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terça-feira, 30 de julho de 2013

Posturas-Curta-metragem

Dia desses eu estava pensando,todo mundo vai ficar velho um dia,só quem morre antes que não.Então fiquei imaginando eu e meu marido daqui uns anos,porque os filhos casam,vem os netos e como será minha velhice?Não quero uma velhice chata,e sem graça.E daí ,achei esse curta que se chama "posições" que conta a história de uma mulher que decide incentivar sua vida de casada,comprando um livro de kamasutra para o marido,gente eu ria muito,primeiro porque eles tem um jeito estranho,de um casal de idoso,nada muito sexy,"mas quem disse que precisa ser um casal sexy pra fazer sexo Aldrey?"kkkk A hora do sexo seguro,não precisa ser tão seguro assim!!Vejam...

terça-feira, 16 de julho de 2013

Novinha e Safada


deviantdaveed:
 Meu nome é Mariah. Sou morena clara, olhos esverdeados e tenho um corpo bem torneado, modéstia á parte. Adoro me vestir bem e cuidar da minha aparência. Tenho 19 anos, sou liberal e louca por novas aventuras. Talvez seja por isso que não tenha nenhum namorado fixo. Faço questão de preservar minha independência e odeio a ideia de ter compromissos de qualquer espécie com qualquer pessoa. Ha dias eu tive uma experiência excitante. Talvez a mais importante de minha vida. Tudo começou na segunda-feira, quando lavava o carro de meu pai, em frente de casa, na descida da garagem. Eu vestia um short branco e uma camiseta punk aberta na frente, de malha fina e quase transparente. Os biquinhos de meus seios provocavam montinhos sensuais sob o tecido e o short de náilon entrava sutilmente entre as nádegas, moldando minhas formas perfeitas. Eu estava simplesmente tentadora. Talvez seja por isso que Augusto, um gatão que mora no sobrado em frente, me espreitava pela fresta da janela. Eu já o havia notado ha um bocado de tempo, mas me fiz de desentendida, a medida que me esfregava sobre o carro em movimentos provocativos - me debruçando sobre o capo, a pretexto de lustrar o para-brisa ou me agachando para escovar os pneus, deixando aparecer em rápidos relances as dobras secretas de minhas carnes. Fiquei completamente atônita quando Augusto apareceu na porta da frente e disse que minha mãe me chamava ao seu telefone. Numa hora como essa a gente até agradece a Deus por não ter telefone em casa. Imediatamente fechei a torneira, calcei os chinelos e fui atender ao chamado providencial de minha querida mãezinha. Como se fosse conivente com o que iria acontecer, mamãe informou que chegaria muito tarde em casa devido a um jantar arranjado de ultima hora. Disse também que papai iria direto do trabalho e que ambos chegariam por volta da meia-noite. Meu rosto estampava um sorriso de felicidade que não pude disfarçar. Augusto também estava de short e, enquanto eu falava ao telefone, pude observar o enorme badalo que oscilava entre as suas coxas. Tinha pernas fortes e cabeludas e um tronco bem desenvolvido, de proporções atléticas. Depois que desliguei o telefone, passei um bom tempo como que hipnotizada, olhando aquele homem que eu conhecera ainda criança e que agora me aparecia másculo e atraente. Ele me convidou a sentar e eu objetei que estava molhada. Ele sorriu e disse que não havia nenhum inconveniente, pois sua mãe, seu irmão, a empregada e o cachorro haviam saído e não havia hora mais própria para eu estar ‘molhadinha’. Me fiz de desentendida e sentei. Durante todo o tempo, a conversa girou em torno de nossas experiências sexuais. Guto me contou suas aventuras com a namorada e eu descrevi, meio sem jeito, minhas bolinações inocentes, confessando que meu namorado, Beto, não tinha coragem de chegar hás vias de fato, pois não queria envolvimentos mais sérios. Nessa altura Guto sacou seu membro de dentro do short e passou a alisá-lo ao mesmo tempo em que confessava ser apaixonado por mim já ha algum tempo e que estava me olhando pela janela, louco de tesão, desejando ser o carro sobre o qual eu me esfregava. Diante de tanta sinceridade, não dei nenhuma resposta verbal, apesar de ter usado a boca para explicar minhas intenções. Ele se estirou no sofá, enquanto eu o sugava, maravilhada pelo volume e pelo calor de seu sexo. Suguei-o com volúpia, sentindo cada curva daquela carne tenra e pulsante. Foi quando ele me pediu para não o fazer com tanta força, pois não gostaria de gozar logo, e queria desfrutar ao máximo aquele momento. Comecei a me despir, retirando a camiseta com intencional lentidão, para provocá-lo ainda mais. Quando começava a retirar o short, ele me atacou como um bárbaro, me derrubando sobre o sofá e me afogando de beijos, sugando meus seios, mordiscando minhas coxas, lambendo e arranhando meu dorso eriçado. Depois, seus punhos agarraram meu short e o arrancaram com violência. Quando sua língua tocou meu sexo latejante, não pude deixar de conter um suspiro de prazer. Suas mãos seguravam minhas nádegas enquanto sua língua percorria meus grandes lábios, passando aos pequenos lábios, me provocando urros de prazer. Gozei em sua boca sabendo que nunca mais iria a um motel com o Beto, meu ex-namorado. Após um intervalo de caricias moderadas em que me recompus das ultimas sensações, Guto me implorou que eu lhe deixasse colocar apenas a cabeça de seu membro em minha grutinha. Confiante, abri minhas pernas enquanto observava sua penetração em minhas entranhas. Ele me dissera que só colocaria a cabeça, mas seu mastro já estava a meio caminho andado a penetrar minhas carnes macias, que cediam lentamente. Com um gritinho de dor e prazer, resisti á estocada definitiva que rompeu meu hímen e permitiu a entrada total daquele falo. Ele caiu por cima de mim, dizendo coisas doces ao meu ouvido. Ao retirar seu membro, percebi que ele ainda estava rijo, com a prova de minha pureza a lhe tingir a pele. Foi quando resolvi limpá-lo sugando-o ritmicamente, procurando devolver-lhe o prazer com o qual me havia contemplado. Subitamente, Gugu retirou seu membro de minha boca e inundou meu rosto, meus seios e minha barriga com seu sêmen viscoso. Fiquei maravilhada, pois nunca vira nada como aquilo. Subimos para nos lavar, e,quando se aproximava das seis da tarde, percebemos que a mãe de Augusto chegava do trabalho. E Já colocava o carro na garagem. Nos vestimos as pressas. Ao cruzar com ela na saída, eu disse que viera atender ao telefone; desculpa imediatamente aceita e que não deixava de ser verdade, não é mesmo?”

