau e com o saco totalmente aparados. Ai, que delícia. 
Eu não pensei duas vezes. Inverti as posições e o escorei no alambrado. Abaixei-me e meti a boca naquele pau latejante. Minha boca salivava de tanto tesão. Comecei com movimentos leves. Primeiro com os lábios ao redor da cabeça do pau. Minha língua fazia movimentos circulares e lentos. Só sentia as contrações de prazer do pau do cowboy. 
No intervalo das batidas da musica também podia escutar os gemidos e alguns palavrões ? àqueles que dizemos quando estamos estourando de tesão. Tipo: ?caralho, que boca gostosa. Vadia, chupa mesmo meu pau. Assim, engole ele inteiro, vagabunda?. E assim por diante. E eu obedeci, claro. Depois de provocá-lo bastante com minha língua, enfiei aquele pau inteirinho na boca, até que a ponta encostasse na minha garganta. Apertei firme e fui escorregando o pau para dentro e para fora, para dentro e para fora. Cada vez mais forte e mais rápido. No meio tempo dava algumas mordidinhas para evitar um comportamento, digamos, precoce. 


Após alguns minutos naquele tremendo boquete me levantei e lambuzei a boca dele com minha saliva. Ele me ergueu, me enlaçou em sua cintura com as pernas abertas e meteu o pau de uma só vez em minha buceta. Um casal passou por nós neste momento, mas estavam tão absortos entre eles que nem sequer nos assustaram.
E com aquele movimento brusco o peão começou a me foder. Mas, agora, o cowboy trocou de papeis e assumia o lugar do cavalo. Passei a cavalgá-lo gostoso. Para cima e para baixo, para cima e para baixo. Só faltou o chapéu para eu levantar alto enquanto me saciava naquele movimento. Porque o braço eu levantei!! Me sentia, totalmente e definitivamente, em uma festa do peão. Com plateia e tudo. Quando eu iria imaginar que meu ano terminaria tão ?iiiiihaaaaaa? desta forma?!
Fiquei montada em meu peão por bons minutos. O tesão tomava conta de nós dois. Não sei se era o álcool na cabeça, a sensação de sexo em público (e quanto público), a apreensão de que a qualquer momento poderíamos ser vistos, o sexo com um estranho total, ou a soma de todos estes fatores. Mas eu já havia tido uns infinitos mini orgasmos e sabia que um show estava para vir. Também sabia que o cowboy não seguraria muito mais tempo pela quantidade de palavrões de tesão que ele falava em meu ouvido.
Então, quando comecei a ouvir a contagem regressiva: ?10, 9, 8, 7?, relaxei e pensei: ?é agora. Vou gozar gostoso no meio da virada do ano?. E foi exatamente assim que aconteceu. Ao primeiro estrondo dos fogos de artifícios, ao primeiro som do ano novo, tive um orgasmo fenomenal. Aquela explosão de tesão junto com a explosão dos fogos. Meus gemidos agudos junto com os estrondos e luzes do show pirotécnico. Algo estratosférico e totalmente inimaginável. Naquela altura eu não sabia mais dizer quem era a protagonista da situação. Eu, os fogos ou a chegada do ano novo. Ah, claro, ou o cowboy, Éramos uma coisa só. 
E não demorou muito para o segundo protagonista ter seu showzinho próprio. Como estávamos de camisinha, ele gozou gostoso e sem cerimônia ainda enquanto eu me arrepiava com os últimos resquícios do meu orgasmo. E ele gritou alto. Gritamos alto. Ainda bem que a queima de fogos era longa. Quase quinze minutos. Tivemos tempo suficiente para curtirmos, em alto e bom som, nossa virada orgásmica.


http://coontoseorticos.tumblr.com/page/3
Pra descontrair kkkkkkkkkkkkkk

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Edible Anus



Meu povo,a gente encontra cada coisa neste mundo...Olha que eu achei, Edible Anus(ânus comestível),você pode comer um cu doce agora kkkkk.Fizeram um chocolate com formato do ânus,só não sei quem pegaram de modelo,mas até que ficou parecidinho.
Uma doceria britânica resolveu apelar para o bizarro e está causando um grande bafafá na “terra da rainha” por conta de um bombom moldado a partir do ânus de uma modelo.