fonte http://c-ontos-eroticos.tumblr.com/

segunda-feira, 15 de julho de 2013

O Abecedário Erótico Soviético

Um alfabeto diferente,esse garanto que o povo analfabeto ia aprender rapidinho kkkk
 O “Abecedário erótico soviético” foi criado pelo futuro “Pintor popular da URSS”, Sergey Merkurov (1881 – 1952), primo do famoso místicoGeorge Gurdjiev. Além disso, durante diversos períodos da sua vida Merkurov foi membro da loja maçónica “Irmandade Unida Laboral”, Associação dos Pintores da Rússia Revolucionária (AKhRR) e desde 1945, do PC (b) soviético.


O artista estudou no Instituto Politécnico de Kyiv, aprendeu a arte com Adolf Mayer (Suíça), Wilghelm von Ruman (Munique), viveu e trabalhou em Paris.
Diversos abecedários foram produzidos na URSS. Assim, em 1933 foi publicado o abecedário antirreligioso,pensado em mais novos. Em 1931 foi produzido, sem nunca ser publicado, o “Abecedário erótico soviético”, pois como se dizia semi-oficialmente: “Na URSS sexo não existe!”

“Abecedário erótico soviético” foi criado pelo futuro “Pintor popular da URSS”, Sergey Merkurov (1881 – 1952), primo do famoso místico George Gurdjiev. Além disso, durante diversos períodos da sua vida Merkurov foi membro da loja maçónica “Irmandade Unida Laboral”, Associação dos Pintores da Rússia Revolucionária (AKhRR) e desde 1945, do PC (b) soviético.

O artista estudou no Instituto Politécnico de Kyiv, aprendeu a arte com Adolf Mayer (Suíça), Wilghelm von Ruman (Munique), viveu e trabalhou em Paris.


A sua especialidade como escultor-monumental eram os monumentos babilónicos do Estaline (incluindo três maiores da URSS), Lenine e diversas placas fúnebres dos líderes soviéticos, sepultados no murro de Kremlin. Mercurov também aprimorou a arte das mascaras pós-morte (é autor da única mascara do Lenine) e foi prémio Estaline de arte por duas vezes, em 1941 e 1951.
O seu álbum erótico, datado de 17-X-1931, contem 36 folhas, uma por cada letra do alfabeto russo (incluindo as letras abolidas pelos bolcheviques na reforma de 1917-1918). A técnica é papel e aquarela, tamanho de folhas 18,5 х24,5 sm. As imagens denotam a forte influência da escola francesa e sul-alemã, hoje a obra pertence à uma coleção privada.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Como escrever uma boa cena de SEXO!

Achei interessante esse post,porque tem muita gente que tem vontade de escrever um conto erótico,e tem medo de errar.Na minha opinião não tem erro,mas escrever algo que te deixa excitado,é o caminho.Em primeiro lugar,tem que gostar da "coisa",escrever por escrever ,não rola!Vamos ao post,que achei,pode ajudar o povo menos atrevido!

Escrever uma boa cena de sexo é realmente um desafio, você tem que ter cuidado para não ser explícito demais, detalhado demais, leigo demais, ousado demais… Traduzindo: É um pouco complexo. Vou tentar resumir em alguns passos/regras como se consegue ter inspiração para uma boa cena, como escrevê-la e ter cuidado com os detalhes que, queiramos ou não, são bem importantes e não importantes, entenderam?
  • Inspire-se: Ouvir música é sempre uma boa escolha pra quando se está sem inspiração feat. criatividade, e quando se trata de sexo, é melhor ainda. Recomendo que ouçam músicas lentas, clássicas e até latinas. Coloquem em sua playlist: Shakira, Rihanna, uma boa sinfonia de Beethoven, e até aquelas músicas calientes que fazem parte da trilha sonora da novela, quem sabe, ah, e não esqueça da Lana Del Ray! Você também pode se inspirar lendo alguns contos eróticos ou até assistindo um filme que aborde o tema. 
  • Tipos de Cenas: Muitas pessoas quando escrevem uma cena desse tipo tem certas dúvidas, como por exemplo: será que está ousado demais? Será que está pouco detalhado? Quando se trata de cenas de sexo, existem dois tipos: o poético e o realista. 
O poético é aquele que não é detalhado, aquele do livro Amanhecer (Stephenie Meyer). O realista é aquele bem detalhado, o do Cinquenta Tons de Cinza (E L James), que em breve farei uma resenha para vocês. 
  • Qual deve usar: Fica dependendo do gênero e classificação da história. Já percebeu que nos filmes são assim? Então, se for um romance água com açúcar use o poético, quanto maior a classificação, mais detalhes você pode colocar. Se for um romance erótico, use o detalhista, esses, geralmente, o mínimo da classificação é +16, então, você pode expor muito.
  • Atenção ao escrever: Quando for escrever, certifique-se da história não ficar amadora, e não use termos populares nem pejorativos. Se você quer que a história soe profissional, nada de escrever como aquelas webs que encontramos pelo orkut que se resumem em: “Ele enfiou em mim e eu gozei”. Na boa, não faça isso, pois, mesmo se tratando de uma cena de sexo, não faça a coisa ser tão baixa. 
  • As sensações: Descreva-as bem, é só isso que tenho a dizer. Se o personagem principal for uma mulher/garota, leve bastante pro lado romântico, afinal, sexo não é apenas um jogo de tênis para nós. Se for um homem/garoto, bom, geralmente descreva o ato em si, o que ele está achando da garota no momento, se ele pensa em repetir, coisas mais físicas. 
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Muitas vezes nós temos dúvidas como “Descrever mais a parte física ou sentimental?" “Fazer algo mais lento ou bruto?" e então, pensando nisso, eu criei esse post.
Histórias românticas: Em uma história romântica é óbvio que você não vai descrever tudo que está acontecendo mas vai descrever o que os personagens estão sentindo (lembrando que é importante descrever a parte física sim, mas nesse caso, apenas toques suaves como a mão dele passando nas pernas dela, a pele dos dois encostando, etc).
Histórias de aventura: Com “aventura" eu quero dizer “adrenalina" (como skins). Nesse tipo de história sempre rola sexo então você terá que deixar o sentimentalismo de lado e colocar a sacanagem no mode on mas não use muito o palavreado “baixo" (palavrões são permitidos mas não em excesso). Faça com que os seus personagens curtam o momento, descrevendo mais as ações do que os toques ou sentimentos (como se os personagens estivessem fazendo aquilo apenas para se divertir). 
Histórias de ação: Em quase todas as histórias de ação há um casal, que em algum momento se juntará. Eu escrevo uma web assim e pra mim foi um desafio desenrolar uma cena de sexo afinal eu não queria fazer daquilo algo ridículo e estranho então aí vai a dica: faça com que seus personagens se excitem. Descreva as ações e os toques com sentimentalismo. Sentiu? Nesse tipo de história não acontecem muitas cenas de sexo então você deve juntar todos os tipos e fazer daquilo algo único, algo que os seus leitores vão gostar de ler. Exemplo: “Ele deitou-a e ao beijá-la sentiu algo diferente e inexplicável. Passou a mão em suas pernas e sentiu o prazer inundando todo o quarto".
Histórias sexy: Há também histórias que se passam em cabarés e boates o que deixa tudo mais quente. À esse tipo de enredo eu indico algo mais sensual e apaixonante. Descreva as ações e coloque pequenos diálogos (criativos por favor haha). Faça com que a mulher esteja extremamente irresistível e confiante.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Erika Lust-Escritora e Diretora"PORNO PARA MULHERES"