Dá (Oi?) pra acreditar???
O Edible Anus (ânus comestível) é vendido em caixas com até 10 unidades e pode ser entregue em qualquer lugar do mundo.
Para saborear o fiofó de chocolate o cliente terá que desembolsar  R$ 170 no site
Agora você pode presentear,quem quiser com um fiófo bem docinho...Tenho visto coisa...

segunda-feira, 27 de maio de 2013

A ex do meu melhor amigo-Conto Erótico


O que vou relatar aqui aconteceu na virada do ano de 2010 para 2011. Estava na casa do meu tio curtindo a festa da virada do ano junto com vários amigos e amigas, dentre todas as pessoas estava Josi a ex-mulher do meu melhor amigo Andre. Ela estava com um vestido curto deixando suas coxas à amostra, e que belo par de coxas ela tem, acompanhada de uma bunda nem tão grande nem pequena, digamos que seja uma bunda que agrada a qualquer homem, a parte de cima do vestido é desses que não tem alça deixando seus peitos um pouco mais expostos, enfim, uma bela mulher com seus vinte e poucos anos.

Sempre respeitei Josi como se fosse minha cunhada, já que Andre é como um irmão pra mim, pois bem, estávamos todos curtindo, dançando, bebendo, até que reparei que Josi não parava de me encarar, fiz de conta que não notei e continuei curtindo com a galera. 

Amanhecemos naquela curtição e pouco a pouco as pessoas foram embora, até ficarmos eu, meu tio, a Josi e a Daiane. Não demorou muito e Josi já veio se insinuando para mim, pediu para eu colocar a mão no seu peito esquerdo, pois ela dizia que seu coração estava acelerado demais, pois ela estava achando aquilo meio estranho, (estranho achei eu dela vim me pedindo isso), disse a ela para me dar o braço para eu verificar sua pulsação que estava normal é claro, ela me agradeceu com um abraço e um beijo no rosto saiu para fumar um cigarro. 

Fui até ela e pedi um para eu fumar, ela disse que aquele era o ultimo, ai eu disse que iria até o posto para comprar uma carteira e ela pediu para ir junto, peguei minha moto e fomos indo em direção ao posto, no caminho ela me abraçou e ficou alisando minha barriga o que me deixou de pau duro na mesma hora, chegamos ao posto e tentei disfarçar minha ereção e é claro que ela percebeu, compramos o cigarro e aproveitei para comprar um bacardi com energético para tomarmos na casa do meu tio, ao voltarmos para lá Josi veio fazendo a mesma caricia na minha barriga e teve um certo momento que ela pôs sua mão em cima do meu pinto e deu uma apertadinha, quase caímos da moto devido a sensação gostosa que ela me fez sentir naquele momento, chegamos na casa do meu tio e ela olhou para mim e fez uma carinha de quem estava querendo levar rola e entrou na casa, entrei e para minha surpresa meu tio já estava no quarto metendo a rola na Daiane, pois dava para escutar os gemidos deles na sala aquilo me fez olhar com um puto tesão para Josi e não quis nem saber se ela era ex do meu melhor amigo fui logo pra cima dela pois tinha certeza que ela também queria aquilo,cheguei ao seu lado olhei nos seus olhos e não precisou dizer uma palavra sequer já fui beijando ela pegando em sua cintura se envolvendo num beijo gostoso e demorado, sentei no sofá e ela veio para cima de mim e parei de beijar sua boca e fui beijando seu pescoço e em seguida já estava chupando seus peitos que nessa altura estavam com aqueles biquinhos rosados bem durinhos, enquanto chupava seus peitos fui levantando seu vestido e pegando naquela bunda redondinha que estava com uma calcinha preta fio dental enterrada no rabo, aquilo me deixou ainda mais tesudo, tirei seu vestido deixando ela apenas de calcinha e também me despi ficando totalmente nu deixei ela sentada no sofá, peguei no seu cabelo e levei sua cabeça em direção a minha rola, ela ficou chupando tão gostoso que quase me fez gosar na sua boca, ela ficava passando a língua na cabeça e ia descendo a língua até o saco e tinha alguns momentos que ela colocava as bolas na boca e punhetava meu pinto só de lembrar fico com o pau duro, ela ficou chupando por uns dez minutos e pedi para ela parar pois seria a minha vez de retribuir a chupada, levei ela pro outro quarto que tinha na casa coloquei ela de quatro na cama puxei sua calcinha de lado e comecei chupando sua bucetinha, ela dava uns gemidos e apertava o lençol da cama e isso fazia com que eu continuasse chupando cada vez mais rápido, comecei a alternar as chupadas passando a chupar seu cu e sua buceta e isso ia deixando ela cada vez mais com tesão ela falava para eu não para que tava gostoso demais que logo ia gozar se eu continuasse assim então resolvi chupar seu cu e colocar um dedo na sua buceta, parece que isso era o que tava faltando para ela gosar pois deu um gemido tão gostoso que lembro até agora, aproveitei e enfiei mais um dedo e comecei a acelerar e ela começou a rebolar que dizendo que tava gostoso demais que tava gozando, nossa seus gemidos e palavras deixavam meu pinto até ardendo de tão duro que tava, ela disse que era para eu colocar meu cacete nela que ela queria sentir ele todo dentro, deixei ela na mesma posição, de quatro com a calcinha de lado e comecei a colocar meu pau bem devagar para curtir a sensação daquela bucetinha apertando meu cacete, ela ia rebolando no mesmo ritmo e fui acelerando aos poucos, peguei em sua cintura e comecei a dar umas estocadas firme e forte fazendo ela gemer bem gostoso, comecei a xingar ela e ela disse para eu xingar mais que ela gostava, xingava ela de puta, vagabunda, vadia, cachorra, então com uma mão eu puxava seus cabelos e com a outra eu dava uns tapas e xingava ela, não demorou muito e ela disse que estava gozando e que era muito bom ser tratada como uma puta, ela me pediu para deitar na cama pois queria cavalgar um pouco na minha rola me deitei e ela veio por cima ficou na ponta dos pés e direcionou meu pau até sua buceta e começou num sobe e desce, ela começou devagar e logo foi aumentando o ritmo e eu fui indo no mesmo embalo que ela, que visão maravilhosa ver ela engolindo meu pau, tinha momentos que eu segurava em sua bunda e mesmo por baixo metia rápido fazendo ela gemer muito,logo em seguida ela deitou sobre mim e começou a mexer apenar o quadril e enquanto ela fazia isso eu continuava a xingar e dar uns tapas na sua bunda, teve um momento durante a transa que ela disse que fazia tempo que queria dar pra mim que só não tinha se arriscado porque estava com o André e sabia que pelo fato de sermos grandes amigos eu poderia lhe dar um fora, mal sabia ela que sempre a cobicei, enfim continuamos metendo naquela posição até que por intuito coloquei um dedo no seu cu, aquilo acendeu ainda mais a chama que ela estava e ela começou a rebolar ainda mais anunciando outro gozo, me contive para não gozar junto com ela devido ao tesão que estava aquela transa, disse a ela que queria comer seu cuzinho, e ela se fez um pouco de difícil no começo dizendo que não que ia doer mais no fundo o que ela queria era uma bel a rola enterrada no rego, coloquei ela de quatro tirei sua calcinha e dei uma pincelada no seu cuzinho fazendo ela se arrepiar toda passei saliva na entrada do rego e fui colocando meu pau no seu cuzinho apertadinho, ela dizia para eu ir devagar que tava doendo um pouco, perguntei se ela queria parar e ela disse que não que tava doendo mas que tava gostoso, então falei pra ela relaxar mais e fui colocando ate que entrou tudo, comecei a fazer movimentos leves e ela foi se acostumando com meu pau no seu cu daí ela pediu para eu ir mais rápido o que fiz de imediato comecei a socar forte no seu cu e fui xingando, ela dizia que estava muito gostoso meu pau que era pra mim gozar dentro do seu cu, segurei firme na sua cintura e bombei cada vez mais rápido, comecei a bater novamente em sua bunda e falando que ela era uma vadia que tinha um cu muito gostoso que era pra ela gozar com meu pau enterrado no seu cuzinho, ela mandou eu xingar mais pois ela tava gozando com um pinto dentro do cu, comecei a meter mais rápido anunciando que também tava gozando e que estava enchendo seu cu de porra, que gozada deliciosa tivemos naquele momento, depois de gozarmos chamei ela para irmos tomar um banho e ao chegarmos no banheiro meu tio e Daiane estavam lá, esperamos um pouco no quarto e depois que eles saíram entramos, comecei a ensaboar as costas de Josi e logo meu pau ficou duro nisso ela se virou e começou um delicioso boquete, ela ficou chupando por um bom tempo arte que ela ficou de pé pedi para ela segurar na parede e empinar bem aquela bundinha e comecei a meter na sua buceta, mudamos de posição e pedi para ela segurar meu pescoço e colocar suas pernas na minha cintura, pequei suas pernas e encaixei ela na parede, pedi para ela colocar meu pau na sua buceta, fiquei metendo e ela ficava gemendo bem gostoso no meu ouvido dizendo que queria que eu gozasse na boca dela, disse a ela que ia gozar ela desceu e ficou de joelhos segurei em seus cabelos e pus meu pau dentro da sua boca gozando bem no fundo da garganta fazendo ela engolir toda minha porra. 