Se tiver algum erro de concordância ,foi devido a tradução que fiz pelo google tradutor.Adorei essa mulher,nos coloca em primeiro plano se tratando de filme porno...
Portada Cinco Historias para ellas Lust ENGLISH

A pornografia é uma grande parte da cultura que estamos vivendo dentro mulheres não podem simplesmente ignorar pornô, temos que participar e discutir este gênero muito influente "
Erika Lust nem sempre sabia que ela iria se tornar um escritor erótico, diretor de cinema e produtor, ela cresceu e se tornou esse papel. Ela viu um vazio para as vozes das mulheres em uma indústria pornô tradicional macho-driven e partiu para mostrar algo novo - e de mudar as coisas. Erika nasceu em 1977 em Estocolmo, Suécia - em um país com uma forte cultura de liberalismo sexual, num momento em que a pornografia estava começando a se aproximar do mainstream e as feministas começaram a dividir-se sobre a questão da pornografia. Alguns denunciou por completo e outros adotaram como parte da revolução sexual.
 "A primeira vez que vi um filme pornô, eu tive a mesma reação que muitas mulheres têm - enquanto eu estava excitado por algumas das imagens, na sua maior parte eu achei insatisfatório. A qualidade audiovisual foi horrível. Eu não identificar-se com qualquer coisa que eu vi. Tudo bem - eu muito perceberam que há questões profundas sobre a sexualidade de mulheres e elas maneira que ele foi representado em nossa sociedade, mas a pornografia realmente deixou isso claro para mim. As mulheres não parecia que eles estavam se divertindo, e as situações sexuais eram totalmente ridículo. "Somos mulheres modernas!", Ela continua. "Não fazia sentido para mim que a pornografia não eram mulheres modernas, fomos sacanagem Sharons, adolescentes com tesão, sexo babás maníaco, donas de casa desesperadas, enfermeiros quentes, e prostitutas nymphomaniac, sempre ao serviço dos mafiosos, cafetões, traficantes de drogas, multi-milionários ou máquinas de sexo Africano-Americano, sempre procurando agradar ao invés de ser feliz, sempre feliz surpresa de encontrar um pênis mega-porte (exatamente onde pertence) por trás do zíper."
Erika fez e dirigiu vários filmes,e ganhou muitos prêmios,um dos filmes vou deixar aqui o site pra que possam ver,"Cinco histórias quentes para ela"E no site tem muito mais.Site http://www.erikalust.com/bio/
Filme http://www.five-hot-stories-for-her.com/index.php e tem download
married2

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Virada na Paulista-Conto Erótico

A pedidos,mais um conto eeótico,e não é que o povo curte??


Noite de ano novo em São Paulo. Eu e mais três amigas resolvemos assistir os fogos da Avenida Paulista. A noite estava agradável e estávamos para lá de agitadas para ficarmos no churrasco da família. Vestimo-nos todas de branco; vestidos bem transparentes. Daqueles que pedem e pedem por uma chuva. Também estávamos todas de lingeries novinhas. Todas menos eu. Como sempre, passaria a virada sem calcinha, para chamar muito sexo ao novo ano que começaria.
Pois bem. Saímos as quatro em direção ao metrô. O clima de festa já tomava conta da cidade e dos trens, que seguiam lotados. Turmas de amigos ? a metade já pendurada nos espumantes e nas cervejas ? famílias, crianças, cachorros, pipoqueiros, ambulantes. Tinha de tudo. Cruzei até com um casal carregando um papagaio nos ombros. Se eu pudesse carregaria um ?pica pau?, isso sim.
O ano estava chegando ao fim e meu placar tinha ficado longe da minha meta. Devo ter dado para umas 20 pessoas. Se for contar que aqui incluo homens e mulheres, verei que o score foi baixo mesmo. Mas tudo bem. Ainda tinha duas horas antes do fim do ano e outro ano novinho a minha es
pera. 