Acabamos nosso banho e fomos descansar. 

Depois desse dia tive mais três relações com Josi ate que ela veio com um papo de namorar ai eu sai fora porque tenho certeza que se fico com ela minha amizade com Andre acabaria mesmo ele não tendo mais nada com ela.

http://coontoseorticos.tumblr.com/post/42450525885/a-ex-mulher-do-meu-melhor-amigo

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Dicas de livros-Juegos de amor y dolor

Uma dica de livro,não sei se é bom ,não li ainda ,mas me falaram que é muito bom...É um livro de uma história que envolve o mundo BDSM.
Foto: Hermes Solenzol acaba de colgar su novela en Amazon en versión Kindle. Quienes hayáis seguido mi blog, seguramente lo conoceréis. Más info en: amzn.to/149cFBw
Descrição
É janeiro de 1976, Franco acaba de morrer e Cecilia Madrigal ido esquiar nos Alpes com um grupo de universitários. Cecilia é um estudioso, atlético, respeitoso dos seus pais e fortemente influenciada pela Opus Dei. Seu pai é um policial dedicado à censura Franco, sua mãe, uma dona de casa abençoada, e seu irmão Luis, um jovem violência fascista amador. Na estância de esqui nos Alpes se reuniu julho Cecilia Alcedo, ateu e livre-pensador, que é atraído pelo apesar perceber a má influência para ela. A história começa na viagem de volta para Madrid. O ônibus itinerante faz uma parada não programada em Perpignan, onde Cecilia e Julio vistos juntos História de O, um filme que explora Cecilia fantasias masoquistas. Ela acaba mostrando o Julio, que por sua vez, confessa a sua propensão para o sadismo. De volta a Madrid, Cecilia encontra-se em um profundo conflito entre sua atração por Julio e suas crenças religiosas e, após intensas discussões com o seu confessor do Opus Dei, eventualmente, abandonar o cristianismo. Embora seja livre de suas barreiras religiosas, Cecília se recusa a liberar sua sexualidade. Julho vai superar a sua resistência gradualmente guiando uma exploração dos mistérios do sexo e sadomasoquismo. Ao mesmo tempo, o país inteiro vai para as profundas mudanças políticas e sociais da transição. Julio e Cecília percebe que sua própria libertação pessoal é parte desse processo e decidir que o erotismo pode servir como um instrumento de mudança social, o que eles chamam de "revolução erótica". Mas uma série de forças das trevas ameaçam o idílio de Cecilia com Julio. Luis não aprovar a nova vida de sua irmã e é dedicada a tornar a vida miserável em casa, de frente para ela, com seu pai. Laura, uma ex-amante de Júlio, começa a flertar com ele como ele faz promessas de amizade de Cecilia. Enquanto isso, Cecilia é atraída pelo parceiro de escalada Julio Lorenzo, um jovem mecânico que joga no PCE e tem um problema de timidez com as mulheres. Ele também tem um encontro inesperado com Johnny, um empresário com experiência nos círculos sadomasoquistas dos EUA. Alheio ao perigo para a sua felicidade, Cecilia entra busca cada vez mais imprudente de suas fantasias sadomasoquistas.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Camisinha sabor e cor de Bacon!