Ao chegarmos à Paulista fomos procurar um lugar estratégico. Com boa visão dos fogos, perto do barulho das caixas de som e próximo aos alambrados que rodeavam o palco de show. Daqui a pouco, leitor, você entenderá a lógica desta busca estratégica.
Encontramos o lugar perfeito. Ficava abaixo da extensão do palco, que fazia um T em direção à plateia, e logo abaixo do ponto de onde disparariam os fogos. Empunhamos nossas cervejas e começamos a buscar pela diversão. Este era um bom local para isso, já que as famílias, crianças e afins buscam, exatamente, o oposto: ficar longe do palco, do barulho e da bagunça. Com isso, otimizávamos ainda mais as chances de sucesso durante a virada. 
Poucos minutos se passaram e começamos a identificar alguns grupos de amigos que, provavelmente, haviam elaborado a mesma estratégia que nós. Estávamos ali. Sondando e sendo sondadas pelo ambiente. Presas X predadores. Quem interpretava cada papel? Tanto faz. 
Quando eu já estava na quarta cerveja e já havia perdido um pouco a noção do tempo, vi juntarem-se a nós três rapazes. Tinham um sotaque meio caipira. Mas tinham a aparência ótima ? e isso era o que importava. Com o barulho que se seguiria mal ouviríamos a voz deles mesmo. Ficamos ali, bebendo e dançando ao som do Jorge Bem Jor. Música alta, álcool na cabeça, buceta sem calcinha…. estava formando o cenário ideal para meu fim de ano!! Mirei no que me agradava mais entre os três e fui ao ataque. Como são lentos estes interioranos, eita!! 
Mas acho que ele entendeu o recado direitinho e rapidinho. Ofereceu-me a garrafa de espumante que bebia diretamente do gargalo e me enlaçou pela cintura ? o que me deixou extremamente excitada, imaginando que ele poderia ser um peão. Ai, ai, mulheres e suas taras. E eu nunca poderia imaginar que a imagem de um peão laçando uma mulher pudesse me deixar com tanto tesão. 
Bom, tenho de admitir que, talvez, o pau duro do cowboy preso estrategicamente dentro dos jeans justos e a roçar minha cintura tenha exercido um papel importante no meu grau de excitação. E eu só conseguia pensar em como faria para abaixar aquela calça tão justa da forma mais discreta possível. Afinal, ninguém quer começar o ano preso por atentado ao pudor. 
Com estas e outras ideias na cabeça entrei no clima do cowboy e ficamos dançando por alguns minutos. Com uma das mãos ele começou a apertar minhas coxas e a levantar minha saia. Com a outra, apalpava meus seios. E com a boca começou a molhar o vão entre meus seios para poder secá-lo com a língua logo na sequência. Ao subir um pouco mais sua mão em minha coxa noto os olhos do peão arregalarem para mim ? acho que ele descobriu que eu estava sem calcinha!! rs
Aí o bicho ficou ainda mais doido. Empurrou-me para debaixo do palco, contra o alambrado de metal que ficava na altura da minha cintura. O local estava escuro, úmido e totalmente propício para nós. O barulho que vinha do palco e das pessoas permitia que gemêssemos o quanto quiséssemos sem sermos ouvidos.
A essa altura já havia perdido minhas amigas totalmente de vista e meu cowboy estava se graduando na anatomia da minha buceta. Seus dedos não se cansavam de me penetrar. E eu apertando forte aquele pau duro querendo saltar para fora da calça. Abri o zíper com uma dificuldade enorme ? quase o estourei para ser sincera. Que vontade de meter a boca naquele pau grande, duro e lisinho. E não é que o cowboy era antenado? Estava com o pau e com o saco totalmente aparados. Ai, que delícia. 
Eu não pensei duas vezes. Inverti as posições e o escorei no alambrado. Abaixei-me e meti a boca naquele pau latejante. Minha boca salivava de tanto tesão. Comecei com movimentos leves. Primeiro com os lábios ao redor da cabeça do pau. Minha língua fazia movimentos circulares e lentos. Só sentia as contrações de prazer do pau do cowboy. 
No intervalo das batidas da musica também podia escutar os gemidos e alguns palavrões ? àqueles que dizemos quando estamos estourando de tesão. Tipo: ?caralho, que boca gostosa. Vadia, chupa mesmo meu pau. Assim, engole ele inteiro, vagabunda?. E assim por diante. E eu obedeci, claro. Depois de provocá-lo bastante com minha língua, enfiei aquele pau inteirinho na boca, até que a ponta encostasse na minha garganta. Apertei firme e fui escorregando o pau para dentro e para fora, para dentro e para fora. Cada vez mais forte e mais rápido. No meio tempo dava algumas mordidinhas para evitar um comportamento, digamos, precoce. 


Após alguns minutos naquele tremendo boquete me levantei e lambuzei a boca dele com minha saliva. Ele me ergueu, me enlaçou em sua cintura com as pernas abertas e meteu o pau de uma só vez em minha buceta. Um casal passou por nós neste momento, mas estavam tão absortos entre eles que nem sequer nos assustaram.
E com aquele movimento brusco o peão começou a me foder. Mas, agora, o cowboy trocou de papeis e assumia o lugar do cavalo. Passei a cavalgá-lo gostoso. Para cima e para baixo, para cima e para baixo. Só faltou o chapéu para eu levantar alto enquanto me saciava naquele movimento. Porque o braço eu levantei!! Me sentia, totalmente e definitivamente, em uma festa do peão. Com plateia e tudo. Quando eu iria imaginar que meu ano terminaria tão ?iiiiihaaaaaa? desta forma?!
Fiquei montada em meu peão por bons minutos. O tesão tomava conta de nós dois. Não sei se era o álcool na cabeça, a sensação de sexo em público (e quanto público), a apreensão de que a qualquer momento poderíamos ser vistos, o sexo com um estranho total, ou a soma de todos estes fatores. Mas eu já havia tido uns infinitos mini orgasmos e sabia que um show estava para vir. Também sabia que o cowboy não seguraria muito mais tempo pela quantidade de palavrões de tesão que ele falava em meu ouvido.
Então, quando comecei a ouvir a contagem regressiva: ?10, 9, 8, 7?, relaxei e pensei: ?é agora. Vou gozar gostoso no meio da virada do ano?. E foi exatamente assim que aconteceu. Ao primeiro estrondo dos fogos de artifícios, ao primeiro som do ano novo, tive um orgasmo fenomenal. Aquela explosão de tesão junto com a explosão dos fogos. Meus gemidos agudos junto com os estrondos e luzes do show pirotécnico. Algo estratosférico e totalmente inimaginável. Naquela altura eu não sabia mais dizer quem era a protagonista da situação. Eu, os fogos ou a chegada do ano novo. Ah, claro, ou o cowboy, Éramos uma coisa só. 
E não demorou muito para o segundo protagonista ter seu showzinho próprio. Como estávamos de camisinha, ele gozou gostoso e sem cerimônia ainda enquanto eu me arrepiava com os últimos resquícios do meu orgasmo. E ele gritou alto. Gritamos alto. Ainda bem que a queima de fogos era longa. Quase quinze minutos. Tivemos tempo suficiente para curtirmos, em alto e bom som, nossa virada orgásmica.


http://coontoseorticos.tumblr.com/page/3
Pra descontrair kkkkkkkkkkkkkk

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Edible Anus



Meu povo,a gente encontra cada coisa neste mundo...Olha que eu achei, Edible Anus(ânus comestível),você pode comer um cu doce agora kkkkk.Fizeram um chocolate com formato do ânus,só não sei quem pegaram de modelo,mas até que ficou parecidinho.
Uma doceria britânica resolveu apelar para o bizarro e está causando um grande bafafá na “terra da rainha” por conta de um bombom moldado a partir do ânus de uma modelo.

Dá (Oi?) pra acreditar???
O Edible Anus (ânus comestível) é vendido em caixas com até 10 unidades e pode ser entregue em qualquer lugar do mundo.
Para saborear o fiofó de chocolate o cliente terá que desembolsar  R$ 170 no site
Agora você pode presentear,quem quiser com um fiófo bem docinho...Tenho visto coisa...