Imagina uma camisinha sabor de bacon?O pessoal que inventou essa proeza,só pode pensar em comida literalmente!E além do sabor tem a cor de bacon...Eu não queria experimentar essa camisinha,vai que eu acabo dando uma mordida?kkkkk
Bom vamos a reportagem...

Não é brincadeira: a empresa J&D’s Foods (especializada em criar os mais diversos produtos de bacon), sedeada em Seattle, nos Estados Unidos, já tinha surpreendido todo o mundo ao lançar um lubrificante de bacon. Agora, graças a esse sucesso, eles trazem uma camisinha com sabor, cor e cheiro de bacon.
O Bacon Condom é feito de látex, como qualquer outro preservativo. O segredo está mesmo no lubrificante produzido à base de água com aroma e gosto de bacon aplicado dentro e fora da camisinha. O produto deverá chegar ao mercado em junho e se prepara pra dar um novo sabor às relações.
BaconCondom
E as fotos,tem alguma sensualidade?



BREVE vai aparecer outros sabores...

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Assistente Sexual


Gostaria de abordar um assunto, ainda pouco conhecido entre as pessoas,sobre o assistente sexual.Alguém já ouviu falar?Mas com certeza alguém conhece ou tem algum deficiente em sua familia.Pois bem..
Eu lendo alguns artigos na internet,e comecei a ver um video sobre assistente sexual,no começo achei que fossem casados,mas no decorrer do video comecei a achar que era uma profissional do sexo(garota de programa),mas era uma assistente sexual,algo muito comum nos Estados Unidos,Holanda,Suíça,Alemanha e Dinamarca.Aquyi no Brasil não ouvi falar ainda,mas se eu descobrir algo coloco aqui ,com certeza!

Eles são enfermeiros, massagistas, terapeutas ou artistas. Têm entre 35 e 55 anos e foram formados para responder às necessidades sexuais de pessoas sofrendo de uma deficiência física. Uma tarefa delicada, sobretudo pelo fato de a sexualidade de inválidos ser geralmente rejeitada pela sociedade e alvo de fortes preconceitos.

Da massagem erótica às carícias, até o strip-tease ou masturbação: o leque proposto é extenso e responde simplesmente às necessidades de uma intimidade geralmente reprimida e mesmo estigmatizada. "Cada assistente oferece com empatia e respeito um pouco de ternura contra uma remuneração que vai de 150 a 200 francos por hora", relata Catherine Agthe Diserens. "Por vezes, o trabalho é simplesmente descobrir o prazer de reencontrar uma funcionalidade perdida após um acidente, enquanto que, em outras circunstâncias, a relação pode ir até uma relação oral ou a penetração."

Um trabalho difícil

Ao contrário da prostituição, o acompanhamento sexual de deficientes só pode ser iniciado após um trabalho pontual de educação, orientado pelo respeito ao outro, pela ética e a escuta. "Os assistentes sexuais devem ser pessoas equilibradas, conscientes da sua própria sexualidade e não sentir desconforto com a deficiência. Além disso, eles devem manter outro trabalho a tempo parcial. Também é preciso informar os próximos da sua escolha profissional", detalha Dieserens.

"É uma experiência transtornadora. Colocamos tudo em questão: nossas idéias, nossa relação com o corpo e outros", revelava Jacques, um assistente sexual que acaba de receber seu diploma, durante uma entrevista à rádio.

Casado, pais de três crianças, Jacques relata que sua esposa apoiou sua decisão com naturalidade, sobretudo devido aos limites fixados por ele próprio desde o início: "Me dedico ao corpo, à pele, aos órgãos dessas pessoas. Não posso lhes negar massagens, carícias íntimas, mas não chego à penetração. O beijo – e o resto – está reservado a uma só pessoa bem determinada na minha vida."

A formação dura 18 dias, distribuídos por um ano, e acrescida de uma dezena de horas de trabalho em casa. Os custos chegam a 4.200 francos, o que mostra a motivação dos que escolhem o caminho.

Apesar do reconhecimento de muitos, a formação continua sendo difícil de explicar à família e até mesmo a si próprio. O fato de que, de um ponto de vista legal, o trabalho de assistente sexual seja assimilado à prostituição e esteja impregnado de uma conotação negativa não facilitam.

Mas para Aiha Zemp, esses profissionais estão apenas levantando o véu de um universo oculto, feito de desejos rejeitados e perturbações afetivas. Um mundo que deve ser abordado com um olhar diferente, ao se tratar de deficientes físicos. Uma diferença que tem um grande valor para aqueles que, como Jacques, conseguem transpor a deficiência e os temores que muitas vezes ela inspira para começar a escutar a necessidade íntima de ternura.
fonte http://www.swissinfo.ch/por/reportagens/Direito_a_sexualidade,_apesar_da_deficiencia.html?cid=888436
Pelo meu ponto de vista...
Não é fácil falar sobre sexualidade,ainda mais quando o assunto envolve um deficiente,agora se me permitem,assistente sexual?Mas se você for aos finalmente (penetração)e cobra pra fazer esse serviço ,não seria como um profissional do sexo?Por que usar esse termo?Pelo fato de ser enfermeiros,artistas e tal...Não estou condenando ninguém,mas começam a usar nomes diferentes,pra coisas que já conhecemos.Todo mundo tem direito ao sexo,claro que não é fácil contratar uma garota ou garoto de programa que queira andar com algum deficiente,tem que ter um certo conhecimento sobre a deficiência,digo quando se tem uma paralisia cerebral ou outra deficiência que a pessoa não fala,ou tem uma dificuldade de se comunicar.
Muitos deficientes e familiares dos mesmo,ficam furiosos quando se deparam com um post desses,achando ridículo!Mas tem muitos deficientes que não conseguem ter um relacionamento por causa de suas familias,que ficam protegendo de tudo e de todos,e esquecem que existe uma pessoa ali,capaz de sentir e de amar!E o que lhes restam ,procurar alguém ,nem que seja pagando!
Vejam um video de uma assistente sexual,a forma que ela dá atenção para ele,é muito bacana..Sei também que muitos não vão curtir o video,vão ter preconceito,vai ficar pensando o que leva uma pessoa querer ser assistente sexual,?Com certeza por dinheiro,mas tem que ter algo a mais,"não ter preconceito"Porque tem milhões de profissionais do sexo que não quer e nem pretende fazer sexo com algum deficiente,,Bom vamos ao video,que não está traduzido mas dá pra entender ...

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Fotografando mulheres comuns, em ensaio Sexy!

Quem nunca se imaginou tirando fotos sexy?Como as de revistas,mulheres lindas e sexy.Claro que muitas mulheres achavam algo distantes delas,afinal quem tiraria fotos sexy de uma mulher comum,digo não famosa,e muitas vezes gordinhas,baixinhas...Pois bem,desde 2006 uma agência resolveu apostar nessas mulheres ditas comuns e ficaram divinas as fotos.Eu já tinha visto alguma coisa respeito,tinha até uma novela que abordava esse assunto.Mas achei tão lindas as fotos que resolvi colocar aqui.
Em 2006, as fotógrafas paulistas Darcy Toledo e Jane Walter criaram a Nude, uma agência focada em transformar mulheres comuns em estrelas de revistas, no melhor estilo Playboy. Elas não mantêm um endereço fixo, atendem sempre em locações diferentes e viajam o Brasil inteiro levando o serviço para diversas capitais. Até hoje, já fotografaram mais de 600 mulheres.(para ler toda a matéria é só ir AQUI )













Tomara aumentar o número de agências assim...Lindas essas mulheres...
fonte virgula.uol.com.br